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Sinal de alerta

por Elisabeth Cavalcante
Publicado dia 24/04/2008 16:10:33 em Espiritualidade

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A perplexidade tem tomado conta de nosso país há varias semanas, diante do assassinato brutal de uma criança. Infelizmente, esta não foi a primeira e não será a última vitima de um ato violento a morrer precocemente.

Não só no Brasil, mas em todo o mundo, crianças têm sido vitimas indefesas da insanidade humana. E é exatamente neste ponto que quero me focar: no componente agressivo que existe em todos nós, mas que em alguns, por diversas razões, atinge um grau extremamente grave e perigoso.

Embora ainda não se tenha chegado ao final das investigações, até o momento todas as evidências deste caso apontam para um episódio de violência doméstica, lamentavelmente mais comum do que gostaríamos de constatar.
As frustrações, as angústias e a insegurança de muitos adultos têm sido descarregadas nas crianças por motivos banais.

A mais significativa lição que, a meu ver, podemos tirar deste triste episódio é que a loucura não se manifesta repentinamente, ela dá sinais às vezes gritantes. Mas estes, de modo geral, são ignorados pelas pessoas próximas ou vistos como coisa natural, resultado inevitável das pressões diárias da vida.

Comportamentos patológicos como ciúme doentio, possessividade exacerbada, reação exagerada e violenta a qualquer discordância ou dificuldade do cotidiano, não são naturais, nem devem ser tratados com displicência por aqueles que convivem com estas pessoas.

Elas devem ser persuadidas de forma enérgica a procurar ajuda e submeter-se a um tratamento terapêutico, sob pena de chegarem a um grau tão avançado desta patologia, que pode levá-las a um lapso de consciência e a uma violência da qual se arrependerão pelo resto de suas vidas.

Criar um filho não inclui apenas dar-lhe condições materiais, educação e lazer. Formar um ser humano saudável requer responsabilidade e atenção permanentes. O amor fortalece a auto-estima e ajuda a criança a se desenvolver confiante de suas qualidades e, portanto, a não temer que outra pessoa ameace ou roube a sua felicidade.

Mas também é fundamental a transmissão permanente e ininterrupta de valores como: limite, respeito à individualidade do outro, capacidade de se colocar no lugar do outro, sensibilidade para com o sentimento alheio, combate ao individualismo e ao egoísmo.

A sociedade tem o direito de exigir que a justiça seja feita, pois esta é uma regra essencial para uma convivência civilizada. Afinal, todos sem exceção têm que assumir as conseqüências de cada ato que praticam, mesmo daqueles cometidos num momento de desequilíbrio, em que a consciência esteve temporariamente ausente.

Entretanto, a compaixão jamais pode deixar de estar presente nestes momentos. Se os sentimentos como o ódio e o desejo de vingança predominarem, ficaremos à mercê de nosso lado obscuro, tanto quanto aqueles que cometeram um ato violento, e em nada contribuiremos para que seja alcançada a paz com que todos sonhamos.

“Você pode viver muito superficialmente, você pode evitar a noite escura da alma, mas se você evitar a noite escura da alma, você estará evitando todos os seus tesouros. Você estará evitando o próprio significado da sua vida e existência.

Desse modo, o homem inteligente assume o desafio e entra no túnel escuro, que parece ser sem fim. Mas ele termina um dia. Se você for com coragem, sabendo que pessoas foram além dele - essa é a beleza de se estar com um mestre, porque você sabe que, pelo menos, um exemplo está diante de você e com você, alguém que está esperando fora do túnel e que o está chamando constantemente para entrar no túnel... porque, a menos que você entre, você não pode sair dele. Não há como se desviar dele.

Há milhares de impostores no mundo, e o trabalho deles é o de lhes dizer como se desviar da escuridão e do sofrimento e da tristeza e simplesmente tornar-se iluminado. Basta uma meditação transcendental, repetindo um certo nome, e você se tornará uma alma realizada. Não há nenhuma conexão nisso, não há nenhum trabalho autêntico. O que acontecerá ao seu inconsciente? O que acontecerá ao seu inconsciente coletivo? Você está tentando desviar-se deles, simplesmente abandonando-os. Esse não é o caminho”. OSHO - SOBRE O TRABALHO INTERIOR.


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Sobre o autor
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Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga, Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
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