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O SEGREDO



O UNIVERSO CONSPIRA A SEU FAVOR

Existe um histórico familiar de alergia herdado por mim e pelos meus filhos; mas, já de há alguns anos, de modo quase inconsciente, e talvez que por força da correria cotidiana que não nos permite desfalecimentos sem prejuízo de tempo perdido no trabalho e na resolução de coisas importantes, passei a lidar com isso de um jeito estranho: ao surgir uma gripe, por exemplo - que sempre vinha acompanhada de complicações de ordem alérgica e respiratória, sendo ou não combatida pela ação dos medicamentos tradicionais - metia na minha cabeça que aquilo não era nada. Que ia dar um jeito de me sentir bem, e que este esforço daria certo, e pronto! E lá ia eu para o meu tranco diário no serviço e nas atividades rotineiras. E, para a minha perplexidade, fui notando, com o correr dos anos, que o método vinha funcionando. Não sei nem mais quando, nem onde começou a dar certo, e na época nem mesmo entendia bem o porquê. Era algo quase instintivo. Mas o fato é que um fortalecimento estúpido da imunidade orgânica me presenteou com uma resistência quase pétrea a um tipo de contratempo que, se nos tempos distantes da adolescência tinham como conseqüência invariável as crises respiratórias agudas, ou as febres, com todo o cortejo desagradável de sintomas típicos destas moléstias corriqueiras, agora não mais me aborreciam para além de uma chateação passageira, com acessos de espirros e coriza, bem combatidos, por tabela, com os medicamentos usuais - mas sem a derrubada crítica provocada pelas crises de asma.

Para a minha agradável surpresa, isso ficou no passado. E, quando percebi, intuitivamente, que o insólito método tinha funcionado comigo, o introduzi na minha casa, passando a usá-lo também com os meus filhos: primeiro com o mais velho que, quando pequeno, sofria do conhecido enjôo de viagem. E com a pequenininha, nos casos usuais de indisposições infantis. Mas o fato é que, todas as vezes em que viajava, e de início ainda com o auxílio dos remédios, passei a fazer na mente do menino uma sabatina: "Isto não é nada! Vamos nos divertir na viagem, que vai ser ótima! Melhor esquecer disso, e verá como irá, na ida e na volta, sem sentir mais coisa nenhuma!"...

O processo se estendeu durante um bom tempo, e deu trabalho de garganta. Nós não dizíamos a ele que o problema não existia. Nós dizíamos a ele que deveria se concentrar no bem estar da viagem, porque afinal era um menino forte e saudável, e que tudo aquilo passaria, se prestasse à coisa menos atenção...

Hoje, portanto, meu filho vai e volta nas viagens mais longas possíveis sem o mais leve sintoma de mau estar; eu não padeço mais as seqüelas desagradáveis das gripes que antes tanto me maltratavam; e, ao sinal de qualquer espirro dentro de casa, uso a frase mágica - o "segredo": Toma aí um cewin, ou uma vitamina C se for o caso, mas não é nada; isso é espirro bobo! E, salvo em raras ocasiões, os "espirros bobos" não passam mesmo disso, e, decorridos quinze minutos, o assunto já é outro!

Conto a vocês esta história estranha que, de início, pode lhes causar certa perplexidade e enfado, para ilustrar a realidade contundente, já de há tempos constatada por mim mesma em pequenas coisas do cotidiano, do que nos é revelado no impressionante documentário O Segredo, produzido à semelhança do já comentado por mim em outros artigos Quem Somos Nós. Todo baseado em relatos, explicações e depoimentos de cientistas modernos - médicos, físicos, fisiologistas - o filme nos comprova, de maneira iniludível, o fato de que, via LEI DE ATRAÇÃO, criamos, rigorosamente, a vida que queremos para nós. Temos a explicação científica, com base nos princípios da Física Quântica, daquilo que há séculos já era enunciado na famosa Lei de Causa e Efeito descrita pelos Espíritos na centenária Codificação de Allan Kardec!

E isto se dá à revelia de aceitação, ou mesmo do devido conhecimento do fato. Diariamente, tenhamos ou não consciência disso, atraimos para nós mesmos aquilo que pensamos a respeito de nós, e das nossas vidas. O que queremos. O que imaginamos; aquilo que povoa repetidamente nossos pensamentos, por identificação, por desejos ou por sentimentos.

Nosso presente, portanto, é mera projeção materializada, por nós mesmos, do nosso passado. Temos no presente o que quisemos outrora. Por mais não guardemos disso a consciência clara. Porque nem sempre a realização é instantânea - devido a um mecanismo sábio da Lei de Atração, o mecanismo de retardo, que funciona oportunamente no nosso padrão ainda involuído e indisciplinado de pensar, para evitar que, por exemplo, sem mais nem menos um elefante se materialize na nossa sala só porque, nalgum devaneio idiota, imaginamos que seria interessante possuirmos um elefantinho de estimação!

Parece brincadeira, mas não é...Assistindo em O Segredo os emocionantes depoimentos, fui me recordando de fatos recentes e mais distantes na minha vida, que foram a comprovação cabal disso! Ainda nos últimos meses, por exemplo, andava pensando, insistentemente, que precisava de uma estante nova para arrumar melhor a minha transbordante biblioteca, que vinha transformando a minha casa num caos; ao mesmo tempo, para administrar espaço, desejava reiteradamente adquirir uma mesa nova para o meu computador. Não tinha em mente nada de concreto sobre como realizaria isso - onde compraria; que tipo de móvel, ou de que preço. Imaginava apenas que certamente acabaria dando de frente com algo adequado, que me serviria aos propósitos, inclusive atrelado às conveniências da despesa.

Pois esta semana, de volta do serviço, sem mais nem menos, e num lugar onde jamais imaginaria acontecer, encontrei o que queria: lá estavam, na mesma loja, os dois móveis. Pareciam esperar por mim, de tão exatos no tocante ao que eu idealizava, fosse em tamanho, em preço, e até mesmo na cor! E para arrematar, tão perto da minha casa que a entrega foi feita dez minutos depois da compra!...

É um exemplo aparentemente banal, bobo...talvez materialista, à primeira vista. Mas não existe este negócio de materialismo no assunto; não há esta divisão! O Universo todo funciona via energia, como nos ensina o documentário. Nosso próprio corpo é energia, e a Lei de atração age, seja no que diz respeito ao que idealizamos materialmente, quanto emocionalmente, quanto profissionalmente ou socialmente - não importa! É fato: analise com frieza determinados aspectos de sua vida, e veja se nalgum momento, lá pra trás, você não andou devaneando ou pretendendo isto!

É infalível, e a constatação do funcionamento da Lei na sua vida virá, inevitável, nem que seja quanto a alguns pormenores talvez que considerados, na época, como meras coincidências!

CONTINUA!
Publicado dia 1/2/2007
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Autor: Christina Nunes   
Chris Mohammed (Christina Nunes) é escritora com doze romances espiritualistas publicados. Identificada de longa data com o Sufismo, abraçou o Islam, e hoje escreve em livre criação, sem o que define com humor como as tornozeleiras eletrônicas dos compromissos da carreira de uma escritora profissional. Também é musicista nas horas vagas.
E-mail: meridius@superig.com.br | Mais artigos.

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