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Dar sentido às próprias emoções


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Uma das melhores coisas da vida é poder curtir as próprias emoções. Sentir aquela alegria quando nasce um filho ou um sobrinho; a euforia de vencer um obstáculo; tomar a decisão certa e fazer a escolha que nos fará felizes.

Tudo isso é muito bom quando estamos lidando com nossas emoções positivas, com as relações de prazer que estabelecemos com o mundo. Mas nem sempre é assim. Precisamos estar atentos a tudo que sentimos, para que possamos também vivenciar os momentos difíceis com o espírito fortalecido e consciente, nutrindo a Gratidão, essa palavra tão sutil e, ao mesmo tempo, tão incompreendida.

Assim como a febre indica algum desequilíbrio no corpo, as emoções são os termômetros do nosso dia a dia psíquico. Através delas podemos perceber como estamos nos relacionando com a realidade.
Alegria e tristeza fazem parte do conjunto da nossa mente e nos indicam o quanto nosso corpo está trabalhando para alcançar o estado de bem-estar. Ficar triste por alguma perda, alguma contrariedade, é um sinal de que estamos vivos, que estamos utilizando nossas energias de uma maneira que uma compensação está sendo exigida de nós.
A tristeza se torna um problema quando não conseguimos mais lidar com ela, seja por fatores fisiológicos (diminuição da produção de endorfinas, hormônios etc..), seja pelas condições psicológicas que tornam a mente turva e o pensamento confuso.

Esse incômodo com a própria tristeza (que em muitos casos se torna depressão ou ansiedade, exigindo um cuidado maior e busca por orientação profissional) deve ser avaliado cotidianamente. Grande parte do mal-estar se deve à maneira com que lidamos com as exigências que a sociedade nos faz. O discurso de que a felicidade é uma obrigação e deve ser alcançada através de qualquer meio cria uma ilusão na mente e motiva o indivíduo a uma constante busca de satisfazer a expectativa criada pelos outros.

O que não se percebe é que a verdadeira motivação da vida está em nosso interior, na maneira como nos reconhecemos em nossa própria integridade. Tal perspectiva envolve tanto uma ressignificação do sentido da vida quanto um olhar mais carinhoso para consigo mesmo. É nesse sentido que é preciso cultivar mais a Gratidão, ser mais paciente e, se necessário, abrir mão do orgulho para poder encontrar a sua própria essência, fazendo as correções que precisa em seu modo de ver e viver para que se possa construir uma realidade pessoal centrada no autoconhecimento.


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Conteúdo desenvolvido por: Camilo de Lelis Mendonça Mota   
Terapeuta Holístico, CRT 42617, Psicanalista, Mestre de Reiki, Karuna Reiki, Terapeuta Floral. Atendimento terapêutico em Araruama-RJ, São Pedro da Aldeia-RJ e Saquarema-RJ com hora marcada Tel. (22) 99770-7322. Visite também o site www.camilomota.com.br
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