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Só amor é suficiente?

por Maria Silvia Orlovas
Só amor é suficiente?

Publicado dia 28/6/2012 em Vidas Passadas

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Alberto veio procurar conhecer Vidas Passadas para entender sua vida afetiva. Terminando o segundo casamento, não conseguia entender por que simplesmente o amor acabava e as mulheres iam embora da sua vida, às vezes envolvendo traição.

Ele dizia amar, dedicar-se à companheira, mas quando a gente trabalha com terapia, aprende a ouvir com tranqüilidade e deixar as coisas se mostrarem, porque nem sempre a pessoa faz uma análise correta de seu comportamento.
Na verdade, atendi muitos casos em que a pessoa se achava totalmente certa em suas atitudes, mas quando as histórias se revelavam, não era bem assim que as pessoas à sua volta viam o assunto e a sua postura.

Você já deve ter escutado aquele ditado que diz que nem tudo é o que parece, isso é um fato. Aquilo que é importante e verdadeiro para você pode não ser para o seu parceiro e, às vezes, aquilo que acreditamos ser certo, o ideal para o outro, não tem o mesmo significado para o companheiro.

E era exatamente isso que acontecia com Alberto. Ele se dedicava ao casamento, deixava de sair com os amigos, comprava flores e presentes para sua namorada ou esposa, mas não tinha um comportamento maduro. Logo criava dependência. Dizia que precisava de apoio, mas as mulheres viam isso como fraqueza e, por fim, cansavam de tanta cobrança.

Na sessão de Vidas Passadas, apareceu um garoto abandonado, que cresceu num orfanato, sempre carente, querendo encontrar os pais, sentindo-se vítima do destino. Tudo muito triste, mas também aprisionador, porque quando uma pessoa se acredita vítima de um destino infeliz e se deixa conduzir pela tristeza, achando-se coitadinho, essa pessoa fica muito chata, e ninguém quer cuidar eternamente.
Nos relacionamentos, queremos a troca. Ora cuidamos do parceiro, ora ele nos cuida. Coisa que não acontecia com Alberto. Ele fazia mimos o tempo todo, dava presentes, mas, nas atitudes, tornava-se filho da mulher com quem se relacionava. Isso enfraquecia sua masculinidade e a sua parceira passava a vê-lo como um coitado. E vamos falar a verdade: quem gosta de um homem coitado?

Na sessão, expliquei para Alberto que o amor não é demonstrado apenas com presentes, com lembranças e telefonemas, o amor num relacionamento mais maduro é oferecido em atitudes, em cuidar do outro, em construir um caminho juntos. Dependência gera dependência e não amor. O amor é algo que se expande, permite crescimentos e suporta abalos.

O último relacionamento chegou ao fim porque ele não queria aceitar que sua esposa que tinha uma filha do primeiro casamento, ficasse com a garota nos finais de semana. Ele queria ficar apenas com a esposa. Mas será que dá para largar um filho? Ele estaria mesmo amando sua mulher pedindo esse tipo de sacrifício para ela? Que sentido tinha a aparente dedicação sem respeitar o passado da parceira?

Quando nos envolvemos com alguém profundamente, ou aceitamos a vida da pessoa, ou não nos envolvemos, porque as pessoas têm história, têm passado, têm compromissos e graças a Deus que se preocupam com suas responsabilidades, porque aqueles que largam tudo facilmente, podem num futuro também nos abandonar para procurar algo mais fácil. Não é?

Amor é mais que palavras e encontros românticos. Amor é todo dia, significa no casamento pagar contas juntos, visitar a família, cuidar dos filhos e ainda assim crescer e desenvolver a parceria, cada um respeitando o caminho e a história do parceiro. Futuro de amor se constrói com respeito a tudo o que o outro traz consigo.

Felizmente, Alberto deu continuidade ao seu tratamento e já está saindo da postura de vítima, o que permitirá que ele se abra a uma vida mais verdadeira e feliz também.

Confira os ensinamentos e meditações curativas que Maria Silvia ensina participando de um dos seus grupos. Venha participar do seu Grupo de Meditação Dinâmica que acontece todas as quartas-feiras, no seu espaço em São Paulo. Venha ouvir pessoalmente as canalizações.


Texto revisado

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Sobre o Autor: Maria Silvia Orlovas   
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
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