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Uma Visão Ética da Regressão Terapeutica

Publicado dia 9/24/2004 12:44:39 PM em Vidas Passadas

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Muito se tem falado, hoje em dia, sobre esse novo método terapêutico, baseado na revivência de fatos do passado, seja dessa ou de outras encarnações. Em palestras, nos cursos de formação que venho ministrando há vários anos, em entrevistas, etc., vejo o interesse que esse tema desperta nas pessoas. A regressão tem uma ação terapêutica potencial que é a de poder desligar a pessoa de situações traumáticas de uma ou mais encarnações passadas, às quais está ligada, como se ainda estivesse lá. Por exemplo, uma paciente que me dizia sentir-se ‘presa’, que ‘não andava’, não ia pra frente, regrediu a uma vida passada, em que era uma menina paralítica numa cama. Uma paciente, rotulada como esquizofrênica, há mais de 15 anos sendo internada e tomando antipsicóticos - que ouvia vozes que diziam que ela estava podre - que cheirava mal, viu-se numa vida passada isolada por sua família em um quarto com uma doença horrível de pele e lá, naquele quartinho, ela me dizia que ouvia as pessoas comentando que ela estava podre, que cheirava mal, ou seja, as vozes que ela ouvia hoje, vinham de lá. Um paciente rotulado de paranóico, pois sentia-se perseguido, referiu uma vida passada em que estava sendo perseguido por soldados inimigos, ou seja, sua sensação de perseguição era real, mas vinha de outra vida.

Pode-se perceber, então, que estamos falando da Psiquiatria do futuro, quando a Reencarnação será incorporada à essa Instituição, e esse é um dos principais objetivos da nova Psicoterapia Reencarnacionista, que estamos criando aqui em Porto Alegre/RS, Brasil, com a ajuda do mundo espiritual e que, em 20 ou 30 anos, estará difundida em toda a crosta terrestre. As sessões de regressão duram, em geral, de 2 a 3 horas, e nelas o paciente revive fatos traumáticos de 1 ou 2 encarnações passadas, além dos períodos intervidas, aonde acessa muitas informações importantíssimas para o seu real aproveitamento da atual encarnação.

Mas é de fundamental importância que a Regressão seja realizada de uma maneira cosmoética, sem que o terapeuta infrinja as leis karmáticas. No início do meu trabalho como terapeuta de regressão, cometi alguns erros que vim corrigindo com o tempo. Eu pretendia realizar a regressão, estabelecia o que o paciente devia acessar, incentivava o reconhecimento de pessoas na vida em que se encontrava, etc. Mas, com o tempo, o mundo espiritual veio me aconselhando e hoje em dia posso afirmar que realizo uma regressão ética, em que não sou eu quem dirige o processo, e sim o Guia Espiritual do paciente, e não incentivo o reconhecimento de pessoas, pois isso infringe o Karma entre elas. Como faço regressão hoje em dia? Auxilio o paciente a promover um bom e profundo relaxamento em seu corpo físico e - após - a expandir a sua Consciência, imaginando que está subindo, crescendo... Após 20 a 30 minutos, com a sensação corporal bastante diminuída e sua Consciência expandida, o seu Guia Espiritual tem condições de levá-lo a encontrar uma situação traumática do seu passado, em que está ligado, como se ainda estivesse lá. A partir daí, meu trabalho é apenas de incentivá-lo a continuar me contando o que está acontecendo, até o final da situação, mas não termina nesse momento; incentivo-o a continuar seu relato até o seu desencarne naquela vida, a continuar me contando até subir para o Astral, até eu perceber que está melhorando, que tudo está passando, até me referir que está sentindo-se bem. Aí eu vou preparando o final da sessão, digo a ele então que pode relaxar, pode permanecer em silêncio, e vamos encerrando a sessão.

Por que faço isso? Antes de utilizar esse método, algumas vezes numa 2ª sessão de regressão, o paciente retomava seu relato no ponto onde tinha parado, mesmo desencarnado, algumas vezes mesmo já no Astral, e eu percebia que ele ainda não estava bem. Por isso, decidi passar a realizar uma Regressão completa, que vai desde a situação traumática até a pessoa estar no Astral sentindo-se bem, quando refere que já não sente mais aquele medo que sentia, aquela raiva, aquele sentimento de rejeição, aquela solidão, etc., a dor da facada, do tiro, etc.

