Veleiro sem Rumo
Autor Margareth Maria Demarchi
Assunto PsicologiaAtualizado em 9/10/2026 6:57:40 PM

Esse verso escrevi aos 18 anos
Veleiro Sem Rumo
“Hasteei as asas do meu ser
Deixando ao vento o meu destino
Navegando sempre com grandes ondas,
Que me surpreendem, mas não as temo,
Porque é delas que cresce em mim esta força para ultrapassá-las
Navegando-me sem deixar vestígios,
Ninguém a não ser eu
Poderá perceber e ver as maravilhas
Encontradas neste imenso mar do meu ser”.
Hoje aos meus 66 anos, consigo compreender o meu caminho e o meu sentimento de sempre tentar me entender por dentro, assim percebi que todas as respostas estavam dentro de mim.
Alguns chamam de voz divina. Outros, de intuição. Cada um dá o nome que quiser. Carl Gustav Jung, que mantenho em meus estudos, ele diz:
- Que é o Si mesmo. E o que é o Si mesmo? É o TODO. É o centro que organiza tudo. O consciente, o inconsciente, o corpo, a alma, o passado, o futuro. É quem você é de verdade, por inteiro.
E quanto mais se compreende isso, mais a gente entende que essa força faz parte de todos nós. São essas conversas internas que te levam para a verdade do seu caminho.
E esse caminho, ele te traz força. Ele te traz equilíbrio para continuar caminhando.
Só que temos que estar atentos, manter o olhar interno sempre atento. É esse olhar que te avisa: "Olha, há quanto tempo o seu barco está encostado e firmemente amarrado a um cais? "E é esse mesmo olhar que diz, bem baixinho: "Está na hora de seguir para o novo que te espera. Porque ainda tem muitos aprendizados internos pela frente".
Para todos nós sempre uma boa viagem.
Texto Revisado
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