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O destino existe ou é criado por nós?

Atualizado dia 1/24/2024 11:52:31 PM em Oráculos
por Rosana Ferraz Chaves


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A estrutura do que precisamos viver já vem pronta, mas o modo de interagir com essa estrutura, não.

Exemplificando melhor, algumas coisas são difíceis e obrigatórias, como por exemplo, as perdas, mas o modo como vamos interagir com elas, é decidido por nós, sem nenhuma influência do destino.

A perda de um ente querido é obrigatória, mas o tamanho do sofrimento, fica por conta de quem sofre.

Existem pessoas que passam alguns dias de luto, ou um ano e aquelas que ficam de luto pelo resto da vida.

O universo não lhe pede nada, mas replica todos os seus atos, bons e ruins.

Existe morte prematura?

Antes de encarnarmos, o Departamento de Reencarnações chama cada espírito para uma conversa e apresenta um protótipo de nosso corpo e um resumo do que precisamos aprender, onde consta quem será a nossa família, país e cidade onde nasceremos, a religião de nossos país e a nossa durante a infância, as nossas maiores prioridades, dificuldades, possíveis doenças, doenças que podem ser evitadas, possibilidades de acidentes, pessoas importantes, grandes acontecimentos e a possível data de nosso desencarne.

A data do desencarne pode ser modificada, de acordo com o tipo de vida que escolhemos.

O nosso tempo de vida pode sim ser aumentado ou encurtado, no entanto, a morte por consequência do mau uso do corpo, como no caso de pessoas com vícios, não é considerada prematura, porque esse é um tipo de morte prevista.

Mas se a pessoa tem menos de dezoito anos, sofre um acidente no qual ela não teve culpa, tem um mal súbito ou se está bem de saúde e o corpo morre inesperadamente, para os encarnados seria considerada como uma morte prematura, mas para a espiritualidade, é uma morte programada.

Costuma-se acreditar que nesse tipo de morte física, o espírito tenha nascido por um curto período, somente para cumprir o restante de uma vida passada. Pode ser que seja isso, mas também pode ser que seja uma vida curta devido a outros motivos.

Crianças que desencarnam com doenças raras, na maioria das vezes, são espíritos que encarnaram com a vontade de ajudar o mundo a enxergar a vida de uma forma diferente.

Não é raro, nesses casos, que este tipo de morte desencadeie pesquisas, descoberta de novos remédios e até a abertura de associações beneficentes, que poderão ajudar a outras crianças.

Não são espíritos oriundos de suicídio, como a maioria crê, muito pelo contrário.

Várias dessas crianças são espíritos já em desenvolvimento, que por vários motivos, pedem para reencarnar nessas condições, justamente para alavancar novas possibilidades de curar outras crianças ou jovens.

Se seu filho se foi dessa maneira, não foi porque Deus não se importou com ele, não pense assim!

São considerados verdadeiros heróis, na espiritualidade. Não foi castigo, não foi ação maligna, nada disso.

E se você conhece alguém nessa situação, por amor, repasse essa informação para essa família e ajude a parar com tanto sofrimento.

Morte prematura é diferente de acabar com a própria vida, provocando intencionalmente que isso ocorra.

Existe destino de ter filhos com doenças especiais?

Existe, mas ter a possibilidade de ter um filho especial, com uma doença rara ou diferente, é acertado antes do nascimento e os pais precisam aceitar.

É castigo? Não existe castigo infringido pela espiritualidade.

Várias possibilidades podem gerar esse tipo de experiência, mas no geral, são associações familiares que se formam, no intuito de aprendizado e de resgate de alguma situação, sempre relacionada com os pais.

Vou dar um exemplo comum.

Imaginemos que em uma vida anterior, um casal tem um filho e por algum motivo essa criança foi rejeitada, mimada ou deixou de ter a atenção necessária e na adolescência acabou se envolvendo com vícios, teve uma overdose, cirrose ou uma forte depressão e acabou tirando a própria vida, num acidente.

A parte do corpo que mais foi afetada nesse acidente, com certeza, danificou a parte energética do perispírito e esse dano energético vai refletir pelo menos nas próximas duas encarnações, em forma de manifestação no corpo físico.

Nesse exemplo, caso os pais reconheçam que tiveram uma atuação familiar abaixo do necessário, haveria um acerto para que tivessem uma segunda chance com esse espírito do acidente, que sem dúvida nasceria com alguma sequela física.

Mas também poderia ocorrer, que esses pais ainda não estivessem preparados para uma nova oportunidade, mas que os avós, compadecidos com o ocorrido, pedissem que eles fossem os novos país dessa nova criança, mesmo sabendo que ela nasceria com um problema físico. Isso também ocorre muito.

E isso também não é castigo. Nesse segundo exemplo, dos avós pedirem para nascer como os pais da criança, seria por um ato de amor, não de resgate.