A maioria dos terapeutas de regressão faz o paciente reviver apenas até o final do trauma do passado, mas isso é uma regressão incompleta, pois, onde termina a regressão, fica a sintonia. Regressão é uma rememoração do momento traumático do passado onde a pessoa ainda ficou sintonizada, com a intenção de ajudá-la a libertar-se daquela sensação. Então, se podemos fazer a pessoa rememorar desde o trauma até quando estava sentindo-se bem lá no Astral, porque parar “no meio do caminho”, logo após o trauma? E é fácil fazer isso, é só levar o relato do paciente até seu desencarne naquela vida e incentivá-lo a continuar contando, após sair do corpo... para onde vai... agora que é um Espírito... que pode subir... o que acontece?
Vocês terão relatos maravilhosos da subida, do Plano Astral, e o paciente ficará sintonizado num momento bom, de libertação, e não mais naquele de logo após o trauma quando, freqüentemente, ainda sente dor, medo, tristeza, solidão, raiva, insegurança, etc.

Eu me coloco - numa sessão de regressão - como um auxiliar do Guia Espiritual do meu paciente. A minha função é promover um bom relaxamento do corpo físico e a expansão da sua Consciência, o resto do trabalho é realizado pelo mundo espiritual. E quem deve, ou precisa, submeter-se a uma regressão ao seu passado?
Quem não consegue curar-se de medos, de pânicos, de fobias, de depressão, etc., mas também quem quiser fazer, para ter uma certeza na veracidade da Reencarnação, não como uma mera curiosidade, mas sim buscando ampliar o seu autoconhecimento e o conhecimento sobre Reencarnação.

Nesses anos todos, em cerca de 1.000 sessões de regressão realizadas, escutando relatos de 3 a 4.000 encarnações, aprendi muito, e isso é o que venho passando nos livros, nas palestras e nos cursos de formação. Para mim, o mais importante de tudo, do ponto de vista psicoterapêutico, dentro dos critérios da nova Psicoterapia Reencarnacionista, é a personalidade congênita, que é o pilar dessa nova Escola. Nós somos como temos sido nas últimas encarnações, ou seja, quem é bravo e agressivo já era assim há centenas de anos, quem é medroso e passivo já era assim, quem é triste e magoado já era assim, quem é preguiçoso e irresponsável já era assim, enfim, cada um de nós é como vem sendo nas últimas encarnações. E aqui estamos novamente, procurando melhorar nossas características inferiores “congênitas”. Essa é a finalidade da Reencarnação e o paciente perceber isso em sessões de regressão, pode potencializar o seu aproveitamento dessa atual encarnação, seu desejo de transformação. A Psicologia tradicional, que lida apenas com essa vida, não é adequada para nós, reencarnacionistas, não responde nossas perguntas, pois trabalha com uma premissa equivocada, que é a formação da personalidade, pois não aborda a Reencarnação. Ela afirma que nós formamos nossa personalidade na infância, não existíamos antes, mas existíamos, sim, o nosso Espírito já animou inúmeros corpos, inúmeras 'personas', em inúmeras encarnações passadas, e em todas elas nós tínhamos uma personalidade. Nós não formamos nossa personalidade na infância, nós aí mostramos quem e como somos, e os nossos pais, nosso meio ambiente e os fatos da infância e da vida, tendem a agravar ou a melhorar nossas características, tanto positivas como negativas.

A nossa infância é estruturada pelo Universo segundo as Leis do retorno, da finalidade e do merecimento. Não existe injustiça na Justiça Divina. Nós somos a conseqüência, a resultante, do nosso passado. E em nossa eterna busca de evolução e crescimento espiritual, na busca da Perfeição, necessitamos viver algum tempo, de vez em quando, em um lugar inferior e imperfeito, onde as nossas próprias inferioridades e imperfeições virão à tona. E onde é esse lugar? É aqui, e então aqui estamos. Para pagar, para sofrer? Não, para nos purificarmos, para nos libertarmos do “excesso de peso” que nos prende à força gravitacional desse planeta e do Plano Astral desse planeta. Precisamos nos tornar mais “leves”, e isso só pode ocorrer se nos livrarmos das inferioridades que ainda nos mantêm presos aqui, que são os “pesos”, e é esse o trabalho que deve ser feito, e tem que ser feito aqui, pois é aqui que estamos presos...

Estamos, na verdade, seguindo os passos do Dr. Freud, que descobriu esse mundo escondido, mas por sua limitação e dos seus seguidores, tudo isso ficou restrito apenas a uma encarnação, que equivocadamente chamam de “vida”. Nós estamos indo Inconsciente adentro! E o que encontramos? A Reencarnação.



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* imagem de IVAN RANDY PEREIRA - email: [email protected]

por Mauro Kwitko

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Sobre o autor
Mauro Kwitko é médico auto-licenciado do Conselho de Medicina para poder dedicar-se livremente ao seu trabalho como psicoterapeuta reencarnacionista. Em 1996, começou a elaborar e divulgar a Psicoterapia Reencarnacionista. É fundador e presidente da ABPR. Ministra Cursos de Formação em Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica há muitos anos, tendo formado centenas de psicoterapeutas reencarnacionistas.
Email: [email protected]
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