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PASSADO GENÉTICO: A influência sobre nossas vidas de pais e parentes genéticos!

por Marcia Dario

Publicado dia 9/8/2009 em Psicologia

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A questão sobre a qual refletiremos juntos aqui é a informação sobre o nosso relacionamento com nosso passado genético.

Todo o nosso sistema de crenças, (nossos valores, forma de pensar, a nossa consideração sobre o certo e o errado, o que rege a nossa maneira de viver), são em grande parte constituídos sobre informações “descarregadas” em cima de nós por pais, avós , bisavós e até por tios e tias, etc. Todas essas informações compõem o nosso circuito corporal, mesmo que não tenhamos consciência delas.

Mesmo sem essa clara consciência, quem de nós não vivenciou algo parecido com:

“Nossa! Ele (a criança) tem só 5 aninhos, mas é igualzinho ao avô que não conheceu, impressionante o jeito de falar e também não gosta de banana!!!

Essa é uma maneira simples de visualizarmos o poder da influência genética sobre nossos comportamentos.

Bem, é óbvio também que se sinalizamos esses comportamentos em nós, através de gostos, atitudes, desejos, eles provavelmente estarão preenchidos de funcionamentos que trarão bons ou resultados indesejados. Ou seja, aqueles que não foram escolhidos por nós, mas simplesmente estão em nossa “genética”.

Aqueles comportamentos que não nos trazem resultados benéficos podemos chamar de “crenças limitantes”.
São crenças passadas por nossos bisavós para nossos avós, que as passaram a nossos pais, que por sua vez, as passaram para nós.

Que crenças são estas?

Crenças, principalmente, que se referem às expectativas acerca do papel sexual, expectativas de como o homem ou a mulher devem ser. Não importa o quão tenhamos elevada nossa percepção a nível consciente, mesmo assim essa influência, atua em nosso nível subconsciente, sendo como um pano de fundo para o nosso funcionamento. E, por vezes, atormentando e pressionando nosso desempenho como homem ou mulher.

Bem como se tudo isso não bastasse, muitas vezes sentimos a “presença”, a nível subconsciente, um “avô” uma “bisavó”, durante um evento do qual fazemos parte, na hora de tomar uma decisão, ou simplesmente nos sentimos observados, “ouvindo” conselhos sobre como devemos nos comportar na situação.

Já aconteceu com você?

Não!
Fique tranqüilo!
Não é um fantasma a persegui-lo!

Mas, a influência genética de uma geração a outra é bem real. Ela se manifesta na moralidade, falada e não falada, com que nos alimentaram quando crianças. Mesmo percebendo que hoje não fazemos mais parte dessa realidade a nós imputada, não somos totalmente imunes a ela.

A experiência de nossa trilha genética tem determinado uma parte maior do nosso subconsciente do que podemos imaginar. As crenças de nossos progenitores estão bem vivas hoje, através de nós.
As expectativas herdadas, acerca de nossos papéis sexuais, como homens e mulheres têm efeitos negativos nos relacionamentos do tempo presente.

Muitas vezes as questões estão ligadas também ao nosso desempenho sexual: a masculinidade ou a feminilidade, trazendo comportamentos de dor ou a sensação de que somos menos e de que nunca recuperaremos o sentido completo do nosso Eu-mulher ou Eu-homem.

A razão disso?
Qualquer trauma ligado a expectativa de que não cumpriremos “o homem ou a mulher ideal”, baseados nesse Sistema de Crenças, advindo da hierarquia genética.

Informação genética pode funcionar como um fator não só estressante, mas também adversário no seu circuito corporal, levando a comportamentos indesejados, inadequados e que não fazem bem ao seu coração, trazendo dificuldades em seus relacionamentos, em tomadas de decisões com relação a casamento, carreira e educação de filhos.

O que a Cinesiologia pode fazer por você

Desativar crenças limitantes herdadas diretamente, através da experiência de vida de nossos pais e parentes genéticos.

Ajudar a fazer uma escolha consciente do papel de homem ou mulher, que você deseja assumir, considerando valores e conceitos, baseados em suas experiências e potenciais.

Identificar as idades em que ocorreram decepções, traumas com o papel masculino ou feminino e desativá-las em seu circuito corporal.

Desejo a todos nós uma excelente semana, plena em paz e harmonia!
Abraços carinhosos
Márcia Dario

Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Marcia Dario   
Márcia Dario graduou-se em Letras (português e inglês). Especializou-se em Recursos Humanos, Marketing, Cibernética Social, Psicobiofísica, Psicopedagogia e em Cinesiologia Aplicada pela escola "Three in One Concepts", sendo facilitadora desde 1994. Fez também Locução, Rádio e Dublagem. É Coach, pelo Instituto Holos.
E-mail: marciadaring@gmail.com
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