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NOVOS TEMPOS - PARTE 2

NOVOS TEMPOS - PARTE 2

por Marcio Isael(ZAYASH)
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As informações de que a humanidade necessita para o seu esclarecimento existencial e tomada de consciência, não estão disponíveis nos meios de comunicação de “massa” (ora dirigidos por forças anti-evolutivas), servis à mundaneidade e ao materialismo (incluindo o religioso), propagadoras de modismos e hábitos que só debilitam e entorpece o pequeno laivo de discernimento intuitivo de energia criativa ascendente, aquela que quando desperta nos brinda com feitos geniais e inspiradores. Isso é um fato, que obviamente, tem seus pontos de menor resistência, abrindo espaço para exceções.

Vemos que por “QUASE” todos os lados, a massa humana se estupidifica e se embrutece pelo poder hipnótico da alienação engendrada pelos meios de comunicação. Mas em escala ainda muito diminuta, é fato, também, que a mídia no seu todo de meios de expressão possui expoentes de valor que conseguem burlar a barreira do superficial e do vulgar para fomentar uma auto cultura autêntica. No entanto, essas manifestações mais verticais e rarefeitas, são acessíveis apenas por quem já se destaca da “massa” ou por quem está suficientemente sensível para acessá-las. O fato é que temos inserções positivas dentro do “lodo” pseudo informativo, contudo, o que mais chama a atenção em meio a toda essa contaminação de superficialidade é que as Almas daqueles que despertam se esforçam para conduzi-los às manifestações mais “verticais”, ou seja, leva o indivíduo na direção das informações que possam despertar o seu conteúdo intuitivo e sapiencial. No fundo, todo esse excesso de inversão estimula o seu inverso. Esse processo é um deslocamento do nível mais denso do subconsciente coletivo ao estado de “individuação”, processo bem abordado por Jung e por Sri Aurobindo, onde o individuo entra em ressonância com as forças sistêmicas operantes no campo magnético superior do planeta.

Uma crescente cultura de “deslocamento e individuação” está a cada dia, ganhando mais espaço por entre as mentes mais sensíveis que agem pela mídia. Todavia, essa cultura é genuína e atemporal, não apenas um modismo constituído por pessoas que pretendem ser diferentes no uso de indumentárias exóticas ou que citam frases filosóficas de efeito para serem “originais” ou “cult”. Não, é uma cultura que não faz alardes sensacionalistas, que preza pela discrição, e ainda sim, emerge por entre pessoas e grupos sintonizados com os planos internos, abertos para novas possibilidades interativas e ativos em todos os setores da experiência humana, da Arte à Ciência, passando pela Educação, pela Filosofia e indo até a Religião, despertando na Alma Humana o que a vida tem de mais nobre e gracioso: o sentido de unidade e interdependência, o que inclui uma sensibilização para as dimensões poética e lúdica da vida, suprimidas pelo presente culto ao objetivo e imediato.

Vagarosa, porém, contundentemente estamos ouvindo e lendo cada vez mais sobre “unidade”, ”interdependência”, ”fraternidade”, ”energia” (a prova de que tudo é energia e informação foi um duro golpe desferido contra o materialismo), ”integralidade” dentre outras palavras que expressam valores e princípios que extrapolam a vidinha ordinária e egoística que um sistema quase moribundo pretende incutir em nós como sendo o “normal”. Essas informações que descendem dos planos de consciência mais elevados, ”ascendem” nossa energia mental para que a mesma sirva de base para a atividade da inteligência intuitiva/espiritual, o princípio que age do todo para a parte.

Claro que para quem está inserido dentro de certa cultura “alternativa”, palavras como “unidade” e “integral” podem soar redundantes, mas saibam que poucos ainda apreenderam no coração e na prática, o que as mesmas encerram, pois, afinal, são apenas palavras. Repeti-las sem a reflexão e sem a sensibilidade necessárias só serve para encerrá-las na letra morta. E nesse ponto, é preciso deixar bem claro que essa cultura verdadeiramente espiritual, nada tem a ver com tradicionalismos, instituições religiosas, dogmas e hábitos “new age”. É muito mais do que isso, e por isso mesmo, segundo as palavras de um grande Mestre “não procure a luz onde se fala nela ou onde ser espiritual é ser orgulhosa e afetadamente diferente; procure onde houver liberdade de pensamento, simplicidade profundidade e zelo incondicional”.

Tribos estão se encontrando e aliviando a sensação da solidão que até então dominava a psique. A era da informática encurtou distâncias, aproximou os semelhantes e ensaia virtualmente o que acontecerá em dias vindouros como uma realidade concreta, tangível e presencial. Precisamos ter discernimento e jamais sair repetindo o que lemos, pois afinal, nem tudo é confiável, sem falar que precisamos permitir que a nossa Inteligência intuitiva confira legitimidade as informações recolhidas do exterior à luz das informações recolhidas da interioridade do todo, onde temos nossas raízes essenciais. Precisamos resgatar coisas simples e vitais, como por exemplo, rever nossas relações presenciais, seja com nossos semelhantes, seja com a natureza, posto que muito nos distanciamos dessas esferas por conta de uma hipertrofia patológica dos setores monetário e profissional, que estão escoando toda a nossa energia sem deixar sobra para nutrir outros campos, sem os quais, as outras vivências não possuem valor real.

Precisamos gerar um equilíbrio entre o gostinho agradável de uma rede global via internet com sentar-se debaixo de uma árvore e apenas estar ali...se deliciar com a sombra em dia de calor torrencial, saborear um copo d’água e se regozijar quando aliviamos a pressão na bexiga. Necessitamos igualmente, resgatar relacionamentos incondicionais, puros, de trocas espontâneas, livres do sarcasmo e da ironia, livres da tirania do eu narcisista. São esses momentos, uma vez valorizados e sacralizados pelo valor e inteireza a eles conferidos, que abrem possibilidades para que o maior aja por meio de cada um de nós.


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Atualizado em 08/03/2009

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