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Destruindo a felicidade!

Destruindo a felicidade!

por Paulo Salvio Antolini

Muitos se unem a pessoas que não irão ter harmonia, os motivos não foram do verdadeiro amor. São relações que se acabam e que desde o início isso era previsto. Mas há muitas relações onde realmente elas se iniciaram com muito amor de um para com o outro.
É dessas que quero falar.
Pessoas que se conhecem e que percebem terem encontrado o par de suas vidas. Iniciam o relacionamento e fortes paixões estão presentes, porém, outro fator também se apresenta: a insegurança!

A partir daí, o ciúme se inicia. Qualquer coisa que a outra pessoa faça é motivo de desconfianças, de cobranças e a busca de controlá-la se estabelece. Pronto, se instalou a infelicidade entre os casais que assim agem. Primeiro, que não é possível ser dono de alguém. Pode-se escravizar o outro, a outra, mas esse domínio não é de propriedade e garantia de que conseguirá obter o que julga esperar do outro (a). Então, eis a frustração, a grande decepção que fomenta a infelicidade.

A pessoa não pode sorrir, pois já é interpretado que está se insinuando a alguém. Não pode ser natural, pois é taxada de leviana e descomprometida com sua relação. Nada pode. As brigas tornam-se constantes, cada vez mais frequentes e ferozes.
Há relações que terminam em desgraça. Há outras onde a separação ocorre pela fuga. Outras ainda onde a “vítima” opta por ceder e perde, então, todo o encanto e brilho. Permanece apenas fisicamente, porém, se encontra como uma morta-viva. E os manifestantes desse ciúme se sentem cada vez mais rejeitados, mais desprezados e aumentam ainda mais seus ataques. Atenção, isso vale para os dois sexos e também em relações homoafetivas.

A insegurança e a baixa autoestima destruindo vidas que poderiam estar desfrutando do amor encontrado, porém, maltratado.

Expressões como “minha mulher não é mais a mesma”; “meu marido mudou muito” são comuns, ditas pelas pessoas ciumentas. Não percebem que elas mesmas forçaram as mudanças, fazendo seus pares perderem a naturalidade, a espontaneidade e o brilho que despertaram nelas a admiração e o próprio amor.

Amor estragado, amor destruído e vidas infelizes. A perda da oportunidade oferecida pela vida e desperdiçada pelas fraquezas daqueles que não estão amadurecidos para entenderem o que é o amor, o que é o respeito à individualidade. Ter uma vida compartilhada não é tirar a vida de um dos pares.

Vocês sabiam que muitas traições tiveram origem exatamente nessa tentativa de dominar o outro (a outra)? Depois o traído, a traída diz: “olha como eu tinha razão”!
Mentira! Não tinham nenhuma razão, foram sim, os responsáveis por levar seu par a uma atitude de desespero e revide impensado, gerando ainda mais infelicidade naquele (a) que assim agiu, pois nessa atitude foi contra si mesma e seus valores.

O sentido de amar não está em ter a outra pessoa, mas sim na possibilidade de caminharem de mãos dadas, cada um tendo e sendo seu próprio brilho.
Texto Revisado


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Autor: Paulo Salvio Antolini
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Atualizado em 20/07/2019

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