O véu do esquecimento do passado
Autor Osvaldo Shimoda
Assunto Vidas PassadasAtualizado em 14/02/2008 18:15:52
"Sendo a alma imortal e tendo nascido muitas vezes e tendo visto tudo
quanto existe... conhece tudo; não é admiração alguma
que ele tenha condições de trazer de volta à lembrança
de tudo quanto já soube acerca da virtude e de tudo. Toda natureza é
solidária e a alma que tudo aprendeu não encontra dificuldade em
ir buscar, ou como dizem os homens, em aprender, a partir de uma simples lembrança
tudo o que restar, se o homem se esforça bastante e não desanima,
dado que todo o aprendizado não é mais do que recordação".
- Sócrates (Filósofo grego que viveu no séc. V a.C.).
Sócrates, o Pai da Filosofia, dizia que a alma trazia na memória
o conhecimento desejado e, portanto, aprender é recordar um conhecimento
adquirido em existências anteriores. Ele não via nisso nenhum absurdo,
mas apenas um fato óbvio por si só.
Desta forma, o conceito de reencarnação era para esse grande filósofo
algo natural, que, aliás, nada tinha de novidade; muito pelo contrário.
Até mesmo Aristóteles, que era mais voltado para os aspectos materiais
da vida, admitia a preexistência da alma.
O próprio mestre Jesus revelou que Elias era a reencarnação
de João Batista e ainda estranhou que Nicodemus, mestre em Israel, desconhecesse
isso.
No livro Les Egyptes, de Marius Fontane, o autor cita os ensinamentos
dos egípcios, que acreditavam na reencarnação: "Antes
de nascer a criança já viveu, e a morte nada termina. A vida é
um porvir; ela passa como os dias solares recomeçam".
Realmente, a reencarnação é um fenômeno da natureza,
pois tudo na natureza é cíclico. Todos os dias o sol nasce e se
põe; existem as quatro estações do ano, onde no inverno as
folhas caem, os galhos secam, mas na primavera tudo renasce, floresce. Goethe
também acreditava na reencarnação. Ele escreveu:
"A alma do homem é como água:
Vem do céu
Ao céu volta
E depois retorna à Terra, em eterna alternância".
Ora, se tudo na natureza obedece a leis cíclicas, por que nós, seres
humanos, seríamos diferentes, não estaríamos também
sujeitos às leis cíclicas da natureza, da reencarnação?
Sabemos que o Universo é constituído por leis, que visam o equilíbrio,
a harmonia de tudo. A reencarnação é uma das leis do Universo
e, por conta disso, nascemos, crescemos, morremos e tornamos a nascer quantas
vezes for preciso para o progresso, para a evolução de nossa alma.
As experiências das vidas passadas ficam arquivadas em nosso inconsciente
- mais precisamente ficam gravadas em nossa memória perispiritual (corpo
espiritual). Nascemos, ou melhor, renascemos com um acervo de conhecimento inconsciente
adquirido em várias encarnações. Aqui explica o gênio,
a precocidade intelectual, o conhecimento e habilidade de muitas crianças.
Portanto, o gênio é fruto de muitas encarnações dentro
de uma mesma função. No entanto, a ciência materialista (psicologia,
psiquiatria e a neurociência) insiste em negar sistematicamente a tese da
reencarnação, se esforçando em explicar a inteligência
e as aptidões dessas crianças, atribuindo-as ao fator genético,
hereditário. Mas, a bem da verdade, o que se observa é que raramente
filho de gênio é gênio e não raro filho de pais medíocres
é gênio.
Se trouxermos habilidades, conhecimentos desenvolvidos de outras vidas, por outro
lado, por vezes trazemos também maus hábitos, imperfeições,
erros cometidos no passado por conta de nossa imaturidade, ignorância enquanto
seres espirituais em evolução. Desta forma, o propósito de
reencarnarmos é reduzir os nossos defeitos e aumentar as qualidades, e
isso requer esforço, vontade do espírito em querer progredir.
