A integridade é um resultado natural do amor, porque vem de você. É a sua própria integridade, a sua verdade, as suas ações, o seu ser, a sua clareza… E, se estiver baseada no amor, você vai projetar isso externamente.
Se estiver baseada na corrupção, na separação, em medos, você vai projetar isso externamente e também vai esperar isso externamente.
Mas a sua integridade é sua. A forma como você responde e reage corresponde ao que você é, ao seu ser, independentemente do que outras pessoas façam.
As pessoas sempre me dizem: “Se nos transformamos em
amor por nós mesmos, isso quer dizer que vamos ser egoístas?”
Não, é o oposto.
Porque, se você se ama, você é íntegro e tudo é importante para você, porque você não vai estar percebendo a separação, mas sim vai ver: “eu sou isso, eu sou isso, eu sou isso”. Porque você se vê em si mesmo: “Ah, eu costumava fazer isso. Eu costumava fazer aquilo…”.
Porque tudo o que não é íntegro vem do medo, vem da manipulação, não vem do amor.
Então, a integridade, assim como a verdadeira compaixão, vem de uma pessoa evoluída, uma pessoa que está ancorada no amor incondicional.
Reflexão da Semana:
A integridade não é algo que se força nem se aprende de fora. É uma consequência natural do amor-próprio.
Quando você está ancorado no amor, as suas ações, as suas decisões e a sua forma de responder ao mundo surgem da coerência interna, não do
medo nem da separação. A verdadeira integridade não depende do que os outros façam, mas de como você escolhe ser em cada situação.
Amar a si mesmo não o torna egoísta; lhe traz clareza.
E, a partir dessa clareza, a compaixão e a responsabilidade surgem de forma espontânea.
Nesta semana, convidamos você a refletir:
De que lugar você está agindo hoje: do
amor ou do medo?
Em que situação você poderia escolher responder com mais integridade consigo mesmo, sem esperar que os outros mudem?
Um lembrete:
“A paz é uma decisão interna, não uma condição externa”.
— Isha Judd, em seu livro Por que caminhar se você pode voar.