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AS DOENÇAS E OS TIPOS PSICOLÓGICOS: descarregador- parte 1



A DOENÇA E AS NOSSAS EMOÇÕES


A vida em sociedade traz a longo e médio prazo estresses tremendos para os seres humanos. A competição, o desemprego, o autoritarismo no emprego, o trânsito confuso, caótico e perigoso, a violência urbana, aglomerações estão afetando sobre maneira a saúde das pessoas.
Toda a atividade humana é resultado da interação corpo/mente. Cada processo corporal é influenciado por estímulos psicológicos porque o organismo como um todo, constitui uma unidade com todas suas partes interligadas. O corpo é dirigido pelo mental, num processo de inibição e excitação, bloqueios e desbloqueios, que passam informações conduzidas pelos nervos, filamentos de comunicação do cérebro e da medula espinhal com a periferia do corpo.
Os estados psíquicos alterados favorecem o aparecimento e desenvolvimento de doenças orgânicas, tais como, úlceras do estômago e duodeno, colite, inflamação dos músculos, doenças de pele, diabetes e diversos tipos de câncer.
Existe uma relação estreita entre mente e doença. Há uma regra que nos diz que quando mais saudáveis formos do ponto de vista psíquico, melhor isso será para nossa saúde orgânica.
A doença aparece como forma de desarmonia do corpo e sua expressão é o sintoma. Estes transtornos corporais que conhecemos com o nome de sintomas, ocultam desafetos e emoções descontroladas. O sintoma corporal é o meio que o corpo encontrou para falar de seus processos inconscientes. Nossas emoções afetam profundamente as funções do nosso corpo.
Quando nosso estado emocional se desequilibra, nossos sentidos todos se alteram: a visão fica turva ou nublada, os músculos se enrijecem, os dentes travam ou rangem, o coração altera os batimentos cardíacos, os punhos ficam cerrados, as glândulas sudoríparas aumentam a secreção de suor.
E o que provoca as nossas emoções? Estímulos internos e externos. A palavra emoção vem do latim, emovere, que significa sacudir ou agitar.
É no Sistema Límbico que começa toda a história da avaliação das nossas emoções.Tantos os fatores constitucionais de personalidade, quanto às experiências vívidas anteriormente, bem como as normas culturais e sócias é que vão determinar as reações internas de um individuo.
O que é desencadeador de uma emoção negativa para alguns pode não ser para outros. Cada ser humano vai desenvolver formas mentais de enfrentar diferentes situações: uns irão fantasiar, outros racionalizar, negar, deprimir-se, agredir, culpar-se, chorar, gritar. Alguns decidiram por isolar-se, exibir-se, comer, beber, fumar, transar, trabalhar compulsivamente. Assim, podemos observar alguns tipos psicológicos e a maneira de reagir as diferentes situações.
O DESCARREGADOR

Geralmente são pessoas complicadas e ao mesmo tempo fascinantes. Viver ao lado delas é um exercício de extrema paciência. Ao mesmo tempo em que nos encantam nos cansam com sua emocionalidade oscilante.
O Descarregador é extrovertido. Oscila entre momentos de irritabilidade e de extrema doçura. Possui intensa expressividade emocional: muda da água para o vinho, da raiva para a alegria.
Ficam facilmente frustrados e precisam de qualquer coisa ou de qualquer pessoa para descarregarem sua raiva. Esta surge assustadora e o Descarregador sente-se na maioria das vezes, envergonhado e aborrecido consigo mesmo, após um episódio onde esses sentimentos aparecem. A energia explosiva é manifestada com raiva e paixão.
Quando criança era conhecido “como aquele que não leva desaforo para casa”. Apresenta gênio combativo e competitivo. Na realidade o seu comportamento básico, sua resposta biológica é instintiva. Está acostumado com uma resposta básica de luta ou fuga para garantir sua sobrevivência.
No trabalho ou em situações de comando, geralmente cria problemas para si mesmo. O descarregador não fica com úlceras: eles a provocam. São reconhecidos como líderes natos, mas vivem reclamando dos seus subordinados e colaboradores. Nunca nada está bom o suficiente para eles. Costumo brincar que um descarregador passa pelos outros como se fosse um trator: não sobra nada.
Sofre influência de estímulos internos e externos. Traz para a discussão mágoas antigas, feridas de que não cicatrizaram. Neste momento ele precisa encontrar um alvo externo para descarregar. Assim que o encontra a estimulação diminui mas, a seguir ele se reestimula, concentrando–se novamente no seu alvo, voltando ao seu comportamento primário.
O trabalho terapêutico é levá-lo a compreender sua emocionalidade.


Publicado dia 2/2/2007
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