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Para se libertar de um obsessor...


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Logo no início desta semana, recebi Hamilton, executivo competente, homem bom, que conheço há alguns anos, pois de tempos em tempos ele me procura querendo ouvir o que os mestres têm a lhe dizer.

Cansado de trabalhar no mesmo lugar e não receber nenhum tipo de reconhecimento, como já me conhecia, logo foi abrindo seus sentimentos, reclamando da vida monótona que estava levando, da falta de interesse e da imobilidade. Ele, que sempre tivera muita disponibilidade para o trabalho, vinha se sentindo impotente, sem forças para mudar sua vida, pois tudo o que tentara fazer nos últimos tempos, anos, dera errado.
Quando acessamos as vidas passadas, em vez de vir sua própria consciência contando a história do aprisionamento, ou mesmo o mentor dando explicações, veio um obsessor!

Pois é, amigo leitor, obsessor em terapia! A narrativa fluiu com dor, mas ao mesmo tempo com luz. O espírito contou que Hamilton era filho de um senhor feudal, e que a serviço do pai percorria as terras cobrando impostos dos colonos, sem se importar com as dificuldades e contratempos de ninguém; era egoísta e se sentia superior, com isso foi coletando, além das moedas de ouro, muitos desafetos, raiva e mágoas das pessoas que tinham ódio dele e de sua família, pois enquanto trabalhavam arduamente para tirar o seu sustento da terra, pai e filho gastavam seu dinheiro em tavernas, com mulheres da vida, em grandes festas. Mas o que mais nos impressionou foi a mensagem desse ser.

Ele disse: Você sempre se esforçou muito, não é? Nós também. E sabe quando nos sentimos vingados? Quando você procura reconhecimento no seu trabalho, quando você se esforça e nada do que faz é valorizado. Porque era exatamente assim que você agia com a gente. Você achava que era uma pessoa bem nascida, que tinha direito a tudo de bom que usufruía e que nós tínhamos mesmo que trabalhar, que merecíamos isso. Que a vida era assim. E que você podia gastar seu dinheiro como quisesse sem se importar com ninguém. Hoje você colhe seus frutos. Trabalha, mas a vida não se abre, as coisas não acontecem por mais que você se esforce.

Nesse momento os mentores retiraram esta criatura sofrida e a encaminharam para um espaço de luz e aprendizado; Hamilton ficou mais tranqüilo e confidenciou que de fato sempre julgou as pessoas tendo como parâmetro sua própria forma de viver. Achava que trabalhava e se esforçava e que por isso a vida daria certo. Achava também que as pessoas eram preguiçosas e por esta razão a vida delas não ia para frente. Tinha um raciocínio linear, sem dar qualquer chance para o desconhecido, para o mundo sutil de causa e efeito que nos acompanha.
Somente agora, mais maduro, tendo passado por tantas coisas sem ter seus esforços recompensados, compreendeu um pouco melhor por que é preciso ter complacência com os outros.

Saiu do nosso encontro mais leve e com menos vontade de julgar as pessoas. Disse claramente que já tinha começado um movimento interno de aceitar as pessoas como elas são e deixar de cobrar tanto de si mesmo e do mundo, mas que ainda sentia bastante dificuldade em entender por que a vida é aparentemente fácil para algumas pessoas e difícil para outras; no entanto, já tinha descoberto que nem tudo dependia só de esforço. Descobriu que existem outras forças comandando o mundo.

Fico feliz de fechar esse artigo, que ficou guardado algumas semanas comigo, com um acontecimento surpreendente. Passado esse tempo, Hamilton me procurou para contar que finalmente um novo caminho profissional se abrira para ele. Disse ter o coração em profunda paz e gratidão para com seu antigo obsessor, porque foi por conta da interferência dele que mudou sua vida e que sentia que daqui para frente não iria mais julgar ninguém.

Ele terminou sua fala dizendo: “Sabe, Maria Silvia, o julgamento aprisiona a gente. Eu quero é ser feliz, e deixar cada um na sua vida, do seu jeito. Finalmente acho que aprendi a lição e que fui perdoado. Tenho certeza que agora tudo será diferente”.

Confira os ensinamentos e meditações curativas que Maria Silvia ensina participando de um dos seus grupos. Venha participar do seu Grupo de Meditação Dinâmica que acontece todas as quartas-feiras, no seu espaço em São Paulo. Venha ouvir pessoalmente as canalizações.



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Conteúdo desenvolvido por: Maria Silvia Orlovas   
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
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