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Ímã VI

por Saul Brandalise Jr.
Publicado dia 13/03/2008 17:34:49 em Espiritualidade

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O Universo não cobra a nossa ignorância. Não resolve saber. É preciso aplicar. Não podemos nos esquecer que o que está na mente, no cérebro, faz parte de nossos valores.
Um destes valores é que sou um Ímã. Lei da Atração ou como queiram denominar. Não importa o nome. Não importa como ou de que maneira vamos batizar este fenômeno. O fato é que existe e é com ele que nos pautamos e colhemos os nossos frutos. É muito forte o fenômeno. Mais forte do que possamos imaginar.
Nascemos com um potencial enorme de energia positiva. Nossos educadores, pais e professores e o meio em que vivemos são os responsáveis diretos pela colocação das verdades em nossas mentes.
É verdade que eles, os pais principalmente, foram escolhidos por nós, antes de encarnarmos para poderem tornar a nossa vida um real resgate. Mas a rotina dela é fruto de nossas decisões. Principalmente do conforto delas. De não querermos mudar por ser difícil. É mais fácil, como sempre gosto de afirmar, nos colocarmos na posição de coitadinhos. Sempre uma alteração de processo exige esforço. Nada acontece sem que sejamos os protagonistas. E muito menos que coloquemos o nosso máximo empenho.
As crises precisam ser superadas. Sua eliminação depende de nós. De nossa luta, garra e posicionamento.

Não adianta só pedir proteção - ela não vem. Não adianta rezar e ficar esperando - nada vai acontecer. Ninguém pode interferir em nosso Livre-Arbítrio, principalmente nos aspectos essenciais que estão fora do Campo Material. É engano achar que isso é possível, pois a lei máxima do Universo, aqui na terra, é o Livre-Arbítrio.
Ora, se somos ímãs e projetamos alguma coisa para receber retorno, como poderemos esperar mudanças se não tomamos atitudes? Se ficarmos de joelhos orando e não tomando atitude NADA VAI ACONTECER.
Não há como fugir desta realidade. O que acontece comigo eu inicio. Eu começo o processo. Obviamente que precisamos ter fé, ela impulsiona a nossa ação. É o combustível que circula entre nossos pensamentos e atitudes. Mas fé em quem? Em nós primeiro; afinal somos os propulsores de nossas atitudes.
Peça para Deus te ajudar, mas não faça nada. Sabe o que vai acontecer? NADA.
Mas fé em quem, então? Primeiro em nós mesmos. Depois, obviamente, em nós mesmos. Sempre na nossa capacidade de realizarmos. É enganação de religião achar que somos ajudados. A energia em que vivemos é projetada por nós. Os pensamentos são nossos, como então achar que as colheitas foram frutos ou ajuda de terceiros?
É determinante para a nossa vida acordarmos para esta realidade. Sou o que Sou. Fruto de minhas verdades. Resultado de minhas atitudes. O Universo determina que assim seja.
O resto é enganação.

O que acabamos sendo é a somatória do meio em que vivemos e confortavelmente ficamos, ou da forma aguerrida que nos posicionamos. É preciso estar atento que toda a verdade que acreditamos foi construída quando começamos a dar os nossos primeiros passos.
Isso me faz lembrar a historia do Pai que estava treinando o filho de três anos na arte da obediência com sabedoria. Colocou o filho no alto de um armário e disse:
Filho, se joga nos braços do papai... O filho ficou inseguro... Ele insistiu: Se joga filho. Papai está chamando. Depois de pensar um pouco, o filho se jogou. O Pai deu um passo atrás e disse para o filho caído no chão:
Na vida não confie nem em Papai...
Antes de confiar nos outros precisamos primeiro descobrir o total do nosso potencial, que é imenso. Jamais, contudo, confiar desconfiando. Não é sobre isso que estou me referindo. Não existe meia confiança.
Porém, quantas decisões em nossas vidas foram tomadas em confiança e quebramos a cara? Se tivéssemos tido este treinamento que o papai deu ao filho, jamais seriamos pegos de surpresa. É confortável confiar, mas, é doída, muito doída a decepção.
Assim começamos a concluir que a vida é igual ao vôo solo de um piloto que acaba de tirar o Brevê. Ele, o avião, o ar e seu mundo. Ninguém para ajudar. Ninguém para instruir e orientar. Ou faz direito ou erra.

Temos que confiar exclusivamente em nossa capacidade interior de realizarmos as nossas verdades. Poucas pessoas são dignas de nossa confiança.
E, mais ainda, nosso ímã começou a ser criado, produzido mesmo, quando colocamos as primeiras verdades em nossa mente.
Não está bom? Confiou demais. Então é preciso coragem para mudar a energia em nossa volta. Em caso contrário, só colheremos dissabores. Você é um ÍMÃ.

Sei que nos veremos
Beijo na alma


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Sobre o autor
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Saul Brandalise Jr. é colaborador do Site, autor do livro: O Despertar da Consciência da editora Theus, onde mostra através das narrativas de suas experiências como extrair lições de vida e entusiasmo de cada obstáculo que se encontra ao longo de uma vida.
Email: [email protected]
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