Coincidência ou Sincronicidade?

Coincidência ou Sincronicidade?
Publicado dia 25/09/2008 11:54:59 em Vidas Passadas

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“Duas coisas são infinitas: O Universo e a estupidez humana”.
- Albert Einstein


Carl Gustav Jung, psicanalista suíço, um gigante da psicologia, discípulo de Freud, em seus estudos da psique humana procurou compreender melhor o fenômeno da sincronicidade, ou seja, dos fatos simultâneos e significativos que ocorrem em nossas vidas. Para os incrédulos, céticos, com mente cartesiana, tais acontecimentos são vistos como um “mero acaso”, uma “coincidência”.
Ressalto que uma pessoa de mente fechada é incapaz de aprender qualquer coisa nova. É preciso humildade, uma atitude inicial de abertura e receptividade para pesquisar esses fatos e perceber que na vida nada acontece de forma acidental, fortuita, mesmo que não saibamos as suas causas.
Em verdade, a mente humana ainda não é suficientemente capaz de compreender a sabedoria da vida, pois a enxergamos através da “fresta de uma fechadura”. Penso que esses fatos precisam ser mais bem estudados pela ciência.

Quero compartilhar com o leitor uma experiência de fatos sincrônicos que se sucederam comigo. Há três meses recebi um convite de um Centro Espírita de Anápolis, interior de Goiás, para ministrar uma palestra sobre a T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – Abordagem psicológica e espiritual breve, canalizada por mim pelos Espíritos Superiores do Astral.
Prontamente aceitei o convite, porque percebi que seria uma boa oportunidade para divulgar essa nova abordagem, pois é comum ainda nos meios espíritas muitos seguidores terem ressalvas em se descortinar o “véu do esquecimento” (barreira da memória que nos impede de lembrarmos os acontecimentos de vidas passadas) através da regressão de memória. Kardec, o codificador do Espiritismo, dizia que esse véu era uma bênção, uma providência divina (Leia “O Livro dos Espíritos” de Kardec, capítulo VII – Esquecimento do Passado, questão 399).
Não obstante, é fundamental esclarecer que o descortinamento desse véu nessa terapia não é feito por mim enquanto terapeuta, mas pelo mentor espiritual (ser desencarnado diretamente responsável pela nossa evolução espiritual) de cada paciente, que o conhece profundamente, pois vem acompanhando-o em várias encarnações.
Desta forma, ressalto que é ele que irá conduzir essa terapia, descortinando ou não - conforme cada caso - o “véu do esquecimento” do paciente. O meu papel enquanto terapeuta é procurar abrir o canal de comunicação para que o paciente possa conversar com o seu mentor espiritual e ser beneficiado por suas orientações sábias acerca de seus problemas.

Duas semanas após o convite, de manhã, enquanto estava me preparando para ir ao meu consultório, minha esposa (ela é uma médium de incorporação) me alertou dizendo que havia uma entidade espiritual querendo falar comigo, e que não iria tomar muito do meu tempo, pois sabia dos meus compromissos atribulados no consultório, mas que só agora tinha recebido autorização da hierarquia espiritual para falar.
O ser espiritual se identificou como médico do astral, e me revelou emocionado que estava com muita saudade de mim, pois havíamos sido grandes amigos trabalhando juntos no Astral Superior.
Além de matar sua saudade, alegou que veio conversar comigo para me dar um recado, que eu procurasse o “João de Deus” , pois através dele a espiritualidade teria muitas coisas para me passar.
No entanto, o amigo do astral se despediu sem me dizer quem era “João de Deus”, e onde ele morava, pois tanto eu como minha esposa não o conhecíamos, pois nunca havíamos ouvido falar dele.
Na semana seguinte, ao atender um paciente (antes de iniciarmos a sessão de regressão) ele me perguntou se eu conhecia o “João de Deus”. Surpreso, indaguei-lhe o motivo da pergunta.
Ele comentou que no final de semana levara sua esposa (sofria de câncer) e sua filha (tinha uma cardiopatia congênita grave) ao “João de Deus”, um médium brasileiro – cirurgião espiritual -, cujo nome completo é João Teixeira de Faria, também conhecido no exterior como “John of God”, bem mais famoso fora que dentro do Brasil... além de alguns livros publicados, existem dois livros escritos por autores americanos sobre o trabalho mediúnico de João de Deus: “João de Deus – O médium de cura brasileiro que transformou a vida de milhões”. Autores: Heather Cumming e Karen Leffler (prefácio do Dr. Amit Goswami), Editora Pensamento e “João de Deus – O curador e seus milagres” do Autor: Robert Pellegrino Estreich; Editora Nova Era.

O paciente me relatou que João de Deus, em transe mediúnico, fez uma cirurgia espiritual em sua filha, curando-a de sua cardiopatia, e à esposa apenas receitou uma medicação.
Ao lhe indagar onde esse médium residia, o paciente falou que ele morava em Anápolis – interior de Goiás, mas que fazia as cirurgias espirituais em Abadiânia, cidade vizinha, a 28 km de Anápolis. Atônito, pude entender que aquele convite que recebi para dar uma palestra num Centro Espírita de Anápolis não fora um mero acaso. Em verdade, a espiritualidade “arquitetou” tudo para que me encontrasse com esse famoso médium e pudesse presenciar de perto as maravilhosas curas espirituais das Entidades do Astral (O médium João é capaz de incorporar aproximadamente 40 Entidades, uma por vez).

