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Estamos no mundo, mas não somos do mundo

por Marcos Spagnuolo Souza
Estamos no mundo, mas não somos do mundo

Publicado dia 13/6/2012 em Psicologia

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Estamos vivendo em um mundo tridimensional onde o valor é o corpo, dinheiro, poder e basicamente o consumo. Todas as atenções estão centradas no ato de viver, estão concentradas no curto período de existência limitada pelo nascimento e morte. Dentro do paradigma existencial que estamos inseridos nada ultrapassa a visão do trabalho e usufruir o dinheiro que ganhamos produzindo. A educação dos nossos filhos, também, é sustentada com o objetivo de ganhar dinheiro e consumo. Valores metafísicos como silêncio interior, paz, calma, desapego, expansão de consciência e desvelamento do desconhecido são ignorados ou considerados inexistentes para muitas pessoas.

O importante a salientar é que os aspectos metafísicos não podem ser implantados em uma pessoa, pois são potências existentes na consciência de cada pessoa que desabrocham com o posicionamento da própria consciência em relação ao ego. O ego é resultante do somatório do conhecimento cultural ficando preso ao espaço e tempo, sendo que a consciência ao desabrochar procura ir além do sistema egótico. O ego pertence ao mundo e a consciência ao infinito. A consciência é o nosso Ser que não se contenta em vivenciar a mediocridade do mundo cultural, pois não é do mundo.

O nosso corpo é o veículo do ego ou da consciência, assim sendo, quando estamos trabalhando ou executando qualquer atividade com o corpo, o ego está no comando e, quando o corpo está imóvel, a consciência predomina. Diante do exposto quem sente não é o corpo e, sim, o ego ou a consciência. As estruturas do ego ou da consciência sentem emoções sendo que o corpo é carne e nada sente. O ato de sentir está centrado nas estruturas não corporais. O ego sente emoção por todo tipo de atividade e a consciência sente emoção por todo tipo de silêncio.

O maior problema existencial é quando o ego se confunde com o próprio corpo, assim sendo, a pessoa pensa que é o corpo. Quando existe a concepção que o corpo é o ego, todos os valores são centrados nos aspectos corporais e os sentidos do corpo alimentam o ego gerando fortes emoções. A consciência não se confunde com o corpo, não necessita do corpo para sentir paz, sinergia com o universo.

O corpo físico é o veículo do ego e o corpo de luz é o instrumento da consciência. O corpo físico e o universo tridimensional representam o espaço de vivência do ego que passa a ser detentor de experiências culturais. O corpo de luz e o universo de energia não concentrada é o espaço da consciência. O ego vivencia a energia densa e a consciência a energia sutil.

Texto revisado

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Autor: Marcos Spagnuolo Souza   
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