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Descobrindo nosso plano, nosso pré-destino


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Para cada um de nós existe uma expressão pessoal perfeita, um lugar que ninguém pode ocupar. Algo que devemos fazer e que ninguém pode executar em nosso lugar.

O nome disso é pré-destino, a verdadeira razão das nossas vindas à Terra, um plano que traçamos antes da chegada, quando somos escolhidos a retornar para mais um merecido aprimoramento. É preciso fazer com que este plano se cumpra dentro da mais lúcida honestidade. Com certeza, fizemos escolhas difíceis para alcançarmos com mais rapidez o nosso patamar divino. Porém, nada que não possa ser cumprido.

Sendo a imaginação a nossa faculdade criadora, é preciso que mergulhemos em nosso interior a procura do prometido. Daí surgirá às ideias, que se manifestarão em nosso favor. E o mais elevado pedido que podemos fazer é o do conhecimento do nosso plano, do nosso pré- destino, anteriormente traçado.
Podemos não ter atualmente a mínima consciência do que possa ser, pois poderão estar ocultos em nosso mundo interior, onde também se encontram os nossos maravilhosos talentos e um grande número de possibilidades.

Descobrir nossos talentos é mais fácil que descobrir nosso plano, nosso pré- destino, pois um aflora primeiro que o outro. Sendo assim, quando menos se espera, aparecem as surpresas desagradáveis, e o tombo é inevitável. Com certeza, cada um de nós já viveu uma experiência assim. Isso acontece, geralmente, quando não procuramos antecipadamente o conhecimento do plano que traçamos.

É comum, para nos adiantar, traçarmos planos aparentemente difíceis, como se fôssemos entrar em uma universidade, onde no início, de cara, precisamos pagar todas as disciplinas, para que não haja tempo perdido. Porém, quando não conseguimos cumprir uma, nos anos seguintes já pensamos em diminuir as matérias, a fim de não mais nos sacrificar. Assim são com os nossos planos divinos. Escolhemos sempre o máximo e, no meio da nossa existência terrestre, vemos que não dá para cumprir o estabelecido. E é aí que vêm as lições, para mostrar que tomamos o caminho contrário ao nosso plano. Alguns passos para trás devem ser dados. Querendo, ou não, devemos retornar e pagar a matéria perdida.

O nosso verdadeiro plano divino traçado por Deus inclui: saúde perfeita, prosperidade, progresso, amor e uma expressão perfeita de nós mesmo. Esse é o plano, o pré e o destino de todos nós, rumo a verdadeira felicidade.

Mesmo parecendo meio assustador, existem alunos que preferem pagar todas as matérias. Eles sabem que vão ter que dar o máximo de si e ultrapassar seus imaginários limites até chegarem ao seu destino final, atingindo seus objetivos com sucesso, espalhando alegria e contaminando todos a sua volta. É assim que devemos proceder. Temos que descobrir o nosso plano e alinhá-lo aos nossos talentos, ao nosso dom. É certo que com um pouco de sacrifício e muita luta chegaremos ao final. E aí conseguiremos a tão sonhada vida de alegrias e sucesso.

Quem não consegue descobrir o seu pré-destino pode encontrar na intuição, nos sinais, nos anjos materializados, nos pequenos detalhes do dia-a-dia sempre aparece uma pista. Fazer uma regressão também poderá ser de grande ajuda. Descobrindo o passado podemos entender o presente. Com isso, as peças se unem e o pré-destino é revelado. Podemos modificá-lo? Não, mas poderemos administrá-lo e, com isso, buscar alternativas, fazendo mudanças no nosso destino. A regressão também poderá revelar antigos dons que poderão ser novamente aflorados. Se você foi um bom artesão em outras vidas, suas habilidades manuais poderão te levar a ser um excelente cirurgião, pela firmeza e habilidade vindas do passado, e assim por diante. Claro que se você foi um soldado e praticou muito crimes, não significa que vai sair por aí matando, porém, poderá encontrar alguém a quem você causou muita dor e, encontrando-a, sentir um profundo desejo de ajudá-la. Essa pessoa, muitas vezes, estará perto para te aprimorar. É assim que funciona, e as lições aprendidas jamais serão repetidas.

É nas várias situações que temos que passar e nas lições que temos que aprender que chegaremos a um simples e único objetivo final: “o amor ao próximo”. Não podemos nos distanciar desse primordial sentimento. Ele era bastante aflorado nos primeiros tempos, na era primitiva, porém, a Idade Média veio como uma época de conquistas, trazendo muitas guerras e mortes por motivos banais. O preço por isso está enraizado no DNA da coletividade até hoje.

Cada um tem o seu DNA, mas também existe o DNA coletivo, e a verdadeira felicidade está na coletividade. Podemos, mesmo sendo felizes, nos deparar com situações que nos trazem surpresas e tristezas, a ponto de nos causarem muita revolta e travar a nossa felicidade que, até então, pensávamos completa.

Não podemos esquecer que o inimigo do ser humano está na sua própria natureza, nos seus próprios pensamentos.

Toda pessoa é como Davi, que matou Golias com um pensamento mortal, com uma pedrinha branca: a fé. Por isso, devemos ter o cuidado de não sermos como o “servo preguiçoso”, que enterrou o seu talento. Com ele, pagamos uma terrível penalidade por não empregarmos a nossa capacidade de amar.

Muitas vezes o medo nos impede de termos uma expressão perfeita de nós mesmos. O temor da vida coletiva foi a ruína de muitas pessoas inteligentes. Mas podemos vencer esse medo por meio da meditação ou da regressão, buscando o conhecimento da nossa personalidade. Dessa forma, vamos sentir que somos capazes de reagir a tudo, de forma equilibrada, por ter a certeza que somos infinitamente inteligentes.

Quando adquirimos total confiança em nossas capacidades e no nosso conhecimento pessoal, saberemos descobrir o nosso pré-destino com alegria. Foi assim que muitas pessoas sábias passaram pela vida. Mostraram que, mesmo aparentemente tendo uma vida de dor e sofrimento, não perderam a capacidade de doar-se aos seus talentos, nos deixando uma herança de amor a sua crença, a sua arte, ao próximo.

Devemos praticar a presença e saber conhecer o nosso plano. Os nossos anjos espirituais e terrestres vão nos ajudar a encontrarmos as nossas habilidades, o nosso dom. Ao nos afastarmos deles estamos deixando para trás duas das mais importantes lições: a gratidão e a compaixão, que são o alicerce de todas as outras. Afastando-nos dessas lições deixamos passar o que podemos chamar de sorte e, sem querer, voltar às antigas lições.

BNN



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Conteúdo desenvolvido por: Bernardino Nilton Nascimento   
"Não seja um investigador de defeitos, seja um descobridor de virtudes"./ "Quando a ansiedade assume a frente, as soluções vão para o final da fila"./ "Quando os ventos do Universo resolve soprar a favor, até os erros dão certo". BNN
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