Não obstante, ao reencarnarmos, automaticamente esquecemos o que fizemos
no passado, pois na Terra, estamos retidos temporariamente em estreita faixa energética
para podermos esquecer os erros cometidos em vidas passadas, o que é um
alívio, pois se lembrássemos das barbáries que cometemos,
no mínimo ficaríamos perturbados, senão loucos, e isso poderia
comprometer as nossas aprendizagens e as reparações das faltas cometidas.
Não foi por acaso que o mestre Jesus pregava: Orai e Vigiai,
referindo-se ao descuido na vigilância que pode facilmente nos levar a repetir
os erros praticados em vidas passadas, pois o "véu do esquecimento"
- barreira da memória que se manifesta em forma de amnésia - nos
impede de acessar as nossas memórias passadas. Todavia, espíritos
mais elevados são capazes de lembrar-se espontaneamente, não apenas
dos fatos da existência imediatamente anterior à vida atual, como
de várias vidas passadas.
A T.R.E. (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual
- é uma abordagem psicológica e espiritual breve, canalizada por
mim através dos espíritos superiores do Astral, que vai de encontro
com a máxima secular de Cristo Conhecereis a Verdade e a Verdade
vos libertará (é importante ressaltar nessa máxima,
que a Verdade liberta somente as pessoas que estão prontas, maduras para
recebê-la).
Nesta terapia, através de seu mentor espiritual, que é responsável
pela sua evolução espiritual, e, portanto, conhece-o profundamente,
o "véu do esquecimento" do paciente é descortinado para
que este saiba a Verdade a seu respeito, ou seja, a causa de seus problemas, sua
resolução, bem como suas aprendizagens nesta encarnação
e, o mais importante, se não está se desvirtuando de seu caminho,
de seu verdadeiro propósito de vida.
Certa ocasião, uma paciente - ao passar pela T.R.E. - descobriu que
em várias encarnações abreviara sua vida se suicidando, inclusive
tentando isso nessa vida. Na entrevista de avaliação - que costumo
agendar inicialmente com cada paciente para conhecê-lo melhor, me inteirar
com mais detalhes acerca de seus problemas, bem como lhe esclarecer como funciona
essa terapia, a paciente não havia me informado que tinha tentado o suicídio
também na vida atual.
Só veio a me revelar o fato após ter descoberto na regressão
de memória que estava repetindo os mesmos erros, abreviando sua vida em
várias encarnações. Ela me confidenciou que aos 10 anos de
idade tinha tomado "chumbinho" (veneno de rato) em dose cavalar. O médico
que a atendeu no pronto-socorro lhe disse que pela dose elevada que tinha tomado
era para ter morrido. No entanto, foi poupada pela espiritualidade, desta vez,
não morrendo como ocorrera nas vidas anteriores para fazer suas aprendizagens.
Portanto, ao passar por essa terapia, seu mentor espiritual descortinou seu "véu
do esquecimento" para que ela pudesse perceber que estava cometendo o mesmo
erro, em várias encarnações, inclusive nessa, abreviando
sua própria vida.
A seguir, veja o caso de um paciente que sofria de depressão, angústia
(aperto no peito), ansiedade, desânimo, insônia, dificuldade de concentração
causadas pela ausência de sua alma gêmea.
Caso Clínico:
Alma Gêmea.
Homem de 48 anos, casado, pai de um casal de filhos.
O paciente veio ao meu consultório se queixando de depressão
(tomava fluoxetina), desânimo, falta de concentração e não
conseguia enfrentar e ansiedade.
Sentia muita tristeza - às vezes tinha vontade de chorar, acompanhado de
pensamentos de desesperança, de não mais querer viver.
Sentia também muita angústia, um aperto no peito, que o acompanhava
desde criança, mesmo quando estava se divertindo. Fez todos os exames médicos
complementares, mas não acusou nenhum distúrbio cardiológico.
Quando criança, segundo o relato de sua mãe, costumava ficar horas
quieto, pensativo.
A morte de seu filho o abalou profundamente (teve gêmeos, mas só
um sobreviveu).
