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Deus tinha dois mil contos de réis


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Fernando de Lacerda foi protagonista do encontro entre Silva Pinto e Camilo Castelo Branco, dois poetas lusitanos.
Camilo deixara o corpo através do suicídio, porque ficara cego. E na dimensão extrafísica, conscientizou-se do erro que cometera. Arrependeu-se e foi procurar orientação e apoio.
Encontrou Ivone Pereira, médium de desdobramento muito eficiente.

 Numa de suas viagens astrais pelo mundo paralelo, ela encontrou Camilo e ambos protagonizaram a feitura do livro Memórias de um Suicida. Obra extraordinária.

Enquanto isso, Fernando de Lacerda desdobrava-se viajando pelo mundo espiritual, à procura de experiências.

Encontraram-se e Camilo pediu ao médium que o permitisse utilizar sua faculdade para escrever e ser o portador de cartas para seu amigo Silva Pinto, ainda vivo, embora com claras intenções de se suicidar por conta de revezes e perdas em sua existência.

Com a anuência do médium, Camilo o transformou em portador de cartas/mensagens onde incitava a que Silva Pinto recobrasse ânimo e mudasse o rumo de seus pensamentos, deixando a ideia de acabar com a vida.

Fernando entregava as cartas para o poeta e esse desdenhava. Não acreditava na vida após a morte e muito menos que seu amigo Camilo pudesse sair do caixão e escrever pra ele.

Fernando tanto insistiu nesses recados, que o poeta resolveu aceitar o desafio.

Quero saber se esse seu Deus tem dois mil contos de réis pra me dar. Então pago minhas dívidas e sigo vivendo aqui na Terra!

Passados alguns meses, desanimado, Silva Pinto foi uma tarde num parque com árvores frondosas. Iria se enforcar numa delas. Preparou-se.
Então, surgiu um homem bem aparamentado, estilo mordomo inglês.

Disse-lhe: venho da parte do Sr. Dos Anjos, seu amigo. Ele tem um brinde pra lhe dar. Amanhã nesse lugar a esta hora volto aqui.

Silva Pinto, incrédulo, achou que era uma chacota, uma brincadeira desse amigo que há anos se mudara para Londres e enriquecera.

Desistiu de se matar, voltou pra casa desalentado. Nem morrer posso?

Dia seguinte foi para o parque. Esperou. E quando, desiludido foi procurar a árvore pra dar fim à sua desgraçada vida, surgiu o tal mordomo, dizendo. Tome esse envelope, é seu.

Trêmulo e sentindo fortes arrepios e uma sensação estranha como se estivesse num palco encenando um ato trágico/cômico ele leu o bilhete:

Prezado Amigo, Silva Pinto. Estou de passagem pelo Brasil. Perdão por não poder vê-lo.
Senti aqui no coração uma vontade imensa e até estranha de dar a você, meu caro, esse presente.
Aceite, por favor, são dois mil contos de réis que me sobrou na viagem.
Pode fazer bom uso dele. Ficarei feliz!
Abraços,
Dos Anjos, seu amigo.


No mundo espiritual, naquela hora, se realizava uma festa!
 
Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Wilson Francisco   
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