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Garantido mesmo só uma Alimentação Consciente


Segue abaixo mais um texto/matéria sobre a polêmica dos suplementos vitamínicos.
Minha intenção ao colocar este assunto em foco é o de fortalecer a minha posição de como defender-se frente as questões do capitalismo selvagem.

Somente o esclarecimento e a informação é que verdadeiramente podem criar sabedoria.
Somente o esclarecimento e a informação é que poderão nos transformar em reais co-criadores de nossa realidade.
Somente o esclarecimento e a informação é que poderão nos trazer a forma correta de nos alimentarmos e construirmos a nossa saúde, harmonia e serenidade.
Somente o esclarecimento e a informação nos levarão a cultivar hábitos alimentares com sabedoria e consciência e assim, passar ao largo das discussões que envolvem vitaminas sintéticas e outras saídas "mágicas" para conquistar a saúde. Dê uma olhada.

DEBATE SEM FIM

Suplementos vitamínicos fazem bem, mal ou são inúteis? A resposta fica ao gosto do freguês.

Desde o início dos anos 90, quando as cápsulas de vitaminas foram incensadas como grandes aliadas do bem-estar e da saúde, vêm sendo realizados estudos sobre até que ponto esses suplementos são realmente benéficos. Há os que tentam provar que eles teriam o poder de prevenir distúrbios cardiovasculares, câncer, mal de Alzheimer e diabetes. Em contrapartida, existem pesquisadores que afirmam ser as vitaminas sintéticas prejudiciais. Publicado na revista científica inglesa The Lancet, o último trabalho sobre o tema defende que o consumo diário de doses extras de vitaminas não faz nem bem nem mal.

Durante cinco anos, pesquisadores da Universidade de Oxford acompanharam 20500 homens e mulheres, entre 40 e 80 anos. Os participantes eram vítimas de problemas cardiovasculares, diabetes e hipertensão. Ao longo do estudo, parte deles recebeu, diariamente, doses altíssimas das vitaminas C e E e de beta-caroteno. Aos demais, os pesquisadores deram substâncias inócuas, os placebos. Ao final do trabalho, os cientistas de Oxford constataram que a incidência de infartos, outras doenças cardíacas e derrame era igual em ambos os grupos. "As pílulas de vitaminas são perda de tempo e de dinheiro", decretou o médico Rory Collins, líder do estudo.

Os fabricantes não demoraram a se manifestar. Eles argumentam que o trabalho teve como objeto uma população de alto risco e, portanto, não vale para pessoas saudáveis. Estas, sim, dizem, seriam as maiores beneficiadas pelos suplementos. As vitaminas e outros aditivos alimentares movimentam mais de 4 bilhões de dólares por ano em todo mundo. Na lista dos medicamentos consumidos sem receita médica, estão em terceiro lugar. Só perdem para os antigripais e analgésicos. No Brasil, a vitamina C é a mais vendida. Os adeptos das megadoses diárias dessa substância acreditam que, entre outras coisas, ela tem o poder de retardar o envelhecimento e diminuir as taxas do colesterol ruim no sangue. Os contrários à sua prescrição em quantidades maciças afirmam que a vitamina C pode levar à formação de pedras nos rins e ao acúmulo de ferro no organismo. Agora vem Oxford dizer que nada disso ocorre. A cada ano que passa, o debate ganha contornos, por assim dizer, teológicos. Como ninguém prova nada em definitivo, vitamina está virando questão de fé.


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Conceição Trucom é química, cientista e escritora sobre Alimentação Baseada em Plantas, considerada como Alimentação do Futuro: vitalizante e regenerativa.
Portal: www.docelimao.com.br
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