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Extraterrestres, Incas e Machu Picchu - Parte Final



Machu Picchu está na província de Urubamba, a 113 km de trem da cidade de Cusco, 2.433 metros de altura, vegetação de início da selva amazônica. Estação seca de abril até outubro e chuvosa com nebulosidade de novembro a março, proporcionando uma imagem espetacular da natureza. Temperatura mínima de 6 a 11 graus e a máxima de 19 a 21 graus. É composta por rochas com 250 milhões de anos e a mais abundante é o granito branco. Em dezembro de 1.983 Machu Picchu foi declarada, pela Unesco, patrimônio cultural e natural da humanidade. Machu Picchu e Sacsayhuaman são as obras e expressões mais elaboradas da cultura inca imperial.

Antes da porta de entrada temos um posto de vigilância de onde podiam ver a cidade e controlar dois de seus acessos (o de Inti Punku e o da ponte elevadiça). Em seguida temos a rocha funerária e cemitério superior e sua forma e tamanho são semelhantes à de uma mesa de operações; provavelmente era usada para sacrifícios humanos e de animais e/ou embalsamamento de cadáveres. Depois passamos pelo fosso seco que divide o setor agrícola do setor urbano e chegamos à porta de entrada da cidade, com um mecanismo de segurança. A partir da porta vamos encontrar outros 16 pontos de destaque entre fontes, praças, templos, tumbas, palácios, centro de cerimônias, conjunto de recintos, edifícios, bairro industrial, casas para visitantes, casa do guardas, caminhos para Huayana Picchu e Templo da Lua, caminho da ponte elevadiça, caminho a Inti Punku e outros lugares. De cima da montanha Pumasillo, 6.245 metros, se tem uma vista privilegiada de Machu Picchu.

No bairro do Sol vamos encontrar o Templo do Sol, uma torre semicircular construída sobre uma grande rocha polida. Na parte inferior da torre temos a tumba real. A praça sagrada é rodeada por templos e um dos lugares mais importantes onde se realizavam cerimônias e ritos, já que os edifícios que a rodeiam tinham caráter religioso. Na parte mais alta do setor urbano, em cima de uma pirâmide, se encontra a Intihuatana, escultura de granito trabalhado em uma rocha que parece fazer parte da montanha. Intihuatana significa “lugar onde se amarra o Sol”. Servia a um ritual com que se buscava assegurar a permanência do Sol. Esse rito acontece durante o solstício de inverno (dia mais curto do ano), marcando o início da estação. O fenômeno dura poucos minutos e só acontece em 21 de junho. Recentemente, permitiram a gravação de um comercial ao lado da Intihuatana. Uma grua, usada para colher imagens num plano mais alto, caiu em cima da escultura causando sérios danos. Agora há uma corda isolando o espaço. Aliás, são muitos os pontos em que encontramos cordas e restrições para evitar danos e depredações.

Por falar em danos, da pirâmide avistamos a praça principal com um piso de vegetação verde proporcionando uma visão belíssima. No centro da praça havia uma pedra, com seu significado, que foi deitada e semi enterrada para permitir o pouso de um helicóptero com autoridades (aquelas coisas que ninguém explica...). Terminado o evento político, foram levantar a pedra e ela se partiu ao meio. Disfarçaram com a desculpa que era melhor ficar enterrada... No Templo do Condor pode se ver as duas asas abertas e a cabeça no chão. Usando a imaginação, tudo se vê. Ao lado encontramos três espaços em forma de bancos com pedras, contendo um buraco para se colocar o braço em cada uma delas, nas laterais. Dizem que era para prisioneiros ficarem expostos ou para o condor vir buscá-los. Acredito que os mortos eram colocados nesses bancos para serem levados pelo condor na direção do céu, tendo como destino seu estômago...

No final de Machu Picchu encontramos uma praça retangular com dois huayranas ou recintos fechados, sem as paredes que dão para a praça. Ao fundo, no meio dessas construções, o Zócalo, uma grande rocha que tem as formas da cadeia montanhosa atrás dela. Por isso se chama, também, rocha Eco, usual em algumas construções incas. Para muitos, essa rocha concentra grande poder energético. Fiquei com o rosto e o corpo encostados nela durante alguns instantes e realmente foi extremamente agradável sentir aquela energia final.

Caminhando na direção da saída pude entrar em algumas ruínas usadas como casas ou moradias. Num espaço pequeno, seu aproveitamento era importante. No piso superior os alimentos e provisões eram guardados e o piso feito por troncos de árvores e folhagens. Tudo com telhado de vegetação seca. Enquanto andava fui vendo pessoas descansando entre as ruínas, outras meditando ou apreciando a vista maravilhosa. Em alguns pontos o mato aparece e a guia comentou que ainda são encontradas algumas serpentes quando alguma escavação acontece e que muitos incas morreram picados. Pedras, rochas, buracos, montanhas e grande vegetação é o habitat natural desse animal. Um último olhar antes de me encaminhar ao portão de controle para pegar o ônibus. Dei graças a Deus Pai por tudo em nome de nosso senhor Jesus Cristo por esta oportunidade de ver tanta coisa bonita e de ter feito minhas orações sentindo tudo absorver meus pedidos e agradecimentos.

Voltei para o zigue-zague do ônibus que me levou até Águas Calientes. Almocei, tendo ao meu lado o rio Urubamba, origem do nosso rio Amazonas. Enquanto comia fiquei imaginando voltar até aquele ponto, um dia, e seguir o Urubamba até o Amazonas. Acho que vou. Deve ser uma das entradas do paraíso... A vibração ao meu redor era grande. Meus “acompanhantes” já eram muitos.

Fui para o trem e as 4 horas de viagem até Cusco. Fiquei desligado do que acontecia me deliciando com o que acabara de vivenciar e no sacolejar do trem viajei nos meus sonhos. Chegamos e na estação uma van me aguardava. Pedi para me encontrar com algum arqueólogo. Não era possível, afinal, eram 21 horas. Fui para o hotel pensando na manhã seguinte quando iria ao Museu Inca buscar respostas ainda não encontradas.

8 da manhã, eu arrumava minhas coisas para voltar ao Brasil. Enquanto não chegavam para eu ir ao aeroporto, fui ao Museu Inca. Mais uma vez pude constatar o tamanho dos saques promovidos pelos espanhóis e povo local. Pouco restou da enorme herança deixada pelos incas. Procurei vestígios dos extraterrestres e, para minha surpresa, encontrei uma pintura mostrando que os incas praticavam astrologia, assim como estudavam astronomia. Na pintura, o céu, estrelas e constelações estão presentes e mostram que havia sua utilidade na conduta de seus projetos e uma grande comunicação com o universo e seus seres. Vou continuar minha procura com auxílio de estudiosos e estarei por lá logo que algo me chame pois meus “amigos” torcem por mim. ”Alguns” ficaram para acompanhar as novas escavações. A pedra verde ou nave ou disco deve chegar já que o colecionador ficou de me mandar... Texto revisado por Cris
Publicado dia 19/10/2007
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Autor: Fernando Tibiriçá   
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