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A gente vai caminhando, quando o horizonte, acaba a gente inventa


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Quando Paulo Bonfim escreveu esta frase, devia estar sentindo o mesmo que todos nós, vez por outra sentimos.

Que o chão rachou e junto com ele foi embora muito daquilo
que nos dava a estabilidade necessária durante a caminhada;
o temeroso desconhecido descortina-se bem diante de nossos olhos
e faz sua parte com a precisão absoluta - apavora!


Depois o tempo -um amigo- das longas e por vezes absurdas e solitárias caminhadas do dia-a-dia, vem e nos pega pelas mãos,
como numa dança quase que sem fim, vai redesenhando, caminhando,  
o dançar devagar e lentamente, um para cá, dois para lá, e num piscar de olhos
a vida retoma sua história.


A valsa continua a mesma, a parceria é que vai mudando como naquela antiga brincadeira dos bailinhos da vassoura,
em que a cada giro do salão, um novo par vem para lhe conduzir, por um trecho, às vezes, mais curto...
às vezes mais longo da música que tocava na vitrola, na garagem da casa de alguém.


O caminho vai se abrindo, o traçado do horizonte volta a ter cor aos poucos, devagar, vagarosamente,
como um cuidadoso nascer de sol, de inverno. Sem o ímpeto arrojado do sol rasgado de verão,
mas cauteloso, sóbrio e silencioso, mas para lá de necessário como precisa ser seu calor na época do degelo.


A ação do sol é suave sobre a neve e faz seu trabalho lentamente sobre o gelo,
da mesma forma que invade a escuridão da noite e ilumina o dia sem pressa alguma.
E o horizonte vai se mostrando,  sua silhueta novamente pode ser vista.


O tempo de recuperação de cada pessoa é muito particular, e não se pode imaginar que alguém supere algo como a falta de horizonte ou um amanhecer tardio porque o sol está muito preguiçoso para raiar, como outra pessoa.
Todos ns refazemos desta falta de horizonte, mas cada um a seu tempo.

Olhando de fora, talvez não se possa nem ao menos notar a mudança que está ocorrendo, por trás de um rosto revestido de uma máscara de inexpressiva, uma característica bem típica de quem esta sem divisar futuro, no momento.


Mas quando o horizonte acaba,  a gente inventa, a vida acaba se incumbindo de colorir o desenho que formos fazendo.
Pincel e tinta não são tão difíceis de achar por aí e nem mesmo coisas tão complicadas de usar,
afinal, ninguém está tentando ser um artista plástico 
renomado,
apenas alguém que precisa colocar um pouco mais de cor no alvorecer 
de cada santo dia.


 Para saber onde encontrar esta ou outras formulações das Essências D´Água, entre aqui = https://www.essenciasdagua.com/onde.html



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foto-autor
Conteúdo desenvolvido por: Cássia Marina Moreira   
Cássia Marina Moreira Psicóloga / Terapeuta Floral - Vibracional Pesquisadora do Sistema das Essências Vibracionais D´Água
E-mail: [email protected] | Mais artigos.

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