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JORNADA DUPLA FEMININA. CADÊ A IGUALDADE DE DIREITOS?


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As mulheres nas últimas décadas conseguiram grandes avanços em lugares aonde antes, o domínio era dos homens. Tudo em nome da igualdade de direitos, porém ainda há muito que avançar. Determinadas áreas ainda tem desigualdades gritantes, desigualdades estas que criam muitas vezes atritos entre homens e mulheres, principalmente em seus lares. Aonde predomina ainda a opressão masculina, submetendo a mulher a uma extenuante jornada dupla, com excesso de responsabilidades que culminam muitas vezes em esgotamento e são portas abertas para problemas psicológicos diversos.

A igualdade de direitos que os homens clamam tanto quando o assunto é do interesse deles como dividir as despesas, vira desigualdade nua e crua ao chegar no lar depois de um dia extenuante de trabalho por ambas as partes e a mulher vai cozinhar, limpar, lavar, passar e cuidar dos filhos enquanto ele senta para relaxar.
Cadê a igualdade de direitos nessa hora?

Se eles cresceram vendo suas mães dedicando suas vidas a servir a família é somente porque os tempos eram outros e a maioria das mulheres foi educada para tal. Assim como também era esperado que os homens fossem os provedores da família.

O que não é o caso dos dias de hoje onde as mulheres foram educadas para serem independentes e buscarem a igualdade. Mas essa independência custou muito caro para as mulheres, pois ao invés de conseguirem a tão sonhada igualdade feminina conseguiram apenas a escravidão através de uma dupla jornada de trabalho.

Já os homens saíram ganhando nessa suposta igualdade de direitos, pois dividiram as suas responsabilidades e não aceitam receber a parte que lhes cabe.

Assim eles têm vida mais fácil que a de seus pais, pois eles não são mais os provedores da família, mas sim o casal é provedor da família, mas a responsabilidade de cozinhar, limpar, lavar, passar e cuidar dos filhos continua sendo feminina. A pergunta é até quando? Será que as mães de hoje em dia vão conseguir gerar uma influencia benéfica em seus filhos, e a próxima geração masculina será mais aberta e tolerante? Ou será que o exemplo de supermães sobrecarregadas de responsabilidades vai criar uma geração masculina sem iniciativa que vai achar que tudo é responsabilidade feminina?

Texto revisado por: Cris

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