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Sintonia com o além

por Flávio Bastos
Sintonia com o além

Publicado dia 23/5/2012 em Vidas Passadas

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Os laços afetivos que estabelecemos durante as vivências no corpo físico permanecem em sintonia mesmo depois da partida para o plano espiritual. E, quando permitido pelas Leis Naturais, ocorrem os contatos interdimensionais fundamentados na Lei do Amor.

Muitos destes contatos ocorrem durante o sono. Momento propício em que o indivíduo pode despreender-se do corpo físico e visitar lugares inimagináveis ou contatar entes queridos que já partiram para a dimensão dos espíritos.

Estas oportunidades, geralmente, envolvidas de muita emoção e sensibilidade, seguem uma lógica permitida pela espiritualidade superior, ou seja, a de proporcionar encontros que contemplem um importante aspecto da natureza humana: a sua interdimensionalidade.

Portanto, sonhar com familiares que não pertencem mais à nossa dimensão, não é "coisa de outro mundo" ou algo "sobrenatural" como podemos imaginar. Mas, ao contrário, é algo natural, lógico e gratificante sob o ponto de vista psicológico, pelo fato de ser uma experiência que reúne um bom nível de intensidade emocional que poderá reforçar a crença na imortalidade do espírito e a esperança de um reencontro no futuro.

No entanto, estes contatos tornam-se viáveis quando inexiste o processo obsessivo alimentado pelo apego e pelos sentimentos de ira, culpa ou perda. Ocorrem quando o amor que uniu estes indivíduos é superior aos sentimentos negativos gerados pela separação dimensional. Tais critérios dizem respeito às leis que regem o universo e que são válidas para todos os seres dotados de inteligência e livre arbítrio.

A leveza do ser de bem com a vida e com o foco na "ciência" do existir representa meio caminho andado para que tais experiências ocorram naturalmente. A sintonia pela afinidade da energia amorosa, que semeou a futura colheita, é o gatilho que aciona os contatos interdimensionais intermediados pela espiritualidade superior.

Neste sentido, não existe acaso porque a experiência tem uma razão de acontecer. Quando ocorre, o sentido terapêutico do encontro, seja sutil ou intenso, costuma provocar sensação de alívio e a certeza de que o amor é incomensurável e inexplicável sob a ótica da razão materialista.

Estes encontros com a pessoa desperta, em estado alterado de consciência ou dormindo, ocorrem em situações específicas. Geralmente, após alguns meses da morte de um ente querido, próximo do desencarne, em estado de coma ou diante de um fato em que o espírito antecipa o que vai acontecer para alertar a pessoa amada.

Na madrugada do dia 23 de dezembro de 2011, horas após ter chegado ao Rio de Janeiro e confraternizado com os filhos o reencontro da família em véspera de Natal, contatei pela primeira vez com a minha mãe que desencarnara no dia 31 de agosto do mesmo ano.

Após um jantar, onde a alegria do reencontro familiar misturou-se à descontração do carioca que preparava-se para as festas de final de ano num clima da paz e cordialidade, tive uma experiência durante o sono noturno.

Senti que o meu espírito deslocava-se (volitava) livremente pelo espaço. Exercitava o deslocamento mudando de direção, ora para baixo, ora para cima. Passava pelas pessoas que pareciam não me ver. E, assim fiquei a volitar pelo espaço, quando, de repente, senti a sutil presença de minha mãe que chamou-me como fazia costumeiramente, ao imitar o sotaque carioca: "Flavio Luissss...". A seguir, ouvi ela recitar um salmo ou uma referência bíblica de muito significado para o momento. Não contive a emoção e chamei "mãe", ao mesmo tempo que estendi o braço na ânsia do encontro e senti o leve toque de sua mão indo ao encontro da minha. Neste momento, despertei muito sensibilizado e o meu braço permanecia estendido para fora da cama. Era o horário da manhã em que costumo despertar.

Ao analisar a experiência através da ótica interdimensional, concluo que o momento foi oportuno porque era véspera de Natal, quando os sentimentos fraternais afloram e contagiam as famílias que se reúnem em clima de paz e confraternização. Momentos em que ela costumava passar com a família à sua volta e que gerava a energia do bem-estar e do bem-querer, que é a razão de um grupo de espíritos se reunirem para mais uma convivência de âmbito familiar fundamentada no aprendizado do amor.



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Sobre o Autor: Flávio Bastos   
Flavio Bastos é criador intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e psicanalista clínico. Outros cursos: Terapia Regressiva Evolutiva, Psicoterapia Reencarnacionista, Terapia Floral, Psicoterapia Holística, Parapsicologia, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia.
E-mail: [email protected]
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