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SAUDADES...


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Um dia, acordei sentindo saudades.
Eco dos momentos vividos, conversas, abraços, beijos e juras de amor.
Hoje, fragmentos reunidos num laço de amizade.
Será que essas lembranças devem ser esquecidas como algo ultrapassado, sem sentido e que só pertence ao passado?

Mas, como é bom relembrar!
Não há sofrimento nas memórias desse amor.
Um amor repleto de carinho e intimidade.

No momento, doce saudade.
Estou feliz contando a história de um amor...

De repente, olhei a janela do quarto.
A cortina aberta revelava um mundo lá fora.
Suas imagens e acontecimentos não tinham o poder de tirar-me de minhas recordações.
Dentro de mim, lampejos de saudade remetem-me ao outro tempo.
Uma porta semiaberta entre o hoje e o ontem.
Uma abertura, uma passagem que, mesmo estreita, tem o espaço suficiente para virar a chave mágica e poderosa da lembrança do amor.

Quantas vidas, idas e vindas serão necessárias para confirmar que laços de um amor verdadeiro são indestrutíveis?
Mesmo que tenham se transformado em novas formas de amar.
A construção dos relacionamentos se baseia em reais sentimentos que levam o aprendizado vindo deles para as próximas gerações.
Aprendemos a viver interagindo com o outro.

As partes de um ao entrar em contato com as partes do outro fazem uma intersecção transformadora.
O resultado é a união.
Forças diferentes que unidas contribuem para o crescimento de ambos.

E agora? Onde fica a saudade?
Depende da visão e sentimento de cada um, das próprias lembranças até este momento.
Há dois tipos de saudade: a nostálgica e a dolorida.

A nostálgica traz recordações de todo o bem que a vida proporcionou e faz tudo ter valido a pena.
É o sentimento de estar vivo e ter aprendido a caminhar mesmo com novos cenários.
A saudade dolorida traz o inconformismo em ter que alterar o caminho.
É a não aceitação do hoje e o desejo de voltar ao passado, mesmo tendo a dor como reveladora da falta de sentido em querer reviver através das lembranças.

O conhecido ultrapassado é carregado dificultando os próximos passos na realidade presente.
A realidade do agora!
Então, é melhor deixar só a boa saudade guardada.
Transformá-la em uma jóia, um símbolo dos bons momentos vividos.
Momentos de amor...
O hoje é outra jóia, é real e precisa de lapidação e amor.

Texto revisado
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Conteúdo desenvolvido por: Renata Cibele Lima   
Renata Cibele Lima é Escritora, Arte-Educadora, Artista Plástica, Pesquisadora e Consultora em Desenvolvimento Humano.
E-mail: dlima_r@yahoo.com.br | Mais artigos.

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