Sua depressão estava afetando também o seu sono - acordava de madrugada
e não conseguia mais dormir.
Tudo isso o deixava impaciente e irritadiço com sua esposa, a ponto de
agredi-la verbalmente.
Ao regredir me relatou:
"Desde o início do relaxamento (paciente estava se referindo à
técnica de relaxamento que utilizo com os meus pacientes para facilitar
à regressão de memória) senti um perfume agradável
de lavanda (é comum um ser espiritual desencarnado exalar um odor suave
para marcar sua presença no consultório).
Vi uma mulher muito bonita, cabelos compridos; estava toda de branco, usava um
camisolão esvoaçante. Não vi o rosto dela porque a imagem
apareceu como uma foto em negativo.
Ao olhá-la senti muita saudade (a alma do paciente reconheceu essa mulher).
Ela tem um jeito delicado, passa bondade, muita confiança e amor.
No início, como havia lhe dito, senti um cheiro de lavanda. Fiquei em dúvida
achando que o senhor tinha acendido um incenso aqui no consultório, mas
subitamente o cheiro mudou para flor de laranjeira. Na verdade, ela mudou repentinamente
o cheiro para me mostrar que esse odor não é de incenso, e sim de
sua presença (pausa).
Estamos agora sentados num banco de jardim, de mãos dadas, emocionados
- a saudade é recíproca (paciente relata chorando).
Ela está me dizendo (os seres desencarnados se comunicam telepaticamente,
em pensamento, portanto, não articulam a boca como os encarnados) que também
sente muita saudade de mim... Ela não consegue falar direito, por conta
dessa emoção".
- Pergunte quem é ela e que ligação havia entre vocês
no passado...
"Ela fala que nós já fomos unidos no passado, fomos casados.
Mas que agora ela é a minha mentora espiritual.
Fomos unidos no passado em várias encarnações e nos amamos
muito.
É por isso que também sinto falta dela, embora como encarnado não
lembre disso por conta de meu 'véu do esquecimento' que bloqueia as minhas
lembranças reencarnatórias. Ela completa dizendo que tivemos uma
vida muito intensa e feliz".
- Pergunte à sua mentora espiritual desde quando ela vem te acompanhando?
"Desde pequeno. É por isso também que quando criança
ficava sentado no quintal horas pensativo, quieto. Na verdade, ficava em pensamento
conversando com ela.
Eu ficava feliz com a presença dela.
Ela está me dizendo que é a minha mentora principal, e que o outro
mentor é o meu avô materno (em verdade, todos temos mais que um mentor
espiritual, mas existe um(a) que é o(a) principal, pois temos mais afinidade,
ligação, e que nos acompanha constantemente).
A minha mentora espiritual é muito evoluída (pausa).
Agora ela está me mostrando um moço. Ela diz que ele foi nosso filho
numa vida passada, e que hoje veio também como meu filho (paciente se refere
ao seu filho gêmeo que sobreviveu).
A minha filha da vida atual também foi nossa filha no passado.
Revela ainda que o meu filho gêmeo - que não sobreviveu - foi também
nosso filho numa vida passada (paciente chora). Ela esclarece que os meus filhos
de hoje (casal de filhos) vieram, reencarnaram para me confortar, matar a saudade
que sinto dela".
- Na sessão seguinte, o paciente me relatou:
"Estou vendo uma imagem bem nítida e colorida de uma batalha.
Vejo uma batalha de cavalaria, soldados segurando suas espadas. Estou montado
num cavalo dentro dessa batalha, visto uma farda azul escuro, com enfeites amarelos.
Com a espada, vou lutando, matando os inimigos. Uso um chapéu militar com
enfeite amarelo, dourado. O meu cavalo chama atenção, é branco,
bonito. São muitos soldados".
- Avance mais para frente nessa cena - peço ao paciente.
"Vejo agora casas no campo, camponeses muito pobres, sofridos. Estou com
a tropa, muita gente chorando. São retirantes, choram pelas vidas perdidas.
