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Verdade ou Mentira?

Verdade ou Mentira?

por Tania Paupitz
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A cada dia percebo o quanto ainda tenho que aprender sobre a vida e, principalmente, sobre mim mesma. Não raro, me sento para observar as “formiguinhas” que correm de um lado para o outro; muitas delas carregando folhas até maiores que, elas próprias. Chego por um momento a pensar que, apesar de mundos completamente distintos, possuímos hábitos bastante semelhantes.
Constantemente estamos atarefados, correndo de um lado para o outro, fazendo mil coisas ao mesmo tempo, em busca de algo ou alguma coisa que nos possibilite o prazer imediato; tal quais as formiguinhas que estão sempre em busca do seu sustento.

Relacionar-se com alguém hoje em dia, para muitos, ainda é uma questão bastante complexa e delicada, principalmente, quando abrimos mão daquilo que somos, para atender a expectativa do outro. São concessões e aberturas que fazemos, muitas vezes, à custa de alguns sacrifícios; pequenas coisas que são deixadas de lado e que também poderiam nos trazer prazer e alegria.

Somos individualistas, mas a nossa crença interna, ainda estabelece como prioridade, o outro. Comemos, falamos, gesticulamos, pensamos e, na maioria das vezes, somos ainda, inconscientes de nós mesmos. Penso que vivemos o tempo todo, criando ilusões, dando asa a nossa imaginação, pensando que tudo vai melhorar; que estamos atravessando uma fase e, tudo é uma questão de tempo... Se formos parar para analisar, as desculpas que vamos inventando para nós mesmos, são muitas e, algumas vezes, não fazem muito sentido. Mas nos enganamos e preferimos não ver o que precisamos enxergar. Deparar com aquilo que somos de fato, ainda assusta.

Esse comodismo em não querermos assumir nossa realidade interna nos deixa, algumas vezes, frustrados, bloqueando nossa evolução. Acabamos criando uma “mentirinha” saudável para nós mesmos que, com o tempo, acaba se fortalecendo frente à realidade que insistimos em não querer enxergar. Só que normalmente não contamos com a sabedoria do universo que, literalmente acaba nos cobrando uma posição, muitas vezes, através da experiência da dor ou do sofrimento.

Quando vivemos na ignorância, tendo consciência de que não estamos seguindo o caminho correto, ou seja, olhando de fato para nossas verdades interiores, surgem as doenças que quase sempre acabam aparecendo quando tentamos mudar nosso jeito de ser, para agradar o outro. A doença nada mais é do que um aviso de que a nossa condição externa não está condizendo com nossa postura interna, ou seja, vivemos uma vida paralela, pensando de uma forma e agindo de outra. Ficamos oscilando, dando voltas e mais voltas para acabar retornando sempre ao mesmo lugar, evitando dessa forma, a mudança. Este círculo vicioso fica se repetindo até de fato aprendermos o que tivermos que aprender, com relação a determinado assunto.

Aprender a viver de acordo com sua verdade, não é tarefa das mais fáceis. Um novo olhar sobre si mesmo, observando qual a área de nossa vida não está de fato correspondendo àquilo que pensamos e sentimos, é fator primordial para iniciarmos uma mudança de comportamento. Algumas vezes, podemos pensar que o problema, está no nosso companheiro(a), no vizinho, no emprego, na nossa situação financeira, porém, no fundo sabemos que a grande maioria dos problemas, somos nós quem criamos.

É importante lembrar da importância de resgatar nossa serenidade interior – não nos julgar e tampouco se deixar afetar pelo julgamento alheio – não dar ouvido às críticas que não sejam construtivas – não se obrigar a nada – esquecendo os “tenho que”.
Viver dentro da sua verdade é estar pleno e cheio da paz. A natureza abençoa quando nos nutrimos da verdade que habita dentro de nós, propiciando um enorme sentimento de gratidão pela vida e por todas as pessoas que nos cercam.

Osho, com sua sabedoria infinita, numa de suas passagens do livro “Consciência”, relata o seguinte comentário:
 “quando perceber que você foi contra sua própria verdade e traiu o que sente em seu coração, permita que lágrimas fluam profundamente de você, elas podem ser o inicio de uma transformação”.

Texto revisado por: Cris

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Atualizado em 09/02/2009

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