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O VAZIO DE TUDO


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Não sei por onde andei,
Neste tempo infinito.
Sem dias e sem noites,
Apenas o vazio do nada.

Talvez um modo de ver,
O que não queria ver.
De sentir novas emoções,
Sem banalizar o amor.

Horas, dias e meses,
Na rotina sufocante.
Um painel sem cores,
Uma música sem acordes.

O escritor deve escrever
Fatos da alegria e da dor.
Sua escolha independe
Da magia de suas palavras.

Ele domina a razão,
Mas é refém do coração.
Quer ser um herói solitário,
Com medo de ser covarde.

O que pode ser maior
Que a vida e o amor?
A renúncia...
Não sei por onde andei...

Texto revisado
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Conteúdo desenvolvido por: Alberto Carlos Gomes Lomba   
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