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Se eu tivesse dado mais valor à vida...



Estou aprendendo a seguir em frente, sem olhar para trás, pois cada vez que paro e me deparo com meu passado, me sinto fraco, deprimido, entristecido. Não quero mais lembrar quem fui, o que fiz e o que deixei de fazer. Quero me aceitar como sou, sem títulos, sem rótulos, sem fama, sem fortuna, sem tudo mais.
Descobri o verdadeiro sentido da vida! Descobri que nada somos diante do “todo que está em tudo”. Somos pequenos grãos de areia, pequenas gotas de água espalhados pelo imenso oceano cósmico de amor.
Fiquei ao sabor das ondas por muito tempo. Fiquei à deriva, sem entender o que estava me acontecendo. Não compreendia, pela razão, como podia um morto estar vivo?

Nunca fui bom leitor de livros espiritualistas, nem espíritas ou coisas assim. Pouco me lixava sobre assuntos de “vida após a morte”. Para mim era o fim e pronto, tudo acabou. Vejo agora o quanto estava enganado! E me surpreendi ao ver a quantidade de pessoas na mesma situação que eu.

Se eu tivesse dado mais valor à vida, teria sido diferente, não teria passado pelo que passei. Mas tudo passa, tudo passa. Estou aprendendo a viver de maneira diferente, em um mundo diferente, com pessoas diferentes. Tudo aqui é mais bonito, o ar é mais puro para respirar, não faz tanto calor, nem tanto frio. Aqui é um bom lugar para se viver! Não há intrigas, fofocas e maledicências. Não vivo mais com aquela sensação que “vão me puxar o tapete” a qualquer hora.

Eu me sinto bem, bem mais tranquilo! Estou aprendendo coisas novas, que nunca havia imaginado sobre o céu, sobre a Terra e sobre os mistérios do universo. Descobri “quanta babaquice há na Terra. Há bandos de hipócritas que se acham “donos da razão!” Que pensam que sabem tudo! Quanta ilusão! Quanta roubalheira, quanta corrupção!  E eles acham que nunca serão descobertos.  Quanta mentira! Um dia tudo virá à tona. Máscaras irão cair, pois aqui “a falsidade não vigora”.

Por isso é bom ser bom, e ser honesto enquanto se está na carne (encarnado), para que não padeça o peso dos seus próprios erros depois. Descobri que isto não é questão de religiosidade. Não virei santo depois que vim para cá. Apenas passei a compreender o que antes não compreendia, porque achava que era “balela de padre”. Até de Chico Xavier eu desconfiava! Achava que era tudo montagem, tudo falsidade!

Hoje vejo que não é assim, por isso resolvi escrever e contar um pouco dessa pequena experiência. Quero voltar e contar mais, se me deixarem. Até mais, até qualquer hora!

Iris R. Fernandes Poffo – 01.04.2018

Observação: esta mensagem foi recebida de maneira mediúnica, com ajuda de amparadores ou amigos espirituais, transmitida por uma pessoa cuja identidade não me foi revelada, sendo possível notar que foi alguém de certa posição social, materialista, que descobriu que há vida no além, além desta vida, e que está contente por isso!

Texto Revisado

Publicado dia 15/4/2018
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Autor: Íris Regina Fernandes Poffo   
Bióloga, espiritualista, terapeuta holística e escritora.
E-mail: irisp@uol.com.br, irisrfp@gmail.com | Mais artigos.

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