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QUE CAMINHO DEVO SEGUIR?


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Frequentemente nos deparamos com situações em nossa vida que exigem que façamos uma escolha. E isso não é nada fácil de fazer, pois uma escolha implica sempre em abrir mão de uma coisa que talvez nunca mais tenhamos a chance de um dia viver ou realizar. A indecisão se torna deveras angustiante, porque nem sempre estamos dispostos a sair de cena e deixar livre um dos caminhos. Ao contrário, geralmente ficamos paralisados diante do cruzamento à espera de um milagre que finalmente nos tire dessa “encruzilhada”.

Muitas vezes a solução se apresenta de forma inesperada através de eventos indesejados: acidentes, doenças, mudanças de casa e de trabalho e, até mesmo, decepções. Tais acontecimentos funcionam como impulsos que nos lançam adiante de modo compulsório, ajudando-nos a resolver de uma vez por todas o conflito, conduzindo-nos para um dos lados pela força do nosso inconsciente.

Por outro lado, há momentos em que conseguimos analisar todos os ângulos dos caminhos e optamos de forma consciente por um deles. Quando realizamos uma escolha é preciso lembrar que não estamos simplesmente escolhendo uma coisa ou outra, mas que decidimos por uma parte de nós mesmos. Em outras palavras, não optamos por algo, pessoa, lugar ou ocasião específica, mas sim por uma parte de nosso Eu que deseja se expressar naquele momento.

O ser humano tem diversos “eus” dentro de si. Esses “eus” correspondem a fragmentos de nossa personalidade que constituem o ego. Para que esse seja plenamente forte e desenvolvido é necessário que as várias faces que o compõem sejam despertadas e reconhecidas. Tornando-nos cientes da necessidade de viver os vários papéis ou personas de nossa psique, poderemos deixar fluir livremente a energia de cada uma delas conforme nossa necessidade interna. Ao decidirmos por uma cor, um estilo de vida, uma profissão, um roteiro de viagem, o grupo de amigos, o cônjuge, estamos, na verdade, desvendando uma parte daquilo que somos. Tudo o que envolve nossa vida funciona como um grande espelho, refletindo aquilo que existe no nosso interior, mas que ainda não conseguimos reconhecer e aceitar conscientemente.

Portanto, podemos experimentar qualquer uma das possibilidades que a vida nos apresenta, pois todas elas são válidas e corretas e representam aspectos de nossa personalidade e de nossa alma que desconhecemos. A melhor escolha será aquela que se mostrar imprescindível e coerente com o momento atual que vivemos.

Particularmente, sinto que existem algumas situações em que não é uma questão de escolher entre uma coisa ou outra, mas sim de integrar os dois lados da moeda em prol de um sentimento maior de plenitude e unidade. Isso não é ficar “em cima do muro”, porque ficar “em cima do muro” seria paralisar diante das possibilidades e recusar-se a viver qualquer uma delas.

Então, toda vez que tal pergunta surgir na sua cabeça “Qual caminho devo seguir?”, simplesmente pare por alguns instantes, dias ou mesmo meses e vá para dentro de sua alma buscar a resposta. Primeiramente, não acredite que a felicidade só baterá uma única vez na sua porta e que se você deixar passar uma oportunidade nunca mais terá outra no futuro. Isso é apego. A vida está à nossa disposição todo o tempo e certamente nos proverá a todo o momento desde que confiemos na grande Lei da Abundância.

Em segundo lugar, avalie todas as nuances da situação, analisando os prós e os contras, bem como as devidas conseqüências que cada escolha poderá trazer. Qualquer um dos lados por que você se decidir implicará em renúncias, responsabilidades, direitos e realizações.

E, por fim, pergunte a si mesmo: “Que preço estou disposto a pagar?”, “Que tipo de experiência desejo passar agora?” e, principalmente, “De que estou precisando para que me possa tornar um Ser mais pleno e completo?”. A decisão deve ser baseada naquilo que atende sua vida interior e não às exigências sociais que nada têm a ver com você.

“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”, já dizia o poeta Fernando Pessoa. Todo caminho é bom e contém dentro de si a semente da felicidade e de um grande aprendizado. Consulte o seu coração para saber o que ele sente. O que você acha que pode fazer por você agora?

Namastê! (O Deus que habita em mim saúda o Deus que habita em ti)

Texto revisado por Cris

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Conteúdo desenvolvido por: Andréa Oliveira   
Sou Pedagoga, Terapeuta Transpessoal e Mestre de Reiki Usui Tibetano. Faço atendimentos em Terapia Transpessoal, Reikiterapia, Tarô Terapêutico, e ministro cursos de iniciação em Reiki.
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