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Deus e o dinheiro

por Maria Silvia Orlovas

Publicado dia 18/7/2008 em Vidas Passadas

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Há bastante tempo venho pensando em desenvolver um texto sobre este assunto que parece em muitos momentos complicado e sem explicações. Por que, afinal, algumas pessoas têm acesso a uma condição de vida mais favorável e outras não? Por que em alguns momentos de nossa vida as coisas fluem e em outros momentos a vida se fecha?

Tudo isso varia de pessoa para pessoa e de valores para valores porque cada um tem seu mundo, suas crenças e aquilo que considera importante e imprescindível para alcançar a felicidade. Muitas vezes parece que Deus cuida de algumas coisas e que nós temos que tomar conta de outras. E, no caso, o dinheiro nem sempre está associado aos assuntos mais elevados por ser considerado sob um aspecto muito materialista.

Mas dinheiro, antes de ter um papel especial, é poder e liberdade ou aprisionamento e sofrimento. Tudo depende da forma que tratamos essa energia. Já que nem sempre quem tem dinheiro é feliz ou se sente realizado.
Quando ingressamos no caminho do aprimoramento espiritual isso fica ainda mais claro. Pois compreendemos que necessitamos sim do dinheiro para realizar nossos sonhos, mas precisamos muito de nós mesmos, da nossa compreensão sobre o melhor caminho que devemos seguir e de uma clareza em nossas escolhas. Afinal, já percebemos que tudo o que temos hoje é o reflexo de nossas ações e escolhas do passado.
Isso, no entanto, não deve nos tornar pessoas fatalistas e sombrias. Se por acaso fizemos antes escolhas tristes que hoje nos oferecem condições complicadas, ainda podemos mudar a forma que encaramos o presente.

Sabemos que as circunstâncias do nascimento não definem o caminho de vida de ninguém pois é um ponto de partida e não uma determinação. Determinação temos todos os dias quando acordamos e escolhemos como viver, como enfrentar as dificuldades do dia. Claro que nem sempre podemos mudar e que ninguém gosta de passar por privações nem muito menos de constatar que erramos. Mas o que fazer?

Tocar a vida para frente e deixar de reclamar, pois nossa mente se vicia em reclamações e autopiedade. Já abrir espaço para coisas novas, olhar o mundo de modo mais expansivo e aceitar o que está à nossa volta para encontrar uma melhor forma de ser feliz nem sempre é uma idéia aceita com facilidade.

Os Mestres ensinam a dar valor ao que de fato é estimável. E também a dar abertura para as mudanças. Se fixamos o pensamento, tudo se prende e ficamos ligados à condição atual sem encontrar alternativas. Flexibilidade é algo muito importante quando se trata de lidar com o dinheiro.

Conheci Eugenia há tempos atrás. Filha de uma família rica e tradicional de São Paulo não aceitava mudar o padrão de vida, porém já não tinha mais as condições de outrora. Com os filhos crescidos morando em sua casa e trabalhando com rendimento temporário, estava cheia de dívidas. Sua mente era um verdadeiro inferno, pensamentos intermitentes, compromissos e fantasmas. Não conseguia dormir, nem relaxar. Procurou a minha ajuda para entender o que fez em Vidas Passadas para merecer o que estava vivendo, sem raciocinar que hoje ela tinha em suas mãos a chave da mudança. Claro que a sintonia vibratória dela era difícil e justamente por isso apareceram histórias semelhantes de aprisionamento e dor. Sugeri uma meditação de libertação, mas ela teve dificuldade de aceitar que a transformação teria que abranger toda a sua vida. Como fiquei sabendo que ela morava numa casa ampla, num bairro abastado de São Paulo, perguntei-lhe por que não vender e morar de forma mais simples?

Apesar de ter sido delicada em minha colocação, ela quase encarou a minha pergunta como um insulto porque não aceitava mudanças. Queria que a vida fosse do seu jeito. Não aceitava se adequar a uma forma diferente de viver. Abalada ela me perguntou:

“Por que Deus quer que eu sofra?”

Não foi fácil responder a essa pergunta até porque ela se dirigia a Deus e não a mim. Mas como ela esperava uma reação minha, expliquei que não devíamos olhar para Deus e ver as coisas da vida como uma punição. Ao contrário, as complicações são sempre incentivos à mudança. Quando uma porta se fecha somos impulsionados a procurar alternativas.

Deus é poder, dinheiro é poder, nossas escolhas são o nosso poder.

Pode ser que enfrentando situações complexas pensemos que não temos poder, que não temos Deus do nosso lado, nem muito menos vibrando dentro de nós, mas ainda assim temos escolhas de como enfrentar a situação. E para isso nossa maior aliada é a nossa mente. Clareza mental é fundamental para encontrar um caminho.

Uma mente lúcida é um atributo divino alcançado pela meditação quando permitimos que esse Deus interno fale mais alto que as preocupações. Deixe isso acontecer em sua vida e veja como as soluções estão mais próximas do que você imagina.


Confira os ensinamentos e meditações curativas que Maria Silvia ensina participando de um dos seus grupos.
Veja as atividades deste Mês de Julho


Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Maria Silvia Orlovas   
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
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