É o lado perdedor.
Estou acostumado com essa cena, me comove um pouco o sofrimento desse povo, mas
preciso cumprir a minha missão.
Não judio deles, vou cavalgando, comando a tropa. Vencemos a batalha.
Esse povo está se retirando com suas carroças, pertences. Tem crianças,
mulheres, se retirando com o que restou. (pausa).
Volto para casa - ela é muito bonita, grande. A minha esposa está
me esperando. É a minha mentora espiritual. Ela é uma mulher bonita,
usa um vestido de época, longo, cabelos presos, claros, arrumado, pele
branca. Chego, ela me abraça, somos muito felizes nessa vida passada, temos
dois filhos, um casal".
- Avance mais para frente nessa cena - peço novamente.
"Vejo uma outra batalha... É uma outra vida passada. Estou em pé,
há muitos soldados inimigos. Eu mando atirar. Vamos vencer de novo essa
batalha. O uniforme que uso é diferente daquela vida anterior. É
vermelho, não é mais paletó azul, e a calça é
branca. Nós arrasamos os inimigos.
Não sinto remorso, mas orgulho, pois cumpro a minha missão. Mando
atirar, mas sem rancor. Tenho respeito pelos inimigos, embora não tenha
pena. O lado dos inimigos está todo arrasado - nós vencemos de novo.
Sou casado também com a mesma mulher, a minha mentora. Ela é a minha
alma gêmea. Moramos numa colina e em baixo vejo um verde bem bonito, árvores,
rio e o vilarejo. Nessa vida, vivi também muito feliz com ela"
- Na sessão seguinte (3ªsessão), o paciente me relatou:
"Vejo agora uma cidade mais moderna, tem um bonde puxado por cavalo, carruagens,
a rua é calçada de pedra. É uma vida passada mais moderna.
As mulheres usam aqueles vestidos longos, armados, sombrinhas rendadas, calçam
luvas nas mãos. Os homens andam com fraques, cartolas, alguns usam também
bengalas.
Nessa vida ela é morena, cabelos mais escuros. Mas ela continua bonita.
Sou um homem de negócios, algo relacionado com navios, mercadorias.
Vejo um menino com bonezinho, usa uma boina, calça curta com suspensórios.
Ele é o nosso filho. Nessa vida temos só um filho.
Tenho navios, sou comerciante. Sou rico, mas não avarento. Sou bem querido
pelos habitantes dessa cidade. Estamos conversando, rindo, caminhando por uma
rua (pausa).
Vejo agora um navio a vapor, tem uma chaminé preta. Estamos dentro desse
navio, fazendo uma viagem. Chegamos no porto com as nossas malas. Fui fazer negócio,
parece ser a América e a impressão é que viemos da Europa"
(pausa).
- Avance mais para frente nessa cena - peço ao paciente.
"Vejo agora um velório, uma mulher morta dentro do caixão...
É a minha mulher (paciente chora).
Estou em pé acompanhando as pessoas, tem muita gente. Visto a mesma roupa
da época. Estou de preto, de luto. Sinto muita tristeza.
Parece que deu uma epidemia na cidade, peste, e ela morreu.
A minha mentora quer me mostrar, com essa cena, que nas outras vidas eu morri
antes dela, e ela sofreu muito com a minha morte. Agora nessa, eu que sofro porque
ela morreu antes de mim.
Ela me explica que é por isso que na vida atual tinha certa melancolia
quando criança, e era muito apegado ao meu avô. Quando ele morreu,
ativou, desencadeou como um gatilho, a lembrança da perda de minha esposa
dessa vida passada. Tinha 10 anos quando o meu avô faleceu. Entrei na adolescência,
e essa perda foi se apagando, mas, em seguida, perdi o meu pai.
Depois que me casei, minha mulher teve dois gêmeos e um deles veio a falecer.
Isso foi o estopim, desencadeou novamente a lembrança da perda de minha
esposa da vida passada. Até hoje trago essa tristeza, depressão,
dá vontade de ir embora antes dos meus entes queridos para não enfrentar
mais uma outra perda".
