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Sentimento de Culpa

por Elisabeth Cavalcante
Sentimento de Culpa
Publicado dia 25/06/2004 11:18:11 em Espiritualidade

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O sentimento de culpa é uma das principais fontes de angústia para o ser humano. Culpar-se por algo que se fez ou por não ter tido a coragem de agir de acordo com o nosso próprio coração, pode fazer com que nos sintamos indignos de alcançar a felicidade.

Muitas pessoas carregam sentimentos de culpa inconscientes gerados na infância, como resultado de sua história de vida. Pais violentos e arbitrários despertam na criança um sentimento de raiva que se mistura à sensação de culpa por odiar aqueles que, lhe ensinaram, deve obrigatoriamente amar.

Ninguém ensina à criança que, ao ser violentada em sua individualidade ela tem, sim, o direito de sentir raiva e desejar a libertação de tal condição de abuso. O que permanece é a sensação de que cometeu algo de errado ao desejar que os que lhe oprimem desapareçam para sempre.

Muitas crianças, diante da morte de pais ou irmãos, por não conseguir compreender o fato, acabam se culpando e introjetando a idéia de que fizeram algo de errado e, por isso, foram punidas com o desaparecimento daquela pessoa.

Enfim, carregar sentimentos de culpa, sejam eles conscientes ou inconscientes, interfere de forma decisiva em nossa auto-estima, trazendo crenças negativas que só poderão ser destruídas se formos capazes de nos perdoar.

Ainda que uma pessoa seja verdadeiramente culpada, o perdão é um ato essencial para o seu equilíbrio. Compreender que somos seres imperfeitos e que, em cada situação, fizemos o que nossa capacidade de entendimento e nossa consciência permitiram naquele momento, é fundamental para que nos libertemos do sentimento de culpa.

Devemos ter em mente que sempre poderemos realizar escolhas diferentes, e que a vida o tempo todo nos dá a chance de corrigir nossos erros e começar uma nova história. Para isso, é necessário reconhecer a origem de nossa culpa e entender que ela pertence ao passado e lá deve permanecer. Ao permitir que continue a direcionar nosso comportamento, continuaremos desperdiçando a chance de alcançar equilíbrio e felicidade.

“Ninguém pode saber quem você é, a não ser você, você mesmo. As pessoas passam a vida inteira acreditando no que os outros dizem, dependendo dos outros. Se dizem que você é um pecador, você começa a se sentir culpado... ( ... ) qualquer que seja o eu que você tenha criado a partir da opinião dos outros terá se ser deixado para trás”. Osho


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Sobre o autor
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Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
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