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A doença mental – uma visão reencarnacionista

por Mauro Kwitko
A doença mental – uma visão reencarnacionista

Publicado dia 7/6/2009 em Vidas Passadas

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Segundo o Dr. Bezerra de Menezes, a maior parte das doenças mentais é causada pela ação dos Espíritos obsessores. Podemos agregar outro fator importantíssimo: as ressonâncias de vidas passadas, quando o doente está sintonizado lá atrás, como se ainda estivesse lá. A Psiquiatria atual, científica, renega essas informações e sua existência e lida apenas com o cérebro e os desequilíbrios dos neurotransmissores, numa atitude característica da Medicina Alopática, de utilizar medicamentos químicos para órgãos isolados, atuando como paliativo, mas não em nível curativo.
Na doença mental, com o retorno da lembrança da existência da Reencarnação na memória do ser humano, o rápido diagnóstico de Esquizofrenia, Paranóia, Depressão, etc., aos poucos começa a ser questionado em todo o mundo por profissionais de cura, oficiais e alternativos, que não querem mais lidar com a doença mental como apenas um desequilíbrio dos neurotransmissores. E as nossas vidas passadas? E a ação dos Espíritos obsessores? A doença mental ganha, assim, uma enorme expansão em seu diagnóstico, análise e tratamento.
Todos estamos sintonizados em situações traumáticas do nosso passado transpessoal, mas os piores momentos” são que mais nos influenciam. Situações de vidas passadas podem estar “adormecidas” em nosso Inconsciente e despertarem mediante um estímulo específico, como um trauma psíquico, um filme, um livro, uma viagem, o nascimento de um filho, etc. E aí, passamos a viver numa outra encarnação concomitantemente a essa e surgem as idéias estranhas, crenças difíceis de entender, as fobias, o pânico, medos inexplicáveis, rituais, pesadelos, visões, audições, e se a pessoa for consultar um psicólogo ou um psiquiatra que não entende de Reencarnação, receberá um diagnóstico, baseado nos seus sintomas, dentro dos critérios do DSM (Diagnóstico de Saúde Mental).
Uma pessoa que enxerga um ser ou um familiar falecido ou ouve sua voz, antes de ir a um psicólogo ou psiquiatra, para não correr o risco de ser rotulado como esquizofrênico, deve ir a um Centro Espírita ou Espiritualista para receber orientação especializada sobre o assunto. Depois disso, se a pessoa achar necessário, pode procurar o auxílio de um psicoterapeuta para realizar um tratamento psicológico. Realizando primeiramente a desobsessão, com o afastamento do ser desencarnado, não receberá o rótulo de Esquizofrenia, não receberá “antipsicóticos” ou “ansiolíticos”, não terá os terríveis efeitos colaterais dessas químicas, não será considerada “louca” pela família e conhecidos. Enfim, consultando primeiramente, um local apropriado e resolvendo a questão do ser desencarnado que lhe aparece ou fala com ele, estará evitando uma série de inconvenientes em sua vida. A maioria das pessoas que afirmam enxergar seres e/ou ouvir vozes, está falando a verdade, mas os psiquiatras e os psicólogos afirmam que isso não é verdade, são alucinações, são sintomas. Algumas vezes é recomendável uma consulta a um médico neurologista para afastar uma hipótese orgânica, pois epilepsias do lobo temporal, certos tumores, algumas doenças metabólicas, podem simular quadros aparentemente psiquiátricos.
