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Seja um gênio da Nova Era!

Seja um gênio da Nova Era!

por Flávio Bastos
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"O conceito de gênio, à luz do Espiritismo não pressupõe santidade, mas vivência espiritual através da sucessão de existências". (Deolindo Amorim)

Renascemos não somente para resgatar débitos, acertar problemas do ontem, mas também para amadurecer avanços iniciados em outras reencarnações.

Aqueles que mais sabem, que trazem melhores mensagens de vida e maiores experiências, são convidados a trabalhar em prol da vida mais bela e elevada.

Quem haja se evidenciado nas artes e tenha brindado o mundo com produções belíssimas, pode retornar para se dedicar ao bem do próximo, exercitando a sensibilidade de outra forma.

Quem tenha se esmerado na ciência pode retornar servindo a comunidade em outro campo totalmente diverso, sem perder jamais, em momento algum, o que aprendeu, exercitou, lecionou.

Um ponto é um ponto e ponto final? Imaginemos uma estrela de máxima grandeza, mas que torna-se um grão de areia perdido na imensidão do cosmos. Imaginemos uma bóia de navegação como um ponto à deriva na grandeza do oceano, ou um ser humano, seja presidente de uma nação ou um simples operário urbano, como um minúsculo ponto sobre a superfície da Terra.

Esse exercício de imaginação é para mostrar que nós, humanos, atribuímos a um "minúsculo" ponto a dimensão que queremos dar conforme a percepção que temos de nossa própria existência.

Se a nossa percepção é restrita à dimensão da matéria, ou seja, à realidade física ligada aos cinco sentidos, a tendência é supervalorizarmos os "pontos finais" como decorrência dos limitados espaços que circundam ao nosso redor.

No entanto, se a nossa percepção abre à nossa volta, isto é, expande através da percepção suprasensorial (além dos sentidos comuns), a tendência é expandirmos a mente além dos pontos finais que limitam o nosso aprendizado a respeito da vida.

É justamente essa diferença perceptiva que nos separa da genialidade ou que divide indivíduos dotados de muita ou de pouca habilidade/capacidade intelectual e expansão da consciência.

Admiramos os famosos gênios da ciência, da música, da pintura e do cinema, mas temos imensa dificuldade de perceber o que eles percebiam. Essa é a sutil diferença entre as percepções unilateral ou linear e profunda da vida.

É claro que a genialidade não se forma em uma ou duas reencarnações do espírito imortal. Ela acompanha a evolução consciencial do indivíduo. Evolução fundamentada no acúmulo de conhecimentos e no exercício da percepção que foge à dimensão da matéria e ingressa na natureza multidimensional do ser inteligente.

A mente investigativa é aquela que vai a fundo no foco da investigação. Nesse sentido, a "acomodação mental" faz a diferença quando investigamos a realidade através da percepção linear, ou quando investigamos a mesma realidade através da percepção interdimensional da existência humana.

Nos acomodamos mentalmente quando aceitamos a realidade física como a verdade absoluta transmitida ou comunicada pelos cinco sentidos. Desta forma, deixamos de desafiar os limites impostos pela percepção que capta da realidade física aquilo que é importante apenas para a sobrevivência no planeta Terra...

Os gênios não se acomodam e vão além dos limites sensoriais que nos prendem ao trivial, ao básico ou ao útil e necessário da sobrevivência. São espíritos que evoluíram na sua capacidade perceptiva e intelectual, sendo que a história de cada um, em nada difere das dificuldades que experenciam a grande maioria dos humanos em suas trajetórias carnais.

Podemos resumir que um dia os gênios perceberam - limitadamente - o que hoje a maioria da população terrestre percebe. Se a acomodação existencial fosse uma condição inerente ao espírito, a morte seria um ponto final. Mas a morte física é apenas mais um capítulo de nossa longa jornada.

Portanto, a genialidade ainda é rara entre nós, porque a acomodação perceptiva ainda é fator de alienação das massas humanas que lutam pela sobrevivência em um realidade social de característica competitiva que estimula o egoísmo e a violência implícita nas relações interpessoais de trabalho.

Nesse cenário de disputas, o egocentrismo observado como imaturidade do espírito, é o responsável pelo nosso atávico medo de expandir a mente além dos limites da percepção comum.

Contudo, à medida que nos libertamos do eu inferior, ou seja, da percepção de que o mundo "gira à nossa volta", começamos a desenvolver um potencial perceptivo e intelectual que expande a consciência rumo à natureza inter e multidimensional inserida em um universo ilimitado de conhecimento e aprendizados.

Nesse sentido caminha a humanidade, pois a genialidade, a partir do terceiro milênio, não será mais privilégio de raros. Basta-nos para tal, atravessar conscientemente a divisa que até então nos limitava a uma percepção unilateral da vida.

O que hoje o homem denomina "genialidade", será o instrumento que amanhã transformará para melhor o mundo em que vivemos, ou seja, um mundo sem pontos finais.

Portanto, é tempo de desenvolver sua inerente capacidade de perceber a vida além dos horizontes da matéria. Um dia, todos os gênios que admiramos tiveram que dar o seu primeiro passo. Desafio que exige vencer o medo do novo e penetrar em um universo nunca antes visitado.

flaviobastos


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Atualizado em 17/03/2011

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