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CURA MILAGROSA COM JESUS


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Era final de tarde, postei-me perto de uma árvore, à distância, meio escondida para não ser reconhecida por ninguém até que ele chegou.
Postou-se à beira do lago e ficou esperando a hora de começar, agachado, riscando na areia da beira do lago enquanto seus discípulos, homens de simples aspecto controlavam a multidão.
E eu sempre com a mão em meu ventre, pois doía muito, escondida atrás da árvore.
Mas a cena era bela e hipnotizante.
Inesquecível cena, a multidão, aquele homem à beira do lago, o sol se pondo tingindo o lago de dourado e a brisa suave batendo.
Como podia aquele homem, sem dizer uma palavra sequer, sem sequer nos olhar, envolver-nos, hipnotizar-nos com sua personalidade. Ante sua simples presença envolvia tamanha multidão hipnotizando a todos numa onda agradável de uma paz e amor imenso.
Hipnotizava a todos, fazia-nos esquecer completamente tudo.
Tinha-nos em nossas mãos, dava-nos vontade de largar tudo sem olhar para trás e segui-lo hipnotizada ante personalidade tão forte, e ao mesmo tempo tão indefinivelmente cheia de ternura, paz e amor. E ele, nem sequer abrira a boca ainda!
Sua túnica simples, reta, muito alva, denunciava a sua condição de homem do povo. Sua pele alva, mas queimada de sol denunciava suas andanças e pregações debaixo de muito sol.
Seus cabelos castanhos muito longos chegavam a um palmo após os ombros, não eram lisos nem ondulados e profundos olhos azuis em que perdíamos nossas almas dentro. Sua barba longa chegava quase a acompanhar o cabelo, talvez um palmo menos ou mais. Nariz fino.
A hora que começou a falar sua voz suave hipnotizava o povo docemente. Hipnotizava tanto que mal importava o que falasse o que importava era ficar ali escutando. Falou algo sobre felicidade futura, sobre vida eterna, nem sei direito, estava hipnotizada. Perguntei ao militar que me acompanhava à paisana qual o nome de tal prodígio de pessoa. Responde-me Yeshoua.
Fiquei lá encostada na árvore hipnotizada escutando-o, com a mão em meu ventre de dor.
Ao final da palestra fiquei lá só olhando, por mim não voltaria, até que, de repente, ele pousou seus olhos em mim. Olhou-me fundo nos olhos como a examinar minha alma, e de repente, a dor passou. Como sabia meus pensamentos?
Não trocamos uma palavra. Estávamos a metros de distância e ele curara-me, adivinhara meus pensamentos.
Com o coração disparado me escondi atrás da árvore, de costas para a árvore, respiração ofegante, mão em meu ventre, maravilhada, sem entender direito tal prodígio.
Fiquei lá assim alguns minutos até que o militar me pediu para irmos, pois a multidão estava vindo em nossa direção para irem embora.
Aturdida, fui embora, curada ante um olhar, sem palavras, à distância.

Este é um trecho do livro “ A Paixão de Cristo segundo Cláudia Prócula”, na ocasião em que Cláudia Prócula, esposa de Pilatos, conhece Jesus.

Este livro tem download grátis no link:

https://www.somostodosum.com.br/clube/ebooks/P_C_Claudia_Procula.pdf


Texto revisado por: Cris
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