Vejamos um caso: Uma senhora me referia ouvir vozes que diziam que ela exalava um cheiro horrível, de podre, e que isso acontecia quando alguém fechava uma porta ou uma janela e, também, quando alguém olhava para ela. Isso havia iniciado há uns quinze anos e nos diversos psiquiatras com quem consultou, o diagnóstico foi sempre o mesmo: Esquizofrenia. Ela tomava, regularmente, “antipsicóticos”, “antidepressivos” e “ansiolíticos”, aumentando a dose ou mudando de droga, quando não faziam mais efeito ou os efeitos colaterais eram insuportáveis. Havia sido internada várias vezes em Hospitais Psiquiátricos. Eu comentei com ela, na 1ª consulta, da possibilidade de existirem Espíritos obsessores lhe falando isso e ela me informou que já havia consultado em vários Centros Espíritas, inclusive era trabalhadora em um, e que não haviam mais obsessores lhe acompanhando. Então sugeri a ela fazermos uma investigação em seu Inconsciente para procurarmos a causa desse transtorno. Na sessão, ela viu-se em outra encarnação, isolada em um quartinho nos fundos da casa em que residia sua família, onde havia sido colocada por apresentar uma doença generalizada de pele, que exalava um cheiro horrível de podre! Algumas vezes por dia, lhe levavam comida e água e ela ouvia as pessoas comentarem sobre seu cheiro. Num certo momento da regressão, ela identificou um familiar de lá como um vizinho que havia vindo morar em seu edifício na vida atual. Ao final da sessão, ela, muito surpresa, me disse: “Doutor, então, essas vozes são reais, são daquela vida. Então, eu não sou esquizofrênica, essas vozes existem mesmo!”. Concordei com ela, lhe explicando que ela estava ainda sintonizada com aquela situação traumática da outra encarnação, de maneira que às vezes ela fazia uma regressão espontânea para aquele quartinho, sentia-se lá, e ouvia as vozes das pessoas comentando sobre o cheiro que exalava. Indaguei sobre aquela pessoa que havia identificado e que residia em seu edifício e ela me disse que ele havia ido morar lá há uns quinze anos, e foi quando começou sua “Esquizofrenia”.
O que aconteceu? Quando seu Inconsciente reconheceu aquela pessoa, entrou em sintonia com aquela situação e, a partir daí, ela passou a viver em duas encarnações simultaneamente, ora estando aqui, ora lá. Quando alguém fechava uma porta, uma janela, ou olhava para ela, regredia espontaneamente para aquele quartinho e ouvia as vozes (reais) de lá. Depois voltava para a vida atual e as vozes cessavam. Como, para a Psiquiatria, ouvir vozes é um sintoma de esquizofrenia, ela foi assim rotulada, passou a tomar medicamentos, foi internada várias vezes, quando, na realidade, ela estava vivendo, em seu Inconsciente, aquela situação traumática, ou seja, ela estava vivendo duas encarnações concomitantemente.
Após a regressão, o tratamento psicoterápico com a paciente endereçou-se para ajudá-la a viver essa vida apenas e desligar-se completamente daquele fato. Quando ela vinha às consultas, me informava em que vida ela estivera sentindo-se mais, se naquela ou nessa. Eu lhe ensinei que quando ela percebesse que “estava lá” e ouvisse aquelas vozes, dissesse para si mesma: “Estou naquela vida, lá naquele quartinho, ouvindo aquelas vozes, devo voltar para a minha vida atual”. E assim ela foi fazendo, me informando que cada vez sentia-se menos lá, cada vez ouvia menos aquelas vozes, até que chegou um ponto em que nunca mais ouviu as vozes. Assim, a nossa “esquizofrênica” curou-se. Se ela tivesse continuado apenas tomando “antipsicóticos”, sendo internada, seria mais um caso incurável, cronificado pela Medicina Orgânica. Igual como ela, existem milhões de pessoas, em todo o mundo, que estão sintonizadas em situações traumáticas de outras encarnações, vivendo aqui, no seu Consciente, e lá, no seu Inconsciente, tratando-se com psicólogos e psiquiatras despreparados para entender isso, cronificando-se, até tornarem-se “casos incuráveis”. Muitas pessoas consideradas esquizofrênicas estão vivendo situações do seu passado e/ou acompanhadas por seres invisíveis, mas a nossa Psiquiatria ainda não lida com isso...

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Sobre o Autor: Mauro Kwitko   
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