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Fatores importantes na cura de doenças graves


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Um dos fatores mais importantes na cura de uma doença grave, e que em geral é transcurado pelos médicos, que dificilmente chegam a discuti-lo com seus pacientes, é a motivação - uma espécie de impulso, força interior ou energia psíquica que faz com que as pessoas deem o melhor de si para atingir seus objetivos e conquistar o que ardentemente almejam.
Dentre os casos de pacientes com doenças graves há muitos que, como os brevemente descritos a seguir, parecem nos dar pistas para o entendimento de alguns dos mecanismos envolvidos quando o paciente se encontra entre querer viver ou desejar morrer.

Em 1917, ao Dr. Edward Bach, o médico inglês responsável pela descoberta dos remédios florais, prognosticaram três meses de vida. Apesar disso, ele continuou totalmente envolvido com seus trabalhos e quando se deu conta, os três meses haviam se passado de há muito e estava curado de uma doença grave. Concluiu ele que “Um interesse absorvente, um grande amor ou um propósito definido na vida, são fatores decisivos para a saúde e a felicidade do homem”. E em 1936, pouco antes de morrer disse: “A minha tarefa está cumprida e a minha missão neste mundo está terminada”.

Stephen Hawking, físico teórico, em 1964, recebeu diagnóstico de uma grave doença neurológica degenerativa com um tempo médio de sobrevida de poucos anos. Atualmente, em 2014, há mais de 50 anos depois do diagnóstico, apesar da paralisia de quase todos os músculos do seu corpo, Stephen continua com seus trabalhos de pesquisa e conferências.

Um caso surpreendente que presenciei aconteceu em um Hospital de referência no tratamento de queimaduras. Um caminhão sofreu um acidente na rodovia e pegou fogo. Os seus ocupantes, um garoto de dez anos, e seu tio, de uns trinta anos, ambos com queimaduras de segundo e terceiro grau em grande extensão do corpo, foram levados ao Hospital e internados em alas separadas. A criança veio a falecer depois de poucas horas, e o tio, por sua vez, respondia ao tratamento e todo dia perguntava como estava o amado sobrinho. Os médicos e a enfermagem combinaram não contar a verdade para não abalar o homem enquanto estava se recuperando. Mas, eis que, em uma mudança de plantão, uma enfermeira desavisada, ao ser questionada pelo tio sobre o estado de saúde do sobrinho, disse-lhe que o menino havia morrido logo ao dar entrada no Hospital. A partir disso, o homem, que estava melhorando dia a dia, começou a definhar, desenvolveu uma infecção generalizada e veio a morrer rapidamente.

Outro caso que ilustra o conflito entre a vontade de viver e o desejo de morrer costumava nos ser contado por um eminente professor de cancerologia para enfatizar que há fatores bem mais imponderáveis do que poderíamos imaginar intervindo na evolução de uma doença. Uma sua paciente que havia sido operada de câncer de mama, durante muitos anos apresentou resultados negativos para a presença do câncer. Em certa ocasião, a paciente, que vinha de outra cidade, resolveu regressar para casa antes do previsto e qual não foi a sua surpresa ao entrar em casa, ver o marido com outra mulher na cama do casal. Pouco depois, a paciente veio a falecer com metástases disseminadas por quase todo o seu organismo.

Esses casos e inúmeros outros servem para dar testemunho da afirmação do Dr. Franz Gabriel Alexander (1891 - 1964), um dos fundadores da medicina psicossomática, de que “O fato mais essencial que conhecemos sobre o processo da vida é que a mente é quem governa o corpo”. Igualmente, o Dr. Celso Charuri ensinava que “O pensamento aliado à vontade e à ausência de conflitos faz cristalizar e dá forma à matéria”. E é de Sir William Osler, o eminente professor que criou o Departamento de Medicina, da renomada Universidade John Hopkins nos Estados Unidos, o ensinamento de que "A reza com fé e a atitude mental do suplicante são fatores de enorme importância na cura dos pacientes".

A motivação que leva o paciente à suplica e à prece com fé, é causa de sincronismo dos hemisférios cerebrais e isso leva a um estado ampliado de consciência que neutraliza as projeções de culpa, ressentimentos e raiva, promovendo o reequilíbrio dos campos energéticos. O resultado é a extensão do tempo de vida do corpo físico para que, com sua força interior aumentada, cumpra com os objetivos que o motivaram.

Considerando a importância da participação da mente no desequilíbrio físico do indivíduo, é necessário que o próprio indivíduo deseje, com todo o seu querer, encontrar em si mesmo a motivação e as forças necessárias para a cura. E é por isso que doenças aparentemente iguais podem ter evolução completamente diferente, sendo que daí deriva se dizer que “em medicina não há doenças, há doentes”. E é por isso que todos os dados sobre estatísticas do tempo de sobrevida em doenças graves se aplicam apenas a populações como um todo e não a cada paciente, pois cada doente, por quão grave seja o seu caso, independentemente do que as estatísticas de sobrevida possam mostrar, tem sempre a possibilidade de ser ele aquele paciente que pertence ao grupo dos que se curam.

Se, na crise da tomada de consciência da gravidade do seu caso e da perspectiva do encontro com a morte, o paciente se lastimar de quanto ainda gostaria de poder realizar; nessa hora, uma cura surpreendente pode ocorrer pela mudança da vibração energética ao nível do corpo mental, pois o corpo é o reflexo da mente e o corpo físico está para o corpo mental, assim como a parte que emerge de um iceberg está para a parte submersa.

E se curas aparentemente inexplicáveis acontecem envolvendo motivação, fé e emoções, conhecendo-se melhor as interrrelações entre mente e corpo, talvez consigamos reproduzir essas curas surpreendentes. Por isso, a participação do paciente no seu tratamento é um dos elementos fundamentais para se alcançar a cura.

Texto extraído do livro "Câncer, Medicina e Milagres", do Dr. Renato Mayol Adquira aqui


Texto revisado


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