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FALANDO DE AMOR!

por Carmem Farage
FALANDO DE AMOR!

Publicado dia 14/4/2012 em Psicologia

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Hoje quero falar mais de amor. Precisamos muito exercitar o pensamento sobre o amor! Acredito que estamos no planeta para isso: aprender a amar.
Para quem se sente amando ou para quem espera o amor, existe uma regra básica: estamos em processo de aprendizagem. Como dosar nossas carências e necessidades? Como se entregar sem se perder? Como reconhecer verdades dentro de tanto prazer? Ou mesmo como tomarmos distância no momento certo sem sentirmos que estamos abandonando o barco antes da hora?

Estamos todos em pleno processo de aprendizagem. E neste processo teremos uma série de experiências que podem ser dolorosas e avassaladoras, mas que acontecem para nos ajudar a eliminar as falsas necessidades e tudo o que nos atrapalha no caminho em busca do amor.
Livrar-se das coisas antigas é um trabalho pesado. É como uma grande faxina, quando você tem que esvaziar os armários, organizar a bagunça, jogar coisas fora e arrumar a casa toda. No processo de aprendizagem, limpar, eliminar e descartar podem parecer desonestidade, infidelidade e traição às nossas coisas antigas. Não são! O que nos impede de ter uma experiência honesta são todas essas coisas às quais nos agarramos. Cada experiência nos ensina um pouco mais a respeito de nós mesmos. E essa é a beleza do processo: ele não nos deixa estagnar, ele nos força crescer e crescer um pouco mais. Porém, para crescer, temos que trabalhar. E é esse trabalho que precisamos realizar em nós mesmos para chegar ao amor que torna o processo tão desafiante.

Nada nos faz aprender mais a respeito de nós mesmos e da vida do que os relacionamentos. Aprendemos a ser gratos aos professores/ parceiros/ amigos, pelas lições que nos ensinaram a respeito do medo, da raiva e da carência que eram camuflados como amor. Se pudermos aprender as lições, nossa vida muda completamente de direção. Não precisamos mais fazer coisas para provar que somos dignos de ser amados. Não temos mais medo de pedir o que queria, por pavor de não conseguir ou de perder o outro. Não ficamos mais com raiva quando as coisas não saem do nosso jeito. Mais importante ainda, não ficamos ressentidos com o que não conseguimos ou não temos em um relacionamento. Durante o processo, aprendemos a cuidar dos nossos próprios problemas. O problema de amar a mim mesma e de ficar emocionada comigo. Aprendemos a voar sozinhos.

Qualquer acontecimento em nossa vida, por mais particular que seja, tem relação com tudo o que somos e vivemos. O que você está passando em um relacionamento amoroso, irá aparecer em todas as outras áreas da sua vida. Você não pode desligar os canais do seu cérebro e do seu coração como se fossem canais de televisão nos quais o programa do canal dois não tem nada a ver com o do canal 10. Os vários canais de nossas vidas são interligados e interdependentes. Então, a mesma confusão que eu sinto a respeito de amar a mim mesma e amar meu parceiro se reflete na minha carreira, por exemplo. Afeta o relacionamento com meus filhos, afeta todos os relacionamentos com os homens. Temos que trabalhar muito duro para nos tornarmos conscientes de nós mesmos. É um árduo trabalho. Refletir, avaliar e desaprender exigem muita disposição. Temos que peneirar e descartar várias crenças e idéias a respeito de mim mesma e do amor. Em outras palavras, temos que mudar a imagem.
Temos que nos desfazer de coisas que possuem valor sentimental, mas que já não são práticas. Temos que admitir que algumas coisas simplesmente já não nos cabem mais e que nunca mais caberão e verificar que deixamos muita mágoa e medo se empilharem dentro de nós. Vamos, então, limpando o coração e, ao mesmo tempo, preparando-nos para o verdadeiro amor.

Um bom começo é pela infância. Desenterrar nossa auto-imagem, pois ela geralmente está soterrada sob um monte de coisas que nossos pais nos deram. Quando vislumbrarmos nosso verdadeiro EU, subiremos um degrau da escada, deixar a luz entrar e expor nossos medos e fantasias do jeito que são: distorções e sombras do passado. Enxergando a verdade, deveremos nos responsabilizar por ter permitido tal desordem e assumir o fato de que somos a única pessoa que pode arrumar nossa bagunça.
Chega a hora de arregaçar as mangas e trabalhar para valer. E aí subimos mais um degrau da escada. Agora, com um pouco de fé e confiança, estamos prontos a nos livrar das coisas antigas, reconhecendo o custo de todos os erros que cometemos.
A gente sente que perdeu muito tempo. Mas pelo menos sabemos a verdade. A verdade é que ninguém tem culpa. Todos nós fizemos o melhor que podíamos até descobrir que era preciso nos tornar mais fortes, sábios, dispostos e prontos para fazer ainda melhor.

Texto revisado

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Sobre o Autor: Carmem Farage   
Fundadora do Instituto Lumni, criadora da Terapia Lumni - uma terapia quântica que une ciência e espiritualidade sob a mentoria de Teillhard de Chardin. Psicóloga, Psicanalista, especialista em Regressão de memória, apometria Clínica, Mestra de Reiki Usui Tibetano, especialista em Medicina Chinesa.
E-mail: [email protected]
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