Se você quer aprender mais sobre morte prematura, adquira o livro “Magid. Um encontro com um anjo”, na Amazon ou Madras.

Existe destino de ser pobre ou rico?

Existe o resgate das suas vidas anteriores. Se a pessoa teve uma vida produtiva e era pobre, rica ou classe média, na próxima encarnação, ela vai nascer nas mesmas condições.

E se era morador de rua? Vai nascer morador de rua novamente, porque condições de mudar de vida existiram.

Você precisa aceitar que não existe destino de passar fome, privações e miséria e mesmo quando a pessoa vive nessas condições, vão existir várias possibilidades de ajuda, para que a pessoa mude de vida.

Mas não existe pobre com vida produtiva! Existe sim!

Teve uma época da minha vida, em que eu estava exercendo um cargo de chefia e um dia o motorista que estava me levando para algum lugar, resolveu me contar um pouco da vida dele.

Ele me disse que já teve muito dinheiro e que trabalhava como gerente de um grande Banco, e de repente, por conta de inveja e fofoca, foi demitido e entrou numa depressão profunda.

O médico o aconselhou a arrumar qualquer emprego, para sair da depressão. Então, ele acabou arrumando o trabalho de motorista e apesar do trânsito de SP ser muito caótico, ele recuperou a sanidade mental, curou-se da depressão e resolveu continuar trabalhando como condutor, mesmo ganhado um quarto do que ele ganhava antes.

Buda era um príncipe e, quando conheceu a pobreza, abandonou tudo e se elevou. São Francisco também.

Chico Xavier nunca quis saber do dinheiro das vendas dos livros, porque dizia que as obras não eram dele e se elevou, vivendo uma vida modesta.

Não ser rico não significa ter uma vida miserável e passar fome, mas acredite você ou não, até esse tipo de vida é uma escolha.

Se você ainda não acredita, vá para a Índia e veja quantos escolheram viver assim, mesmo tendo nascido em famílias prósperas, ou pesquise sobre a vida das pessoas que moram na Cracolândia em SP.

Não é caso da maioria. A maioria de nós deseja ter dinheiro o suficiente, só não desejam chegar lá trabalhando honestamente...

Se você quer aprender mais sobre prosperidade e chegar lá honestamente, compre o livro “A fila do pão andou!”, na Amazon. Imperdível!

Existe destino de não se casar?

Existe e é comum. Não só para religiosos, como padres e freiras, mas também para pessoas que tiveram muitos problemas com filhos e parceiros em vidas anteriores ou que precisam se dedicar a alguma coisa especial, que seria impossível, se tivessem constituído uma nova família e existe para pessoas que já aprenderam tudo sobre casamento, mas que nada sabem sobre como viver solteiras.

Também não se trata de castigo, só de aprendizagem. Em ambos os casos, podem ser vidas muito boas, se a pessoa entender e aceitar.

Os namoros e casamentos são decididos antes de nascermos, então todo casamento é arranjado, sim, pela espiritualidade.

Você pensa que escolheu seu parceiro por amor.... Se todo casamento fosse mesmo por amor, não haveria tantos divórcios, traições e separações.

Também nesses países onde existem os casamentos arranjados até hoje, também foram decididos antes do nascimento.

Tudo leva em conta o aprendizado e só casa quem precisa casar-se e só fica solteiro, quem precisa ficar.

Mas isso não pode ser mudado? Pode!

Tem pessoas que não precisam se casar, mesmo assim se casam, forçando situações, só que o casamento não costuma durar muito.

E tem pessoas que não precisavam se casar, mas assim que aprendem a lição que precisam aprender, estão livres para decidir se querem se casar ou não.

Como é que você pode saber se aprendeu a lição? Se você não sabe, é porque ainda não aprendeu!

Assim que aprendemos uma lição de vida, imediatamente a “ficha cai”, ou seja, percebemos que não somos mais os mesmos e que o que doía antes, hoje não dói mais, porque faríamos diferente.

Você percebe que mudou!

Você tem alguma pergunta sobre destino? Alguma coisa na sua vida não faz sentido? Alguma perda ainda faz você sofrer?

Escreva para mim, que terei o prazer de responder a sua pergunta, pelo meu canal no Youtube: Rosana Ferch – Canal Oficial.

Gostou deste artigo e quer aprender mais sobre esse assunto? Veja aqui!

https://youtu.be/hEY7yiTd5PQ

Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Rosana Ferraz Chaves   
Oraculista, sensitiva e escritora. Se dedica aos estudos de anjos, baralhos e tarots antigos, ministra cursos de oráculos, neurolinguística. Desenha mandalas e cria perfumes mágicos em seu atelier. Autora do livro Magid - O encontro com um anjo.
E-mail: [email protected] | Mais artigos.

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