No próximo artigo, irei comentar a minha experiência gratificante com o trabalho mediúnico de João de Deus na Casa Dom Inácio de Loyola, local aonde inúmeras pessoas de diversas partes do mundo, com problemas graves de saúde vêm procurar esse dedicado médium que já transformou a vida de milhões de pessoas (com mais de 40 anos exercendo sua mediunidade de cura, João de Deus já atendeu mais de oito milhões de pessoas). Caso Clínico:
Ambiente familiar conturbado.
Mulher de 55 anos, casada, 4 filhos.


Veio ao meu consultório por conta de seu relacionamento conturbado com o marido e seus filhos (três filhas e um filho). As filhas a criticavam muito (segundo a paciente, críticas ferinas), apontando seus defeitos (em tudo que fazia em sua casa, as filhas colocavam defeito).

Seu marido estava brigado, distante e irritadiço com ela - não aceitava o seu carinho, abraço, não estavam também se relacionando sexualmente. Por conta da hostilidade e desaprovação de suas filhas e de seu marido, sentia-se rejeitada, excluída, como se não fizesse parte de sua família e, com isso, comia compulsivamente, chegando a engordar bastante.
Outro motivo que a levou a me procurar era o fato de não concluir o que começava - sentia um bloqueio que a impedia de realizar o que queria. Desta forma, cultivava sentimentos de incapacidade, insegurança, medo de enfrentar a vida (estava pensando em desistir do curso de medicina ayurvédica, pois não se sentia suficientemente capaz de exercê-la como profissão). Era, portanto, muito pessimista, com uma visão negativa diante da vida.

Ao regredir me relatou:
“Alguém está me dizendo: ‘Minha filha, estou sempre com você!”.
- Pede para esse ser espiritual se identificar – peço à paciente.
“Sou seu pai espiritual, primordial de sua família espiritual, do jardim das laranjeiras” (é a família de origem da paciente no plano espiritual), ela me diz.
“Diz ainda para fazer uma faxina mental e do ambiente de minha casa. Pede também para colocar para fora todas as emoções que já não me servem mais. Tenho que soltar tudo o que já não preciso mais, portanto, devo fazer uma faxina interna e externa.
Fala para me desfazer desse entulho. Diz que tudo aquilo que não uso mais é fardo, que é essencial jogar fora tudo isso; ressalta que tenho muita coisa guardada em casa, e que isso impede a circulação de energia do ambiente.
Ele me lembra que o armário de casa e a garagem estão cheios de tranqueiras, de coisas velhas, das quais preciso me desfazer (pausa).
Estou sentindo agora um frescor... Ele está me energizando com a imposição das mãos.
No começo desta sessão (era a 3ª sessão de regressão) estava sentindo um peso, um aperto, um ardor no peito, mas agora tudo desapareceu (pausa).
Agora sinto uma alegria, uma vontade, uma determinação que há tempo não sentia, uma vontade de sair do consultório e chegar logo em casa, arrumar, jogar fora todas as tranqueiras que guardo há muito tempo”.

Na 4ª e última sessão, a paciente me disse:
“Limpei, joguei fora uma pilha de revistas e objetos velhos, entre outras coisas. Meu marido me ajudou sem eu pedir; estranhei, pois ele estava muito distante de mim. Estranhei também a minha reação, essa vontade de fazer uma faxina completa em casa, pois andava bastante desvitalizada, desmotivada e depressiva. Depois que conversei com o meu mentor espiritual na sessão passada, saí daquele marasmo, apatia e imobilismo em minha vida (é comum nesta terapia o paciente mudar as suas atitudes e sentimentos após conversar com o seu mentor espiritual).
No curso de massagem ayurvédica estou agora me sentindo bem, capaz, segura ao colocar em prática com os meus colegas o que estou aprendendo. Não estou mais me sentindo incapaz.
Sinto que algo mudou dentro de mim, pois em casa também as coisas mudaram. Minhas filhas não estão mais me criticando como antes, agora estamos conseguindo dialogar, sem que me sinta ofendida. Estou conseguindo expressar o que penso e sinto. Meu marido está aceitando o meu carinho, voltamos a fazer as pazes e nos relacionarmos sexualmente.
Tudo voltou ao normal, ele está mais agradável e amoroso comigo. Antes, estávamos vivendo como irmãos, sem um tocar no outro. Não adiantava querer dar carinho, ele respondia com irritação e frieza.
O meu mentor está me dizendo: ‘Vá em frente, minha filha, um ciclo já se completou em sua vida! Seja agradecida por todas as bênçãos recebidas!
As travas foram soltas, a sua alma está mais livre’.
Estou sentindo um cheiro de perfume” (os espíritos superiores costumam exalar delicados aromas quando estão presentes).

- Pergunte em relação ao nosso tratamento, se devemos ou não continuar? (Na T.R.E. – Terapia Regressiva Evolutiva – A Terapia do Mentor Espiritual é sempre o mentor espiritual do paciente que avalia a necessidade ou não de prosseguirmos com o tratamento).
“Ele responde que essa jornada já foi completada, que minha vida interior está florescendo, me diz: ‘Você tem muitos seres espirituais te cuidando. A lição de coragem já foi aprendida. Muitas outras benções ainda virão’. (pausa)
Sinto-o me apoiando, segurando a minha nuca e as costas com as suas mãos (paciente estava deitada no divã). Ele conclui me dizendo: ‘Nosso trabalho já foi feito, siga em paz’!”.



Participe da Próxima Palestra: Terapia Regressiva Evolutiva - A Terapia do Mentor Espiritual. Entrada franca!


Sobre o autor
Shimoda
Osvaldo Shimoda é terapeuta especializado em Terapia de Regressão TRE, com foco em autoconhecimento, transformação emocional e integração de experiências de vida. Atende em seu consultório em São Paulo.
Site: www.osvaldoshimoda.com.br
Tel.: (11) 99286-4497 (agendamentos)
Email: [email protected]
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