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Quando rompemos os muros

Quando rompemos os muros

por Alexandre Casarolli
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Relato de caso de Captação Psiquica

Apresento a vocês um relato de caso  atendido pela nossa equipe, tendo sido autorizada a divulgação pela atendida, desde que o nome real permaneça em sigilo.

Atendida : S., 29 anos de idade relata procrastinação, desânimo, falta de energia e disposição para tomar atitudes que a beneficiem, autossabotagem, caminhos fechados na vida profissional, dificuldades de relacionamento, sentimento de culpa e apego com a família de origem.

O trabalho se inicia com o rastreio para poder captar quais são as ocorrências traumáticas e personalidades de vida passada que podem estar influenciando negativamente a vida atual.

Iniciado o atendimento, logo aparece a personalidade atual de S., em um mundo mental criado por ela, cercado por altos muros para que ninguém possa chegar até ali. Fica irritada com a nossa presença e exige que nos retiremos. Perguntada por que aí se encontra, diz que gosta de ficar tranquila. Não tem energia e nem quer se mexer muito, afinal, para isso precisa esforço, cansa e dá trabalho. Melhor ficar parada.
Quando rompemos os muros e mostramos que vivia num mundo fictício à subpersonalidade (vida atual inconsciente) não gostou, mas a fizemos perceber através da tela mental a consequência de sua atitude (isolamento), sentindo e percebendo então que precisava mudar, e mais, após o desmanche do mundo virtual se percebeu com mais ânimo e disposição, pois tudo demandava muito esforço e energia.
Para compreender de onde mais poderia vir essa falta de energia e indisposição, fizemos voltar no passado, em outras existências, onde apareceu um senhor de 89 anos, paraplégico. Sentia muitas dores no corpo, pois teve uma vida de trabalhador braçal, carregando sacos de grãos como estivador. Em um dia de trabalho comum houve uma espécie de desmoronamento e essas bolsas acabaram caindo em cima dele, resultando em paraplegia definitiva. Tinha família, mas a esposa pouco tempo depois do seu acidente desencarna e os filhos o abandonam em um asilo, pois achavam muito trabalhosos os cuidados que a situação exigia. Ele, que era um homem grande e de muita força física se encontrava ali prostrado, um inútil. Uma grande frustração toma conta de seu coração. Morre ali nesse local, sozinho. Foi tratado e compreendeu a situação, e assim que finalizar seu entendimento poderá ajudar a vida atual com sua experiência e força de vida.  
Voltamos mais no tempo e aparece um menino de rua de 16 anos, cuja ocupação é vender bilhetes de apostas para passageiros de um trem que passa ali pelas redondezas de uma vila onde ele escolhe para viver. Recebe alguma comida e cuidados de algumas pessoas de bom coração que vivem na vila, mas dorme na rua. Muito esperto e possuidor de olhos muito vívidos, diz que não confia em ninguém e não tem amigos. Quem se aproxima só pode vir querendo se aproveitar. É feliz assim, livre. Abandonou a família, afinal, tinha que ajudar no sustento e eram muitos problemas lá. Muito melhor viver só e em paz, sem ninguém para depender dele ou perturbar sua paz.
Foi vivendo a vida dessa forma até a idade madura, e seu corpo, já tendo sido vencido pelo peso dos anos, desencarnou na rua devido ao frio. Um bom tempo antes, os pais o reencontraram e o chamaram de volta para sua antiga casa, porém ele não quis retornar. O pai, enfermo, acabou desencarnado sem ver o filho. Hoje sente muita culpa por isso, percebe que a família fez o melhor que pode por ele. Retornando sua memória até antes do nascimento, viu que sua missão naquela existência era para que pudesse aprender a conviver com e estar bem com a família. Foi tratado e conscientizado.
Em seguida, veio uma outra personalidade (vida passada), um menino muito rico. Morava numa mansão enorme, com terras a perder de vista. Os pais, pessoas muito poderosas e influentes o tratam sem amor. O ensinam abertamente a não ter sentimentos, afinal, assim é melhor para os negócios. A duras penas aprende a se tornar um homem insensível e rude. Maltrata homens, mulheres e crianças. É temido por sua maldade e sadismo. Não só manda agredir e chicotear por motivos fúteis como ele mesmo faz isso pessoalmente àqueles que o desobedecem suas ordens e desejos .Os empregados e escravos o temem. É casado, mas não gosta nem da esposa e tampouco dos filhos. Foi um casamento arranjado e sabe que a esposa tem um caso extraconjugal e que os filhos são bastardos. Isso o desgasta muito mas os pais não permitem que ele se separe, afinal o que Deus uniu o homem não separa. E além do mais, seria muito prejudicial ao negócios, devido á família da esposa ser muito rica e influente Assim, foi ficando amargo e desgostoso cada vez mais e acabou desencarnando com uma parada cardíaca, e sem o corpo físico, ficou praticamente em simbiose junto à esposa, que logo foi ao encontro de seu amante, também um rico fazendeiro. Foi um sofrimento muito intenso ao ficar ali, conectado com ela, achando que não haveriam outras opções de vida, mas nossa equipe o acolheu, tratando e conscientizando.
Na casa atual de S., no ambiente extra-físico, há areia movediça que a impede de se mover e dar os passos necessários para seu crescimento na vida. Estava circundada por muitos índios que diziam a ajudar, protegê-la de si mesma. Na verdade eram obsessores, os antigos escravos que estavam cobrando as dividas passadas. Foram tratados e encaminhados. No final, um recado para S.: "Pare de olhar para dentro da casa da sua família e comece a olhar para fora. É ali que sua vida vai acontecer.
O peso que carrega não é seu, deixe a cada um a sua carga para que lidem com isso. Causa tanto atraso para você como para o outro. Mas as personalidades (vidas passadas) que foram tratadas hoje irão te ajudar". Fim da sessão.  

Caso deseje atendimento para captação psíquica, entrem em contato pelo email [email protected] ou telefone 45 99959-0235.


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Autor: Alexandre Casarolli
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Atualizado em 05/11/2020

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