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O SORRISO DO MESTRE

Atualizado dia 8/1/2008 9:12:40 PM em Espiritualidade
por JORNALZEN


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Jesus não foi uma figura sisuda. Brincava com aqueles que o acompanhavam de perto. Na sua família era sempre quem tomava a iniciativa de tornar o ambiente mais fraterno. Usava sempre o bom humor e a sabedoria para desanuviar o ambiente. Quando estava com as crianças, o que repetiu muitas vezes, fazia-se também como criança nas conversas.

Nas páginas dos Evangelhos não aparece esse sorriso, porque após a morte do Mestre, seus discípulos foram perseguidos e muitos sacrificados. Os poucos que sobraram escreveram suas memórias sobre os fatos que deixaram muita tristeza e, assim, passaram essa imagem.

Nos últimos meses de sua permanência na Terra, realmente, seu semblante tornou-se grave devido ao pressentimento dos fatos que estavam por vir. Na época em que Jesus viveu na Terra o planeta estava dividido entre duas grandes culturas: a greco-romana do Ocidente e a semítico-babilônica do Oriente. Após a morte de José, seu pai, quando Jesus ainda era jovem, teve que exercer o ofício do pai. Mas quando seu irmão Tiago atingiu idade para assumir a responsabilidade da família, Jesus voltou sua atenção para os estudos das Escrituras e aproveitando uma caravana partiu rumo aos centros iniciáticos daquela época.

Esteve no Egito onde estudou a herança hermética e muitos outros mistérios. Na Índia estudou a tradição védica, esteve na Pérsia e muitos outros lugares. Após esta peregrinação de estudos, voltou à Palestina já consciente de que era ele “aquele que todos esperavam”.

Jesus afirmou a seus apóstolos que ressuscitaria em três dias. Os apóstolos não acreditaram até que viram o Mestre amado potencializar-se diante de seus olhos. Ele estava vivo numa forma que naquela época ainda não se entendia sobre materialização do espírito. No caso de Jesus, um espírito de elevada hierarquia que pertencia à esfera Crística e continha em si mesmo a propriedade de se plasmar.

E, cumprindo as Escrituras, ressuscitou, agiu de forma simples com aqueles a quem pertencia, sorrindo com ternura ante a incompreensão dos que tiveram o privilégio de recebê-lo. No dia de sua ascensão, a última aparição, apresentou-se de forma radiante, com um sorriso na face, como a significar toda a esperança que depositava no futuro da humanidade. E assim ascendeu aos planos mais elevados.

João Scalfi
Colaborador do JORNALZEN

Texto revisado por Cris

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