- Pergunte à sua mentora espiritual a causa de sua dificuldade de se
concentrar no trabalho?
"Ela fala que me sinto contrariado, pois sempre comandei nas encarnações
passadas enquanto militar. E na vida atual, desta vez, tenho que acatar, e quando
os meus clientes (paciente trabalha como autônomo) me cobram, exigem, fico
contrariado, aborrecido. Mas ela me diz que receber ordens faz parte de minha
aprendizagem, de minha evolução na vida atual.
A minha mentora agora está carregando no colo o meu filho gêmeo que
faleceu. Ela mostra-o para mim. Falou para ficar tranqüilo que está
tomando conta dele. Esclarece que ele não sobreviveu porque tinha que ser
assim, ou seja, reencarnou para fazer uma missão curta: viver algumas horas
e voltar novamente para o plano espiritual.
Portanto, reitera que ele reencarnou para não viver por longo tempo.
Esclarece também que essas sucessivas perdas que sofri - dela naquela vida
passada, anterior à vida atual -, e de outros entes queridos (avô,
pai e filho gêmeo) fazem também parte de minha aprendizagem para
sentir na pele o que é perder um ente querido, como ocorreu com os parentes
daqueles soldados mortos naquelas batalhas quando eu era comandante.
Mas ela me diz que já aprendi essa lição e sabe que hoje
não faria o que fiz no passado - ser militar e matar as pessoas. No entanto,
preciso evoluir ainda na parte do orgulho. Como sempre comandei, dei ordens nas
encarnações passadas, tenho dificuldades agora de receber ordens.
Essa é a parte que ainda tenho que trabalhar, pois trago o orgulho das
minhas encarnações passadas.
Em relação à minha esposa da vida atual, pede para ter mais
paciência porque cada um tem a sua individualidade. Diz que inconscientemente
eu a comparo com ela. Daí a minha irritação e impaciência
com ela.
Fala que a minha esposa atual é importante para me ajudar a cumprir a minha
missão na encarnação presente, além do que ela me
propiciou a vinda de meus dois filhos (pausa).
Vejo agora cenas de navios da época atual, carregados de contêineres.
A minha mentora quer me mostrar com essa cena que seria um bom caminho trabalhar
nessa área de transporte de cargas de navios (quando é permitido,
é comum o mentor de cada paciente fazer uma progressão, uma revelação
futura).
Revela que esse trabalho seria um bom futuro, e que eu iria ficar muito satisfeito,
feliz com esse trabalho".
- Pergunte à sua mentora se devemos continuar ou não com o nosso
trabalho? (essa era a 4ª sessão de regressão).
"Diz que não há mais necessidade, pois o que ela tinha que
ter me mostrado e me orientado foi o suficiente. Ela está agradecendo ao
senhor pelo seu trabalho pioneiro (a T.R.E. - Terapia Regressiva Evolutiva - A
Terapia do Mentor Espiritual visa agregar a ciência psicológica com
a espiritualidade, mas por ser uma abordagem terapêutica ainda nova, não
é aceita, reconhecida pela ciência psicológica oficial - psicologia
e psiquiatria). Não obstante, esclarece que o reconhecimento virá
e, por isso, pede para não desanimar e continuar com esse trabalho porque
quem abre o caminho está sujeito a receber mais "flechadas" (críticas
carregadas de preconceitos).
No início de nosso trabalho - na 1ª sessão de regressão
-, a imagem dela veio similar a uma fotografia em negativo, mas agora a vejo nitidamente,
seu rosto aparece perfeitamente. Agora ela está se despedindo de mim".
Após o tratamento, o paciente me disse que aquela angústia, aperto no peito, que o acompanhava desde criança, havia desaparecido, sua ansiedade tinha diminuído, não estava mais acordando de madrugada como antes - estava dormindo direto - e o relacionamento com a esposa havia melhorado bastante (não estava mais comparando-a com a sua mentora espiritual - sua esposa de vidas passadas).








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