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Desapaixone-se!

por Silvana Giudice

Publicado dia 10/12/2012 em Espiritualidade

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Na maioria das vezes basta um olhar, poucas palavras e alguns gestos ...e irremediavelmente estamos apaixonados!
Não é preciso nada para despertamos a paixão, aliás, não raro podemos estar completamente distraídos quando ela chega. Chinelo velho, cara lavada, cabelos molhados, roupa amassada.
Mas não tem jeito, a paixão tem seus mistérios e seus poderes e quando ela desperta... Ah! quando ela desperta! Tem que ser ele! Só pode ser ela! Pronto! Está criada a idealização do outro.

O amor ocupa o centro da vida de muita gente e nos tornamos dependentes dessa química que provoca a paixão. O estágio inicial de plenitude é tão intenso e enebriante que, passado os primeiros tempos, ainda tentamos preservar e perseguir aquela chama que deu origem ao primeiro impacto da paixão.
Mas o tempo passa... Mudamos e não mudamos juntos ou na mesma frequência e intensidade e, então, o ritmo do casal entra em descompasso.


Claro que a paixão não é mais a mesma para ambos, mas enquanto um reconhece que chegou-se ao último refrão, o outro ainda quer voltar a primeira estrófe.
Desafinamos! E se fácil é se apaixonar, uma outra história bem mais complicada é se desapaixonar...
No entanto, quando a paixão acaba, pés no chão é o melhor caminho para desconstruir a idealização da relação.
Normalmente um pouco antes do final propriamente dito, podemos passar por períodos rotineiros, enfadonhos, cansativos ou até de brigas, humilhações, acusações.
Amarre estes momentos "no abraço" e procure não lembrar da felicidade dos estágios iniciais. São estes momentos difíceis dos últimos tempos da relação que nos dão combústivel para enfrentarmos e nos consolarmos com os términos.

Acompanhar a vida do outro por meio de amigos comuns ou rede sociais? Nem pensar....Só alimentam ainda mais a nossa baixa autoestima e nosso trauma.
Respeite o seu luto porque ele é necessário. Só lidamos com um problema quando aceitamos a realidade. Um dia melhor, outro pior, é assim mesmo.

Programe o tempo livre e preencha sua agenda com atividades e companhias interessantes e não fique naquela "lenga-lenga" da autopiedade chorando pelos cantos com peninha de si mesma. Não queira mais amores pequenos, amores metades...Não aceite mais meias palavras, pouca vontade e nenhum interesse... Desprograme aquela fita que roda e roda em sua cabeça.... Ah! era tão bom!!!
Bem... sabemos que sofrer é inevitável, mas perpetuar o sofrimento é pouco inteligente e, afinal, somos ou não somos merecedores de amores inteiros, novas paixões e novos recomeços?


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Sobre o Autor: Silvana Giudice   
Psicoterapeuta Reencarnacionista Numerologia Pessoal- Empresarial- Vocacional Terapia Floral Tarô Aconselhamento Endereço- Tatuapé- proxima Metrô Carrão telefone- (011) 3586-8885 e 98706-0806 Tatuapé- São Paulo mais informações- [email protected]
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