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Ideias Paradigmáticas


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Nesse plano em que estamos, existem alguns caminhos e devemos ter consciência para sabermos em qual campo estamos no momento presente:

1) Acredito apenas no que os sentidos corporais revelam, podendo ser uma pessoa racionalista ou empirista.

2) Vivo no mundo objetivo, acredito em Deus, frequento igrejas, mesquitas ou templo para louvar ou pedir alguma coisa a divindade; não me preocupo com a vida após a morte.

3) Estou no mundo, tenho o meu “eu” que ocupa um corpo físico e corpos sutis. Quando o corpo físico morrer acredita que desloca com os corpos sutis para a região dos mortos, ficando em um plano conforme as ações que praticou enquanto esteve no corpo físico, inclusive o “eu” volta a encarnar em outro corpo obedecendo a lei do Karma.

4) Sou o “eu” que ocupa o corpo físico, etéreo, astral e mental. Posso deixar o corpo físico em repousa e utilizando o corpo etéreo locomover-me no ambiente que estou, com o corpo astral posso deslocar para vários pontos do nosso planeta, com o corpo mental o deslocamento amplia para o nível cósmico.

5) O “eu” é um ser com suas representações sendo que todas elas devem ser eliminadas e nesse caso o “eu” puro, o “eu” em essência é o próprio Deus, na essência somos Deuses.

6) Estou consciente que sou o “eu”, essência metafísica. Todas as coisas (cosmo, corpos, seres, planos, divindades) são representações psíquicas do “eu”. Nesse caso o próprio “eu”, consciente que em si é uma ilusão, deve eliminar-se para acabar com todas as representações, inclusive com sua própria essência cuja energia volta a integrar a consciência divina. O processo de morte do “eu” é meditar no nada, nulificando sua própria existência.

7) Existo como essência, sou o “eu” que possui inúmeras representações e devemos eliminar todas as representações, ficarmos com o “eu” vazio (pobre, no deserto) para receber a consciência divina. O processo é meditar no silêncio absoluto para que o “eu” tenha condições de elaborar sentidos espirituais e receber energias de outras dimensões mais sutis.
O desapego do “eu”, das coisas do mundo objetivo, possibilita absorção da consciência divina, passamos a ser filhos de Deus e em um movimento desenvolvendo harmonia com o Criador de todas as coisas sem que o “eu” perca sua individualidade. Conforme o “eu” amplia sua consciência, os seus corpos vão se tornando cada vez mais sutis (sat-cit-ananda) e suas percepções vão se ampliando, tornando-se mais abrangentes, tendo consciência de outros paradigmas nos infinitos mundos criados por Deus.

Texto revisado
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Conteúdo desenvolvido por: Marcos Spagnuolo Souza   
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