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De vítima a senhor do seu destino...

por Maria Silvia Orlovas

Publicado dia 31/7/2008 em Espiritualidade

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Tempos atrás conheci uma garota muito bonita, determinada e forte. Nordestina, trazia na sua vibração a força do seu povo. Porque cada um de nós é influenciado pelo local do nascimento, não apenas pelas questões físicas, mas também pelas crenças e energia.

Quem já viajou compreende bem onde quero chegar com essa afirmação que não tem nenhuma intenção de realçar preconceitos, afinal cada povo tem sua forma de viver, sentir e acreditar. Se vamos a um país estrangeiro, então, a diferença entre culturas é radical. Não é só a linguagem, mas o gosto pela comida, os valores. Tudo é diferente de povo para povo, de cultura para cultura. Sendo o grande desafio deste nosso século aprender a respeitar a universalidade da raça humana...

A internet nos aproximou, nos colocou lado a lado com os outros continentes e com pessoas que naturalmente foram criadas de forma muito distinta da nossa. Porém, todos somos humanos: temos pai, mãe, família, desejo de construir uma vida profissional, amar, ganhar dinheiro. Nas aspirações, somos semelhantes, mas na forma de agir nos distanciamos. Ainda assim tem coisas que rompem barreiras, são os poderes espirituais e compreensões da vida que se aplicam a qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.

Joana, aquela moça que veio trabalhar comigo servirá de exemplo para este raciocínio... Ela chegou em São Paulo para ganhar a vida, para lutar com a vida, para conquistar o seu lugar ao sol e comprar suas coisas. Até aí nada errado porque todo mundo deve mesmo tentar melhorar e procurar algo bom para sua vida. Isso é absolutamente saudável, mas além dessa ânsia de ganhar, precisamos junto conquistar conhecimento, ter paciência com o que a vida nos oferece e aprender a nos colocar no nosso lugar, um espaço de otimismo e paz dentro de nós mesmos. Um espaço sagrado onde não deixamos a turbulência da vida estragar nossa fé. Porque às vezes as coisas podem ser realizadas e, em outras, temos que esperar e nem por isso devemos nos tornar vítimas do destino, nem colocar as pessoas a nossa volta como culpados por nossas dificuldades. Como ensinam os Mestres, a consciência deve ser desenvolvida para compreendermos melhor o que nos acontece.

Joana, muito ansiosa, queria tudo rápido, sem se esforçar para aprender ou melhorar seu comportamento explosivo e quando as coisas não aconteciam como ela queria, colocava-se imediatamente como vítima, triste por ter que cumprir seus compromissos, arredia para o aprendizado. Com isso, naturalmente foi fechando suas portas porque quem não aceita críticas também não cresce....

Essa moça trazia dentro dela tanto sofrimento que era exatamente o que sua vida espelhava. Isso me mostrou que quando alguém se coloca na condição de vítima as coisas externamente vão de mal a pior e o destino não se abre.
Na mesma época, conheci Fabiana que, ao contrário, era positiva, vendia cosméticos de porta em porta, mas era alegre e comunicativa. Quiséssemos comprar seus produtos, ou não, ela era sempre gentil, prestativa e sorridente. Um dia, contou que mandava boa parte do que ganhava para seus irmãos na Bahia. Falava isso com orgulho, pois amava sua família e queria ver o bem deles...

Com certeza, ambas tinham enfrentado em São Paulo muitos desafios, mas a mentalidade de cada uma delas definia o sucesso ou o fracasso. Claro que trabalhando com Vidas Passadas e a expansão da consciência, compreendo perfeitamente que nosso nascimento define muitas coisas e de fato coloca importantes diretrizes no nosso caminho. Isso pode também ser chamado de Karma. Já que facilidades e dificuldades são enfrentadas por todas as pessoas, mas o nosso nascimento não define de forma alguma como iremos enfrentar a vida. Podemos lutar e podemos viver...

Tenho observado que as pessoas mais pacíficas conseguem superar seus desafios com mais facilidade, pois conseguem tempo e energia para ver o que está no seu caminho e parece que a vida em algum momento as acolhe com boa fortuna. Enquanto, quem se deixa levar pelo mau humor e pela condição de vítima acaba ficando mesmo impotente.

Confira os ensinamentos e meditações curativas que Maria Silvia ensina participando de um dos seus grupos.
Venha participar do seu Grupo de Meditação Dinâmica que acontece todas as quartas feiras no seu espaço em São Paulo. Venha ouvir pessoalmente as canalizações.

Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Maria Silvia Orlovas   
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
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