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Amor e Comunhão


Olá amigos, quem costuma ler meus artigos, sabe que falo com o coração, sem nada a esconder, pois meu único objetivo é dividir com vocês o que aprendi, o que penso e o que sinto, pois sei que como Todos Somos Um, imagino que todos temos anseios, dúvidas e carências parecidas e se eu tive a felicidade de ter contatos com Seres tão maravilhosos, me sinto na obrigação de dividir isto com todos que o queiram.

Também tenho minhas carências e, esta semana em que entrou a nova energia do dia 8/8, sobre a qual escrevi, foi muito difícil para mim, em vários aspectos, desde a saúde até os relacionamentos familiares...
O mais triste é que ninguém me procurou para saber o porquê de eu estar “sumida”.
Fiquei, mais uma vez, me questionando do porquê de eu receber tantas informações se preciso ficar juntando os pedaços do “quebra-cabeça”!!! Por quê não vêm prontas as respostas???

Eu também me sinto só, talvez mais do que vocês, que têm uma vida “normal”, sem contatos que lhe obrigam a pensar 24 horas por dia. É um desabafo que faço neste espaço...
Às vezes, eu gostaria de não ter tanta sensibilidade e simplesmente seguir com a grande massa... deve ser mais fácil!
Bem, neste estado de “auto-piedade”, rezei muito, nesta semana, mais do que costumo: rezei, reclamei, briguei... e recebi uma resposta tão linda, que me faz retirar todas minhas reclamações...

Quero dividi-la com vocês, que se tornaram meus leitores e amigos! Obrigada a todos vocês, pelo carinho, confiança e afeto que recebo em seus e-mails!
A mensagem que recebi, é do meu querido Mestre Morya (que também é super sério, parece até bravo!!):

“Tem-vos sido apontada a equivalência entre o amor e a comunhão. Não pode haver verdadeira comunhão sem que ela tenha levado ao amor, tal como não pode existir o verdadeiro amor, sem que este tenha sido preparado, alicerçado e construído, sobre uma sentida comunhão.

A este binômio amor-comunhão, pode e deve-se acrescentar um terceiro elemento: a alegria. Com esta, constrói-se o triângulo perfeito (alegria-amor-comunhão). Este é o objetivo de toda a Evolução. Esta é a meta que toda a Humanidade busca, sem saber como procurá-la.
Como encontrar a alegria, caminho direto para o amor-comunhão? Será que ela é atingida pelo bem estar físico e material?
Não se pode dizer que não. Mas estes estados raramente induzem à verdadeira alegria e sim, à preocupação em não perder o conquistado, levam ao egoísmo, à luxúria e a separatividade.

Por isto, AQUELES QUE VELAM PELO BEM DA HUMANIDADE, FREQÜENTEMENTE SE SERVEM DE UMA MARAVILHOSA DÁDIVA, QUE É A DOR.
Tal afirmação parece um paradoxo. Contudo, muitos já devem ter percebido a realidade desta afirmação, e você, minha discípula, deveria já ter entendido há mais tempo, ao invés de se lamuriar (e tome bronca!!!).
A dor, dádiva providencial, é a porta que se abre para o caminho mais direto na obtenção da alegria. É ofertada individualmente em forma de doenças, humilhações, perda de bens, posições e entes queridos. Entre os seres mais evoluídos, a dor é recebida como dádiva, com gratidão. As provações são vencidas com fé, coragem, energia e amor. Destas qualidades resulta a alegria das contas saldadas, dos serviços prestados, dos deveres cumpridos. Esses homens continuam a evoluir atingindo, desta forma, estados cada vez mais adiantados de comunhão com o Todo, de fusão com o Divino, de regresso à Casa Paterna.
E o resto da Humanidade, que não sabe receber a dor com a gratidão devida às grandes dádivas?
Aqueles em que a dor provoca revoltas e desacertos?
Estes são os que mais me preocupam. Esses são as ovelhas tresmalhadas, que em veloz correria fazem com que os cães fiéis e os zelosos pastores percam seu tempo em quase vãs procuras e chamamentos. São também as ovelhas que não queremos perder e a quem fazemos um derradeiro chamado, porquê o “dia está se acabando... já é quase Meia-Noite”.
(Leiam meu artigo sobre “A grande Hora-X” – link no final desse artigo).

Em ocasiões desta natureza, é freqüentemente necessário que aqueles que velam por todos, recorram a um ato de dádiva amorosa, que se reveste da forma da grande dor coletiva. É então, por vezes, que surgem as grandes guerras, catástrofes, dilúvios ou grandes cataclismos.
Quem tiver ouvidos pra ouvir que ouça. Quem tiver coração para sentir, que ame. Quem tiver cabeça para pensar, que se alegre. Quem tiver a alma a comandar, que comungue.
Eu Sou você
Você Sou Eu.
Somos Todos Um”.

Mestre Morya
(Responsável pelo 1º Raio da Grande Fraternidade Branca Universal, o Raio azul, tendo por Arcanjo responsável Miguel, O Guerreiro da Fé e da Verdade).


Fiquei em dúvida se deveria escrever nesta semana, pois foi uma semana muito pesada. Depois “disto”, me senti na obrigação de escrever.
Um beijo em seus corações!



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