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O vício do álcool



O alcoolismo é um suicídio lento. Como o indivíduo não tem coragem de se matar de uma vez, ele bebe para se matar aos pouquinhos.
O alcoolismo é uma fuga da realidade, ocorre quando o indivíduo não aguenta mais ou rejeita a sua vida.
O álcool é um veneno que mata silenciosamente as células do cérebro, pâncreas, esófago e estômago. Após vários anos de uso, a pessoa pode desenvolver demência, cirrose ou câncer.
O alcoolismo é muito difícil de ser curado porque a cada gole morrem milhares de neurônios e a consciência da pessoa vai adormecendo cada vez mais, a tal ponto em que o individuo perde o domínio de seus pensamentos e atos, até virar um farrapo humano nas mãos dos obsessores.

A Terapia de Vidas Passadas nos ensina que há basicamente duas causas para o alcoolismo:

1) O indivíduo já tinha uma tendência para beber em vidas passadas (tendência para o suicídio ou fuga da realidade);
2) Ação de obsessores.
O individuo que bebe é alguém com desejos suicidas, alguém que não aceita a realidade e é revoltado contra a vida (Deus).

Como o álcool provoca alteração na percepção da realidade, quando ele bebe é como se ele viajasse para outro mundo.
Para o indivíduo abandonar esse desejo suicida, ele precisa entender a mente de Deus e o seu propósito de vida, ou seja, ele precisa conhecer a Verdade da Vida e entender o porquê dele estar reencarnado na Terra. 
Os obsessores são nossos desafetos de vidas passadas. O ódio e a culpa criam uma forte sintonia vibratória que conecta a vítima e seu obsessor.

Os obsessores têm a permissão de perturbar a vida da vítima até que ela se arrependa, peça perdão, pague seus débitos (pela caridade) e faça a sua reforma íntima.
Por que algumas pessoas se tornam dependentes do álcool e outras não?
Isso vai depender do grau de despertamento da consciência de cada um.
Quando um indivíduo que tem a consciência desperta bebe, ele sente mal-estar, palpitação e sensação de morte. Mas quando um indivíduo que tem a consciência adormecida bebe, ele se sente muito bem e quanto mais bebe, mais vai adormecendo a sua consciência e a pessoa sente bem.

O álcool, como outras drogas que agem no cérebro, faz despertar a mediunidade por alteração no nível de neurotransmissores. Após uso prolongado, o indivíduo passa a ver e ouvir espíritos. Cada gole abre a porta para os obsessores entrarem na vida da pessoa que bebe e podem escravizá-lo, induzindo a fazer coisas horríveis, inclusive o suicídio.

Concluindo, o que faz a pessoa se tornar livre da bebida é o despertamento de sua consciência.
A consciência pode ser despertada de duas formas: pelo conhecimento da verdade e pela dor.

Elisa (nome fictício), 43 anos, professora, me procurou com queixa de dependência a álcool, via e ouvia espíritos, tinha desejo de suicídio, dor no peito e uma tristeza profunda.
Acordava de madrugada com medo intenso de morrer e não tinha mais controle de seus atos.
Na primeira vivência, Elisa era uma dona de casa com dois filhos. O seu marido vivia viajando a trabalho e quase não parava em casa. Um dia o seu marido desapareceu e nunca mais teve notícias dele.
Passou o resto da vida esperando o marido voltar e morreu de tristeza.
Na segunda vivência, Elisa era uma viúva jovem com três filhos. Como Elisa odiava ficar sozinha, casou novamente. Porém o seu marido era idoso e muito doente, após cinco anos juntos ele faleceu de pneumonia.
Os filhos cresceram, casaram e foram embora de casa. Elisa começou a beber porque odiava ficar sozinha e virou alcoólatra. Um dia bebeu uma garrafa inteira, jogou-se no rio e morreu.
Na terceira vivência, Elisa era uma moça muito rica e mimada. O seu pai fazia todas as vontades dela desde criança. Um dia Elisa se apaixonou por José. Porém, José amava a Maria.
Elisa procurou uma feiticeira para fazer um trabalho de amarração para José, mas não deu certo.Então, a feiticeira explicou que macumba não pegava em pessoas tementes a Deus. Quando Maria e José se casaram, Elisa ficou desesperada, pegou a arma do pai e ficou de tocaia em frente à casa da Maria.
À noite, quando Maria saiu de casa para dar comida ao cachorro, Elisa atirou no peito de Maria que morreu instantaneamente, porém o cachorro mordeu a mão de Elisa que deixou cair a arma e fugiu.
O delegado descobriu tudo e Elisa foi presa, mas o juiz considerou-a louca, obsecada por José e ficou internada no hospício até a dia da sua morte.

Através da regressão, percebemos que Elisa já começou a beber em vida passada para fugir da solidão. Ela tinha um medo intenso de ficar sozinha provavelmente porque o marido desapareceu numa das vidas e em outra ficou viúva duas vezes. Elisa tinha muitos obsessores que causavam seus sintomas, mas o pricipal desafeto dela era Maria, a quem ela matou.
É evidente que a dor no peito dela era causada por Maria  pois quando o obsessor fica perto de uma pessoa, ela sente as mesmas dores que o obsessor sente. Maria e seus comparsas estavam aproveitando a tendência à bebida que Elisa tinha para induzi-la a beber sem parar.

Elisa arrependeu-se do que fez e pediu perdão aos seus inimigos.
Texto Revisado

Publicado dia 19/6/2018
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Autor: Hee Jin Myung   
Médica psiquiatra e Terapeuta de hipnose Whatsapp (11)999584650.
E-mail: myungheejin@yahoo.com.br | Mais artigos.

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