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O que fazer para não perdermos o rumo?

por Paulo Salvio Antolini

Publicado dia 1/6/2020 em Psicologia

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Navegar em águas tranquilas sempre foi, em qualquer tipo de embarcação, aproveitar a beleza do mar, suas ondas espumantes, suas variações de cores, que se compõem pela incidência da luz solar, pelas misturas de substâncias nas águas, por exemplo, algas, também profundidade etc..

Natural as diferenças que existam pelos diferentes meios utilizados, uns excessivamente confortáveis, até outros excessivamente modestos. Porém, todos navegam em direção aos seus objetivos.
Quando os mares se revoltam, qualquer nau é atingida. Muitas naufragam, outras sofrem grandes avarias, outras sofrem menos perdas, mas também têm seu grau de atingimento.

A época que o planeta está vivendo é de mares revoltos! Todos os continentes estão atingidos. Nosso país não está isento. Se há um grande abalo pela pandemia que enfrentamos, abalo maior tem se mostrado pelo estabelecimento de intensa insegurança na condução dos poderes que, juntos, deveriam estar governando o país.

Não falo de “A” ou de “B”, falo das instituições que, em vez de trazerem um mínimo de condição de segurança para a população, se perderam nos debates inócuos, deixando seu povo sem orientação.

Época de grandes inseguranças. Desde a que não dependem de nossos governantes até as que estão em nossas mãos, nós, pessoas que vivemos aqui o dia a dia.

O que fazer para não perdermos o rumo? Primeiro, é preciso sobreviver ao temporal. Deixar o mar se acalmar. O que se pode fazer nesse momento é soltar-se aos movimentos das ondas, evitando assim o quebrar da estrutura que nos mantém. E que estrutura é esta? Nosso equilíbrio interior. Na tempestade vivida, a direção já não é a maior preocupação, e sim o sobreviver a ela. Muitos ao final chegarão a outros portos, mas é o que importa, não é? Chegar vivos.

Sem metáforas: Respirar fundo várias vezes, aquietar a mente, evitando pensamentos negativos e desastrosos. Viver o aqui e agora. Só o momento atual que vale. Quando isso passar é preciso estar vivo, e a isso me refiro a estar em condição de saúde.

A vela mestra desta viagem é a FÉ! Com ela iremos a portos seguros, mesmo que novos!
Sabiam que é em momentos difíceis que sabemos o quanto nós a cultivamos?

Texto Revisado

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