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Relacionar-se só para ser feliz

por Grupo Psicon

Publicado dia 29/9/2008 em Psicologia

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Criamos expectativas sobre quem escolhemos amar.
Escolha esta em sua maioria seguida de muitas frustrações, pois esperamos sempre algo de alguém.
Você já percebeu que as pessoas que você se relaciona possuem o mesmo perfil?
Já notou ainda que enquanto não adquirimos um determinado aprendizado, os relacionamentos e os companheiros se repetem?
Em muitos momentos, preferimos acreditar que a sorte nos falta, pois fica mais fácil, do que olharmos dentro de nós e acreditarmos que não é mais possível viver sempre da mesma forma.
Somos responsáveis por nossas escolhas, inclusive no relacionamento que queremos ter; não adianta dizer que a vida é a responsável, pois assim nunca mudaremos nosso caminho.

Ser autor de nossas vidas nos traz grande satisfação e a certeza que poderemos buscar nossa felicidade a qualquer momento.
Optar por sermos vitímas, pode ser uma outra escolha e um grande atraso também. Pois a vitima é alguém que nunca dá certo, joga sempre a responsabilidade do seu fracasso no externo.
Diante disto, esperar além do que o outro pode oferecer e culpá-lo por aquilo que ele não pode dar é, no mínimo, uma atitude covarde e egoísta. Pois temos que nos suprir e não buscar no outro o que não ofereço a mim mesmo.

Em contrapartida, se não esperamos nada da pessoa que nos relacionamos e aceitamos que nada é eterno, como dizia o poeta “Que seja eterno enquanto dure”... Se aprendermos ainda a respeitar o tempo dos relacionamentos, sairemos deles muito mais estruturados e confiantes, pois podemos acreditar em sermos felizes a dois; podemos ainda crer que um rompimento não precisa ser sempre dramático. Que as pessoas são livres para ir e vir, pois nascemos sozinhos e partiremos assim também.

Talvez nos falte agradecer às pessoas que passam por nossas vidas, pois foram elas os instrumentos que nos ajudaram a crescer.
Com isto, podemos pensar que quanto mais vivermos uma relação de aceitação, agradecimento, desapego e respeito ao outro, mais felizes nos tornaremos. E o fim, quando necessário, é apenas um término de um ciclo, para o recomeço de um novo.
E assim partiremos aliviados, sabendo que nos relacionamos para aprendermos e acima de tudo para sermos felizes. E quando este sentimento deixar de existir é hora de irmos embora, com certeza, com uma maior bagagem.
Talvez a hora de sabermos que precisamos ir é quando percebemos que insistimos em levar adiante uma relação por “puro hábito” e não mais por prazer. Quando nos sentimos obrigados a estar com o outro e não fazendo uma opção.

Silvia Ligabue - Psicóloga Clinica, Consultora em Programas de Qualidade de Vida em Empresas.
Tel Comercial: (011) 2865-4845 ou 91296351
[email protected]

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Sobre o Autor: Grupo Psicon   
Curso: Coaching em Bem estar pela Real Balance Global Wellness Services; 2010- Gestão em Qualidade de vida no trabalho;2009 ABQV/FIA Curso de atualização em Promoção da Saúde – Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP –2008; Participação em Congressos e Workshops e Grupos com temas em Qualidade de Vida – desde 2005 até o presente mome
E-mail: [email protected]
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