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O Impacto do Complexo de inferioridade nas relações afetivas


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Você já parou para se perguntar de onde vem o sentimento de inferioridade?
Qual a sua origem?
Como isto começou?
Será que começou com alguma questão mal resolvida atual, ou a sua origem é mais antiga?
Se estas perguntas fizeram algum sentido para você, leia este artigo até o final. Minha intenção é contribuir com você de alguma forma.

Um aperto no coração e uma sensação profunda de desvalor. Como se as outras pessoas fossem melhores, mais inteligentes e independentes. Uma angústia constante de não ser boa ou bom o bastante, insegurança, ciúmes, medo de perder o parceiro ou a parceira para outra pessoa, medo de ser traída (o) ou rejeitada (o).

Se você já teve estas sensações, com certeza sabe que isto é muito desconfortável. Algo que literalmente qualquer ser humano deseja resolver o mais rápido possível.
Afinal, quem conscientemente deseja sofrer uma angústia desta por anos a fio? Ninguém, não é mesmo. Salvo raríssimas exceções, quando estamos falando de pessoas debilitadas com a sua saúde mental.

O fato é que isto pode ser muito antigo. Estou me referindo ao seu histórico familiar. Os bloqueios de sua família, os traumas, dores e desafios.

Em muitas ocasiões, percebo nos meus atendimentos, que o sentimento de inferioridade veio, na imensa maioria das vezes, dos pais da pessoa que está no meu consultório.

O papel da mãe no desenvolvimento da psique infantil é nevrálgico, afinal quando se está no ventre, e até por volta dos 3 anos de idade o ego não está formado. A verdade é que ele está em formação.

Então, tudo o que a mãe vivenciou durante a gestação e a primeira infância da criança são fundamentais para a formação de sua personalidade e relações do futuro.

Na psicologia analítica, falamos dos complexos. Que são de acordo com o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, complexos autômatos. Em outras palavras, dotados de vida própria, na psique humana. Muitas vezes, a pessoa pensa que tem os complexos, mas a verdade é que os complexos que possuem as pessoas (fala de Jung).

Os complexos são transgeracionais, transmitidos de geração para geração. Ou seja, se a sua mãe tem um complexo de inferioridade, por exemplo, este sentimento ou complexo que você tem hoje, tem uma grande probabilidade de ter sido herdado.

Por isto, costumo dizer que para trabalhar na solução, é preciso navegar nas águas profundas do inconsciente, quando o sintoma emerge. E o sintoma pode surgir no físico, emocional, afetivo, profissional ou financeiro.

O trabalho do terapeuta Junguiano é aprofundar a questão, através dos sonhos, mandalas e outros recursos terapêuticos, para retirar a potência deste complexo familiar, para a pessoa ter uma vida significativa e saudável.

Uma pessoa pode passar uma vida se sentindo inferior, sem saber como lidar com isto. Aceita relações tóxicas, trabalhos ruins e amizades nocivas, justamente porque infelizmente não sabe como lidar com o complexo de inferioridade que está ativo de forma negativa dentro dela.

Muitas pessoas têm dificuldade em se expor, falar em público pois este complexo pulsa dentro dela.

Pessoas excessivamente tímidas, podem ter dentro delas este complexo atuante. Isto limita o brilho da pessoa, que deseja ser feliz e prosperar, mas se sente amarrada ou estagnada na vida.

Quando uma pessoa tem o complexo de inferioridade, ela dificilmente tem uma boa qualidade de vida. Não existe a necessidade de culpar a família, ou os pais pelas mazelas emocionais, pois isto não ajuda. Mas também compreendo que existem casos dolorosos, na infância causado por eles, por isto tratar a questão com a ajuda de um profissional é fundamental.

O complexo de inferioridade nos relacionamentos afetivos, adquire uma carga ainda mais pesada. Pois a pessoa sente dificuldades constantes com a insegurança, ansiedade, ciúmes e medo de perder o parceiro, ou parceira para outra pessoa.

Isto se transforma em um verdadeiro filme de terror, onde a pessoa vive em um pesadelo constante. Sem um entendimento profundo, as brigas são constantes, pois o complexo de inferioridade ativo de forma negativa, ataca ferozmente quando é acionado por outra pessoa.

A tentativa de controlar o outro se torna uma obsessão. E isto faz a relação se desgastar lentamente, em alguns casos acontece o rompimento do relacionamento, pois a relação se torna insustentável.

Se uma pessoa possui o complexo de inferioridade ela precisa de ajuda, pois em muitas situações não consegue resolver isto sozinha.

A boa notícia é que existe solução, desde que se vá até a origem do problema, nas bases familiares, pois como eu citei acima, o histórico familiar precisa ser visto, pois nele estão os complexos da família.

Gostaria três que são bem recorrentes em meu consultório:
  • Complexo de inferioridade
  • Complexo do desvalor
  • Complexo de pobreza
Quando a potência do complexo é retirada, o sintoma desaparece.

Caso queira o meu acompanhamento terapêutico vou deixar alguns possíveis caminhos.

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Adriana Mantana

Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Adriana Mantana   
Terapeuta Junguiana, Consteladora, Renascedora, Terapeuta de Integração Quântica do Ser®, Facilitadora do Jogo Maha Lilah, Terapeuta ThetaHealer®, Terapeuta de Barras de AccessT, Floral de Bach, Radiestesista, Operadora de Mesa Quântica Radiônica, Cromoterapia, PNL, Mestre em Reiki Usui, Cristaloterapeuta, Giver Deeksha, Ativista Quântica.
E-mail: adrianagcl@gmail.com | Mais artigos.

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