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A difícil arte de lidar com as perdas

por Maria Cecília C. Varejão

Publicado dia 2/9/2008 em Psicologia

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Quando falamos em perdas podemos imaginar perda por “n” motivos. Hoje, vamos refletir sobre perdas afetivas por morte.

Toda forma de lidar com ela varia conforme a pessoa; não existe um programa pré-estabelecido. As reações são individuais podendo durar muito ou pouco tempo. Várias reações podem surgir desde um choque inicial, altos e baixos emocionais, descrença, negação, culpa e raiva.

Quando a perda foi muito significativa as reações podem ser mais fortes como um grande desânimo, mudanças de humor, falta de sono, indisposição, esquecimento, falta ou excesso de apetite, ressentimentos com a vida ou entes queridos.

Nesse momento de dor e sofrimento evite tomar decisões importantes. Algumas pessoas quando sofrem grandes perdas tomam atitudes radicais em relação à vida, ao trabalho e à casa onde moram. Pense bem se essas mudanças farão bem a você. Conte com a ajuda de pessoas queridas, amigos que talvez tenham passado por isso também, ou profissionais da área. Seja paciente com as próprias reações e seu tempo de recuperação; as perdas abrem feridas que podem demorar para cicatrizarem. Seja paciente com os outros também. Nesse momento seu ritmo de vida ainda não está equilibrado e assim pode se achar incomodado com o ritmo do outro.

Algumas pessoas não sabem o que dizer para consolar. Compreenda que é difícil para elas lidarem com sua dor. Reflita sobre seus valores internos e externos, faça uma revisão de si mesmo. Quando sair dessa situação, sairá bem melhor e as lembranças do ente querido poderão vir com mais leveza. Opte por um ritmo de vida mais agradável. Saindo de casa, aos poucos, poderá cumprir sua rotina de trabalho e cuidar de suas responsabilidades. Busque algumas horas tranqüilas do dia em que possa chorar, desabafar, se esvaziar. Dessa forma será possível perceber o que está mais profundo em si mesmo.

Respeite seu ritmo. Algumas pessoas, nesse período, não gostam de ver fotos ou objetos do ente querido. Não há problema; isso não quer dizer que goste menos dele. Não tenha medo do luto terminar, não é prova de desamor, é sinal de equilíbrio interior.

Tente ficar tranqüilo, perceba suas reações, conscientize-se delas, assim, irá em direção ao seu equilíbrio de forma natural e suave.

Lembre-se: falar sobre a perda ajuda muito em sua cura.

Maria Cecília C. Varejão
Terapeuta holística. Atende com Aconselhamento, Florais e Reiki.
Ministra cursos de Florais de Bach e Reiki em todos os níveis.
[email protected]

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Maria Cecília C. Varejão   
Licenciada em Educação Física com especializações em Transdisciplinaridade em Educação,Saúde e Liderança pela Assevim Unipaz e ICPG Treinamento Desportivo pela Unitau Cursos de Terapia Koryo Sooji Chim pelo E.C.E.D.D.A e Avançado pelo Instituto Coreano Cursos Florais de Bach pelo Bach Centre e Instituto Anahel Cursos Reiki Sist. Usui e Tibetano
E-mail: [email protected]
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