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O centro de um amor universal


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Para se agrupar em um amor universal, é necessário encontrar em seu próprio centro pessoal o método de descobrir o caminho do amor único e coletivo. As partículas humanas, por mais comprimidas que estejam, devem finalmente se amar, amar-se todas a um só tempo, e todas juntas. Ora, não existe verdadeiro amor em uma atmosfera do coletivo se uma só pessoa não participar do desejo de fazer o próximo feliz.

O amor nasce no centro do universo e se espalha por toda parte, dentro do centro de cada ser humano. Devemos nos fixar em nosso centro para chegarmos ao núcleo do amor universal. Assim, caminharemos para o centro de todos os centros.

Por mais tempo que a humanidade permaneça unicamente centrada em uma coletividade, um sistema verdadeiramente centrado de elementos pessoais, no fundo, será muito difícil consagrar-lhe um verdadeiro amor. O amor se dirige sempre a um semblante e a um coração. A humanidade só pode ser amável em si como comunidade se o seu ponto central se constitui de uma pessoa que ame a vida e ao próximo como a si mesmo.

Encontrar este centro de amor universal é encontrar o Deus pessoal. Mas, sem compreendê-lo bem, esta procura, sem simplicidade, sem conhecer a si mesmo em total realidade, não poderá desdobrar-se em plena liberdade e alegria, pois só assim poderá conhecer o seu centro e buscar o núcleo do amor universal.

O ponto deste centro pessoal deve ser de tal natureza, que a sua força de atração mova cada um de nós para a unificação, que é o amor.

O princípio gerador de sua unificação não deve ser procurado nem na contemplação, nem apenas no desejo, provocado por um ponto qualquer, mas no atrativo comum exercido por um mesmo objetivo. Objetivo este que, de um lado, seja capaz de operar na sua plenitude a síntese do espírito, pois, não basta apenas pensar no bem, tem que pensar neste encontro do seu centro com o centro universal, no centro das unidades humanas, tal como o pode realizar um amor mútuo comum. E de outro lado, entre elementos do amor humano, unidos por natureza, só há um modo possível de se amar, que é saber encontrar o seu centro, e ajudar a todos a encontrá-lo também. Depois,  juntos, num mesmo "ultra-centro" comum, no qual possa cada um de nós chegar ao extremo pela própria união, e juntos encontrarmos o centro maior, o centro universal. Assim, unidos, encontraremos o "Amor Supremo de Deus".

Sem a existência desta grande família de convergência universal, não há coerência possível para a totalidade da humanidade e, por conseguinte, nenhuma consistência. É preciso um verdadeiro Ego no cume do Universo para consumar, sem os confundir, todos os egos elementares da Terra para todas as outras dimenções.

O grande encontro dos centros só pode ser concebido como a unidade dos nossos centros, porém, existe um outro, ainda mais profundo, o coração de todas as nossas reencarnações, chegando a compreensão de que tudo o que passou foi pelo nosso próprio desejo de evoluirmos rumo a felicidade, rumo a cura total, a iluminação. O centro do seu Eu mais profundo, último, aquele, de irreversibilidade e personalização, é o único e verdadeiro centro.

E é neste ponto, se não me iludo, que na evolução da simplicidade, da educação, da gratidão, da compaixão e do desejo de ver o próximo feliz, que a evolução será capaz de mostrar sua funcionalidade em um ambiente harmonioso.

Deus, esse motor, esse distribuidor e coleto de amor, é quem vai consolidar a evolução. As razões finais, pelas quais o centro deve ser concebido, não como uma grandeza que se realiza pela síntese da humanidade, mas como uma realidade eminentemente pessoal e atual, como um Iluminador de nossas vidas pessoais, transcendendo as dimensões, será o centro coletor de todo amor da humanidade.

As razões do amor são as razões da sobrevivência. A função do centro é unificar toda a humanidade em si, como uma família que ama e é amada, agindo, por sua atração, no centro de cada pessoa. Ele deve nos atingir diretamente, isso é, de consciência a consciência, pelo encontro no mais profundo desejo da alma. Mas para isso é preciso que o centro de tudo não seja unicamente um ideal futuro, mas um ato atual e real, que possa estar presente em todos os seres humanos pessoalmente.

O amor tem que ser atual e real, o centro é real e atual. Para ser absolutamente atraente, o amor e o centro devem estar presentes no coração de modo definitivo e infinito.

BNN

Texto revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Bernardino Nilton Nascimento   
"Não seja um investigador de defeitos, seja um descobridor de virtudes"./ "Quando a ansiedade assume a frente, as soluções vão para o final da fila"./ "Quando os ventos do Universo resolve soprar a favor, até os erros dão certo". BNN
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