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Mudança

por Elisabeth Cavalcante
Publicado dia 10/05/2012 12:33:47 em Espiritualidade

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Todos os chamados iluminados, aqueles que alcançaram a Verdade, costumam irradiar uma aura de felicidade que intriga quem ainda vive na dimensão do ego. Como é possivel, costumamos dizer, que alguém, neste mundo caótico, com tanta miséria e violência, possa sentir-se feliz?

Ocorre que a harmonia é o estado natural do ser, e se observarmos uma criança podemos perceber nela esta condição. É claro que há momentos em que o choro estará presente, mas apenas quando uma necessidade física estiver necessitando ser satisfeita.

Infelizmente, à medida que vamos nos desenvolvendo, a mente começa a ganhar cada vez mais espaço, até que torna-se dominante. A partir daí, além da satisfação de nossas necessidades básicas, passamos a desejar uma quantidade cada vez maior de quesitos para nos sentirmos felizes.

O primeiro passo para refazer o caminho de volta, é cultivar uma grande vontade de vivenciar este sentimento interior de felicidade, que independe de qualquer condição externa. Para isto é essencial abandonar a pretensão de querer reformar o mundo. Esta é uma das maiores ilusões a que nos apegamos ao longo de nossa existência.

Como a mudança do mundo depende, inexoravelmente, da transformação do ser humano, o melhor que temos a fazer é cuidar de nosso próprio caminho, e deixar que cada um de nossos semelhantes faça o mesmo por si.

De nada adianta nos esforçarmos para mudar alguém, se a própria pessoa não estiver consciente e ansiando por esta mudança. É claro que, na medida em que alcançamos pequenas vitórias em nossa trajetória, podemos sim, compartilhar esta experiência com os demais, como forma de encorajamento e apoio.

Mas apenas isto pode ser possível. As transformações são sempre individuais, pois somente o que se experiencia na própria pele, pode levar à autêntica metamorfose.
De qualquer modo, para saber se estamos ou não no caminho certo, o critério será sempre avaliar o nosso coeficiente de felicidade.

No dia em que a paz e a serenidade se tornarem nosso estado natural, e deixarmos de nos identificar com a insanidade existente à nossa volta, teremos finalmente retornado à Fonte.

...”Algo que você deveria sempre manter – e esta é a única obrigação – é ser feliz.
Faça com que o ser feliz se torne uma religião. Se você não estiver feliz, algo deve estar errado, e uma mudança drástica é necessária. Deixe que a felicidade decida.
E a felicidade é o único critério que a humanidade tem; não existe outro critério. A felicidade lhe dá o indício de que as coisas estão indo bem. E a infelicidade lhe dá a indicação de que as coisas estão indo mal e de que uma grande mudança é necessária em um ponto”.

(Osho)



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Sobre o autor
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Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
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