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A QUÍMICA DO AMOR



O amor pode ter ligações a diversas experiências na vida, assim como um abraço de mãe, bolo de vó, risada de filho, gestos de pai. Pode ser por uma música, uma causa, o melhor amigo e até um lugar. O amor tem muitas definições porque parece mesmo estar em tudo, mesmo que seja a falta dele. Existia um album de figurinhas chamado Amar é...quantas maneiras de amar! Pois então leia sobre algumas curiosidades a respeito desse sentimento tão imenso, baseado em pesquisas recentes da medicina. Quando duas pessoas apaixonadas se olham fixamente nos olhos por três minutos, elas passam a ter a mesma frequência cardíaca. Quando você se apaixona, doze áreas do seu cérebro são estimuladas ao mesmo tempo. Dizem que o que conta é a linguagem corporal, o tom e a velocidade da voz. Descobriram que uma dose de ocitocina (considerada substância do amor), é capaz de aliviar dores de cabeça significativamente, sendo que em alguns casos a dor vai embora completamente depois de quatro horas. O fato é que aquela história de “os opostos se atraem” tem seu fundo cientifico de verdade. O ideal é ter coisas em comum, mas é preciso que um aprenda com o outro, para a relação não ficar monotona. A Ciência também descobriu: separações, términos, divórcios, traições e lutos podem causar dores na região do coração. A condição tem até um nome: Síndrome do coração partido. Quando uma pessoa sente demais a ausência de outra, o cérebro produz substâncias químicas capazes de causar dor no peito e falta de ar, tanto que, muitas vezes, o diagnóstico é de ataque cardíaco. O maior número de casos acontece com mulheres. Por mais triste que isso pareça não existe amor eterno. Pelo menos não aquele amor romântico dos primeiros passos da relação. A paixão, responsável pelo nervosismo, pelas mãos trêmulas, suadas e pelas dores no estômago duram em média um ano. Depois disso vem o que é conhecido como “amor de comprometimento”. Se você sempre se perguntou por que age de forma estranha quando se apaixona, respire tranquilo: há explicação. O que acontece é que pessoas no início da paixão têm menores níveis de serotonina, substância conhecida por proporcionar sensações de felicidade e bem-estar. Já o nível de cortisol aumenta no corpo dos apaixonados, causando stress e irritabilidade. Essa combinação é semelhante em pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo – o TOC. E a relação entre “paixonite aguda” e TOC explica bem por que é que agimos de maneiras tão diferentes quando estamos apaixonados. Por outro lado, pessoas com baixos níveis de serotonina se apaixonam e têm relações sexuais com mais facilidade do que as outras. Cientistas acreditam que pensar em amor nos ajuda a ter melhores pensamentos criativos e abstratos, afinal esses estão associados a considerações abstratas como relacionamentos longos, devoção, comprometimento e intimidade. Por outro lado, pensar em sexo ajuda a desencadear pensamentos concretos, fazendo com que a pessoa se foque mais na realização de suas tarefas. A matemática do amor ideal vem do que é chamado de Teoria Triangular do Amor, um conceito que divide o amor em algumas fases, sendo que a primeira é o “amor romântico”, uma junção de paixão e intimidade; a segunda é o chamado “amor companheiro”, que une intimidade e comprometimento; e a terceira é o “amor fátuo”, que é a junção de paixão e comprometimento. O amor perfeito pode ser também chamado de “amor consumado”, que é a união das três fases acima. Pelo menos quando o assunto envolve relacionamentos longos. Se quando a pessoa procura algo momentâneo o que vale é o corpo, quando a ideia é uma relação para a vida toda, um rosto bonito ganha.  Dizer à pessoa que você ama o quanto ela é importante em sua vida vai fazer de você – e dela também, é claro – uma pessoa mais feliz. Aquela sensação de ansiedade misturada com felicidade e paixão faz seu estômago revirar, como se você estivesse em uma montanha-russa pode ser chamadas de adrenalina, que é o hormônio responsável pela sensação de frio na barriga, que você sempre tem antes dos primeiros encontros. Taí um conceito que gera polêmica, mas, cientificamente falando, é possível se apaixonar por um completo estranho contanto que haja contato visual no maior estilo olho no olho. Quando alguém está mergulhando em seus olhos, o corpo dessa pessoa começa a produzir uma substância chamada feniletilamina, com princípios parecidos com os da anfetamina, ativando o que é conhecido como “resposta de luta ou fuga”, que é uma sensação mais ou menos parecida com dor no estômago. Ou seja... Embora pareça simplista, uma pesquisa feita por cientistas de Harvard, e que durou 75 anos, constatou que muitos relacionaram toda a felicidade de sua vida aos momentos de amor ou até mesmo da busca pelo amor. Portanto, ao que tudo indica, amar é mesmo o melhor   Viva o Amor!


Publicado dia 1/3/2018
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Autor: fatima bittencourt   
Psicóloga há mais de 25 anos, Fundadora do Grupo Sanare, Casa Azul e Solar dos Budas. Sua base teórica e vivencial reúne a filosofia oriental, neurociência e psicologia integrada. Oferece consultoria e atendimento psicoterápico clínico.
E-mail: fatimabittenc@gmail.com | Mais artigos.

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